segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Como fazer um bom tratamento de Fisioterapia Respiratória

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Há coisas que facilitam o estudo para o fisioterapeuta. Para quem trabalha na respiratória, que tem muitos detalhes, estar atualizado com terminologia e padrões é importante.

A Fisioterapia Respiratória, pode definir-se como a intervenção no âmbito da Fisioterapia, que utiliza estratégias, meios e técnicas de avaliação e tratamento paa melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

 O Kit com Triplo de Fisioterapia Respiratória que os Cds Universitários oferecem traz conhecimengo sobe aspectos do dia a dia além de demonstrar a fisiologia respiratória.

O tratamento dos pacientes com doenças respiratórias deve incluir diversos profissionais, atuando de maneira interdisciplinar, visando a melhora do quadro clínico em curto, médio e longo prazo, visando a inclusão do indivíduo na sociedade com melhor independência funcional e qualidade de vida.

Assim, quanto mais conhecimento, melhor será o tratamento que o paciente receberá!
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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Objetivos dos recursos manuais da fisioterapia respiratória

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Os recursos manuais da fisioterapia respiratória compõe um grupo de técnicas de exercícios manuais específicos que visam a prevenção, no intuito de evitar a complicação de um quadro de pneumopatia instalado, á melhora ou reabilitação de uma disfunção toracopulmonar e ao treinamento e recondicionamento físico das condições respiratórias de um pneumopata. Visam também ao condicionamento físico e respiratório a educação de um individuo sadio normal, como respirar corretamente, como forma de prevenção no intuito de evitar que uma disfunção respiratória ou uma disfunção se instale

A fisioterapia respiratória contribui para prevenir e tratar vários aspectos das desordens respiratórias, tais como obstrução do fluxo aéreo, retenção de secreção, alterações da função ventilatória, dispneia, melhora na performance de exercícios físicos e da qualidade de vida.

Todas as técnicas objetivam prevenir ou reduzir as consequências mecânicas da obstrução, como hiperinsuflação, má distribuição da ventilação pulmonar, entre outras, aumentando a clearance mucociliar da via aérea.   Estes recursos são chamados por serem empregados sem o uso de equipamentos, podendo também ser enquadrados na cinesioterapia respiratória: por essa razão são chamados de manobras cinesioterapêuticas respiratórias ou manobras manuais da fisioterapia respiratória.

A reabilitação pulmonar é como um programa multidisciplinar e contínuo, baseado em um diagnóstico científico e apurado envolvendo abordagens
terapêuticas, suporte emocional, educação e recondicionamento físico. Os recursos manuais são
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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Conheça os músculos envolvidos na Respiração

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Os movimentos respiratórios incluem a inspiração, ou seja, a entrada de ar do exterior para os pulmões, e a expiração, ou seja, a saída de ar destes para o exterior. Ambos os movimentos são provocados pela acção coordenada de uma série de músculos respiratórios que se contraem e relaxam de forma sincronizada, proporcionando a sucessiva expansão e retracção da cavidade torácica e, consequentemente, dos pulmões, cujo tecido é caracterizado pela sua grande elasticidade.

Os músculos principais da inspiração são os músculos intercostais externos e o diafragma.

Os músculos acessórios são o subclávio esternocleidomastóideo(puxa a clavicula e o osso esterno para cima para aumentar a cavidade torácica superiormente), os músculos escalenos(três musculos escalenos ajudam a elevar as duas costelas mais superiores)e o peitoral menor.

Músculos inspiratórios: Os principais são Diafragma e os músculos Intercostais externos. A função deles é produzir o aumento da caixa torácica. A contração do diafragma promove o descenso da parte inferior da caixa torácica, o que a expande no sentido vertical. Os intercostais externos e músculos cervicais elevam a parte anterior da caixa torácica, alterando o ângulo das costelas e alongando a espessura ântero-posterior da caixa torácica. A inspiração é um fenômeno ativo de expansão da caixa torácica, decorrente fundamentalmente da contração dos músculos inspiratórios, que constituem uma verdadeira bomba respirátoria.

Músculos expiratórios: Os principais são Abdominais e Intercostais Internos. A função destes é produzir a diminuição da caixa torácica. Os Abdominais "puxam" a caixa torácica para baixo reduzindo a espessura e forçam o deslocamento para cima do conteúdo abdominal, o que empurra também o diafragma para cima diminuindo o tamanho da cavidade torácica. Os intercostais internos tracionam as costelas para baixo, diminuindo assim o tamanho do tórax. Normalmente a expiração é passiva e ocorre pelo relaxamento principalmente do diafragma.

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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Fisioterapia na hipertensão pulmonar

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Cada vez mais, nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatal e Pediátrica, a fisioterapia respiratória é uma especialidade imprescindível, desempenhando um importante papel junto à equipe multiprofissional.

As crises de HP são uma complicação clínica e pós-operatória potencialmente fatal. Sempre que houver uma falha da resistência vascular pulmonar em diminuir após o nascimento, seja por problemas durante a gestação, os quais levam a um sofrimento fetal e, conseqüentemente à muscularização anormal das artérias pulmonares, ou por manutenção de um shunt esquerdo-direito em função de uma cardiopatia congênita, conduzindo a um aumento do fluxo sangüíneo pulmonar, ou ainda fatores de compressão intratorácica por presença de uma hérnia diafragmática congênita, por exemplo, ou por um quadro grave de displasia pulmonar por tempo prolongado de ventilação mecânica com altas frações inspiradas de oxigênio e/ou por altas pressões nas vias aéreas, pode-se ter um quadro de aumento da RVP que pode gerar episódios de hipertensão pulmonar.

Essa situação em que é observado um aumento excessivo da resistência vascular pulmonar agrava-se quando se considera neonatos com cardiopatia congênita, pois as interações cardiopulmonares são mais sensíveis em função da sua própria imaturidade miocárdica e pelos problemas respiratórios neonatais, os quais geralmente estão associados a este mal.
No pós-operatório de uma cirurgia pediátrica, há algumas situações que podem evoluir com HP: drenagem anômala das veias pulmonares, cardiopatias de hiperfluxo pulmonar (Comunicação Interatrial e Interventricular, Persistência do Canal Arterial), Transposição Vasos da Base, ventrículo único sem estenose pulmonar, interrupção do arco aórtico, cor triatriatum, truncus arterious comunis, transplante cardíaco, além do pós-operatório de cirurgias de Fontan, Glen e Hemi-Fontan. Os aumentos da pressão pulmonar, no período pós-operatório, ocorrem em função das lesões endoteliais sofridas em decorrência da instituição da circulação extracorpórea (CEC), a qual pode gerar uma resposta inflamatória sistêmica com redução do débito cardíaco pelo aumento da pós-carga de ventrículo direito.

A RVP está relacionada com diversos mediadores, entre eles, a pressão arterial e alveolar de oxigênio (PaO2 e PAO2, respectivamente), pressão arterial de gás-carbônico (PaCO2), pH sérico além de mecanismos ventilatórios. Assim, estímulos simpáticos como a dor, a agitação psicomotora, o choro, as drogas usadas e os estímulos traqueais podem desencadear ou agravar uma crise de HP.

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Uma minuciosa avaliação prévia é fundamental para que se possa realizar um atendimento fisioterapêutico eficaz, mas principalmente seguro, trazendo um mínimo de repercussões respiratórias e/ou hemodinâmicas. E este é o principal motivo para que o suporte ventilatório dessas crianças, quando necessário, seja muito cuidadoso e equilibrado.

De modo geral, pode-se dizer que os principais objetivos da fisioterapia em crianças que cursam com quadros de aumentos excessivos na pressão de artéria pulmonar estão na possibilidade de ofertar níveis adequados de oxigênio, tendo em vista a sua característica vasodilatadora pulmonar e evitar elevações na concentração de gás carbônico arterial, uma vez que esta substância é considerada um potente vasoconstritor pulmonar.

Por Dra. Jacqueline Bertagna do Nascimento

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segunda-feira, 16 de março de 2015

Manual Clínico do Fisioterapeuta Pneumofuncional

Livro - Manual Clínico do Fisioterapeuta Pneumofuncional

Livro - Manual Clínico do Fisioterapeuta Pneumofuncional

Este livro traz os seguintes Assuntos -

Fundamentação ao Fisioterapeuta Pneufuncional;

Recursos da Fisioterapia Pneumofuncional;

Fisioterapeuta Diante das doenças Respiratórias;

Papel do Fisioterapeuta nas Disfunções Ventilatórias;

Enfoque Respiratório para Situações Isoladas; entre outros.

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