SINTOMAS RESFRIADO GRIPE Febre:   ausente ou rara     comum, (39º a 40º C)   Cefaléia (dor de cabeça): ausente comum M...

Diferença entre sintomas de gripe e resfriado



 

SINTOMAS

RESFRIADO

GRIPE

Febre:

 

ausente ou rara

 

 

comum, (39º a 40º C)

 

Cefaléia (dor de cabeça):

ausente

comum

Mal estar geral:

 

discreto

 

comum, severo e duradouro

Faringite (dor de garganta):

comum

menos comum

 

Secreção nasal:

 

 

comum e abundante

 

menos comum, pouca

Vômito e/ou diarréia:

raro

comum

 

 

Terapia da Expansão Pulmonar


Eliminar toxinas, combater estresse e ansiedade. Pode parecer difícil, mas é possível acabar com isso por meio da respiração. É ...

Use a respiração para combater estresse e ansiedade



Eliminar toxinas, combater estresse e ansiedade. Pode parecer difícil, mas é possível acabar com isso por meio da respiração. É o que ensina a técnica de respiração Sudarshan Kriva. "A maioria das pessoas usa em média 30% da capacidade pulmonar. Porém, a respiração é responsável por até 80% da eliminação das toxinas do nosso sistema. Esse mau uso acontece porque muitas não observam o modo como respiram", afirmou Cristina Armelin, membro do Conselho Nacional da Fundação Internacional Arte de Viver.

Cristina, que é professora da técnica, ressalta que as pessoas precisam observar como é sua respiração. "Se é longa e profunda ou rápida e ofegante. Para isso é preciso conhecer o seu corpo. Ao ter esse conhecimento, é só reservar um tempo e escolher um lugar calmo, sentar em uma posição confortável, respirar profundamente com os olhos fechados que já vai notar uma diferença", disse.

No Brasil desde 1988, Sudarshan Kriva está presente em mais de 150 países e foi desenvolvida pelo indiano Sri Sri Ravi Shankar, fundador da ONG Arte de Viver em 1982. Os exercícios realizados durante o curso combinam técnica de respiração, meditação e conhecimentos práticos de como lidar com a mente e com as emoções. "Os alunos aprendem rápido e estão aptos para fazer em casa."

Quem pratica percebe a melhora. "Hoje sou muito mais calma, menos ansiosa, até a alteração do meu humor melhorou. Pratico todos os dias", disse a jornalista Camila Hungria, 24 anos. O autônomo Leonardo da Silva, 56 anos, sentiu melhora na qualidade do sono. "Antes não conseguia dormir, hoje não encontro dificuldades", explica Silva, que uma vez por semana faz a meditação em grupo.

Confira passo a passo de uma das técnicas respiratórias ensinadas por Cristina para fazer em casa e tente eliminar o estresse do dia a dia:

Respiração das narinas alternadas
- Sentar numa posição confortável, com as costas retas, as pernas retas ou cruzadas e olhos fechados;

- Fazer inspirações e expirações longas e profundas pelo nariz para relaxar;

- Depois apoie a mão esquerda com as palmas da mão viradas para cima sobre a coxa esquerda. Leve a mão direita em direção à testa, posicionando os dedos indicador e médio entre as sobrancelhas acima do nariz;

- Com o dedo polegar da mão direita tampe a narina direita e expire soltando todo o ar pela narina esquerda;

- Inspire pela narina esquerda e a feche com o dedo anelar e mínimo, expirando e soltando todo o ar pela narina direita;

- Inspire pela narina direita, fechando-a com o polegar e expire pela esquerda. Inspire pela esquerda e continue assim sucessivamente; - Fazer essa respiração por aproximadamente cinco minutos;

- Esse tipo de respiração é bom para relaxar e equilibrar todo o nosso corpo e é também indicada para se fazer antes de iniciar uma meditação. Pode ser feita uma vez de manhã e outra à noite.



Fisioterapia Respiratória é um guia prático de bolso essencial para estudantes de fisioterapia que atuam na clínica, fisioterapeutas re...

Fisioterapia Respiratória: Um Guia Prático


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Fisioterapia Respiratória é um guia prático de bolso essencial para estudantes de fisioterapia que atuam na clínica, fisioterapeutas recém-formados e fisioterapeutas que trabalham com atendimento de emergência e precisam de atualização.
Apresenta as percepções de especialistas clínicos da área para fisioterapeutas atarefados e que estejam constantemente expostos a situações desafiadoras e estressantes.
Neste livro você encontrará:

- Estudos de caso sobre situações de emergência usuais;
-Técnicas de tratamento de A a Z;
-Questões de autoavaliação que permitem ao leitor verificar o seu entendimento e a sua habilidade no raciocínio clínico;
-Apêndices com valores normais e fármacos normalmente utilizados em áreas de cuidado intensivo, de modo que essas informações essenciais estejam sempre à mão.

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É comum ouvir falar que uma pessoa tem mais fôlego que outra, e aí surgem algumas dúvidas: como podemos aumentar n...

É possível aumentar a capacidade respiratória


É comum ouvir falar que uma pessoa tem mais fôlego que outra, e aí surgem algumas dúvidas: como podemos aumentar nossa capacidade respiratória? Quais as influências e os hábitos que comprometem nossa saúde? Quais os cuidados que devemos tomar para garantir o bom funcionamento dos pulmões?

O fôlego está relacionado diretamente à sensação de falta de ar relatada pelas pessoas especialmente ao realizar atividades físicas. Aquelas que possuem um bom condicionamento físico, que praticam exercícios regularmente e possuem boa massa muscular terão mais fôlego para as atividades. Consequentemente, as pessoas que têm alguma doença pulmonar ou cardíaca, alterações musculares ou são sedentárias terão menos fôlego.

Existem, no entanto, alguns fatores que influenciam nossa capacidade respiratória e podem prejudicar o fôlego.

"O tabagismo e a poluição funcionam como agentes agressores do pulmão. Essas substâncias, quando aspiradas, provocam inflamações", explica o médico pneumologista Oliver Augusto Nascimento, diretor de Assuntos Científicos da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT).

A boa notícia é que existem meios para aumentar a capacidade pulmonar. A prática regular de atividade física, por exemplo, é benéfica para a saúde respiratória, mas deve ser realizada de maneira correta para não trazer danos. Acompanhamento médico, temperatura e umidade do ar adequadas e o respeito aos limites do corpo são algumas dicas dadas pelo médico.

Síndrome do regime

"Muitas pessoas com a chegada do final de ano apresentam o que pode ser chamado de síndrome do regime. Querem fazer tudo de uma vez e esquecem de fazer as avaliações necessárias, colocando a saúde em risco", ressalta.

Além das atividades físicas, as doenças respiratórias também têm relação direta com o fôlego. Doenças como a asma e a DPOC são apontadas como as principais, mas a hipertensão pulmonar também pode causar problemas. Todas elas precisam ser tratadas e receber acompanhamento de um médico pneumologista.

Os maus hábitos também contribuem, e muito, para agravar e até desencadear problemas na saúde respiratória. O principal ainda é o cigarro, mas existem outros hábitos que podem prejudicar o pulmão.

"A preocupação atual é com o *narguilé, que vem sendo muito utilizado pelos jovens. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já lançou um documento alertando para os danos à saúde desse hábito", afirma dr. Oliver.

Enfim, a saúde pulmonar depende de alguns cuidados muito importantes. Em caso de sintomas respiratórios como tosse, catarro ou falta de ar, um médico deve ser procurado para fazer o diagnóstico e dar início ao tratamento, se necessário.

O diagnóstico precoce diminui a progressão de doenças e melhora a qualidade de vida e o fôlego do paciente.

*Narguilé é um cachimbo de água utilizado para fumar, muitas vezes são utilizadas bebidas alcoólicas no lugar da água.

A Fisioterapia faz parte do atendimento multidisciplinar oferecido aos pacientes em unidade de terapia intensiva (UTI). Sua atuação é extens...

Fisioterapia no paciente sob ventilação mecânica



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A Fisioterapia faz parte do atendimento multidisciplinar oferecido aos pacientes em unidade de terapia intensiva (UTI). Sua atuação é extensa e se faz presente em vários segmentos do tratamento intensivo, tais como o atendimento a pacientes críticos que não necessitam de suporte ventilatório; assistência durante a recuperação pós-cirúrgica, com o objetivo de evitar complicações respiratórias e motoras; assistência a pacientes graves que necessitam de suporte ventilatório. Nesta fase, o fisioterapeuta tem importante participação, auxiliando na condução da ventilação mecânica, desde o preparo e ajuste do ventilador artificial à intubação, evolução do paciente durante a ventilação mecânica, interrupção e desmame do suporte ventilatório e extubação.

Neste Consenso, abordou-se exclusivamente a atuação do fisioterapeuta no tratamento dos pacientes sob ventilação mecânica invasiva e não-invasiva, baseando-se as recomendações em resultados de estudos clínicos e na opinião dos especialistas que expõem sua experiência na área de terapia intensiva.

Veja aqui o artigo completo


É o acúmulo anormal de ar entre o pulmão e uma membrana (pleura) que reveste internamente a parede do tórax. Este espaço, que normalmente é ...

Pneumotórax



É o acúmulo anormal de ar entre o pulmão e uma membrana (pleura) que reveste internamente a parede do tórax. Este espaço, que normalmente é virtual, se chama espaço pleural.

Cocorre quando oar, ao entrar entre o pulmão e a parede torácica, pode comprimir o pulmão e causar dificuldade para respirar. Além disso, quando o pneumotórax é grande, ele pode fazer com que o coração se desloque, levando a alterações nos batimentos do coração e, até, à morte.

Sintomas:

Dor torácica – referida em 90% dos casos;
Tosse – ocorre em 10% dos pacientes;
Encurtamento da respiração (falta de ar) – ocorre em 80% dos indivíduos;
Agitação.
Cansaço fácil;
Aceleração dos batimentos cardíacos pode ocorrer;
Coloração azulada da pele (cianose) devido à falta de ar;

De uma maneira geral, os sinais e sintomas supracitados variam conforme a magnitude do pneumotórax, ou seja, depende do volume de ar acumulado no espaço pleural. A presença de doença pulmonar prévia – bronquite crônica, por exemplo – também influi bastante. A dor é aguda, tipo pontada, persistente, no lado afetado do tórax. Já a tosse é seca e irritativa, podendo piorar a falta de ar.

Classificação:

Pode ser classificado como: espontâneo, traumático ou iatrogênico.

O pneumotórax espontâneo pode ser dividido em primário ou secundário, sendo:
 

primário - aquele onde não se identifica uma doença pulmonar concomitante;
secundário – quando existe uma doença pulmonar associada, como o enfisema pulmonar, por exemplo.

O pneumotórax traumático é aquele que resulta de um traumatismo na região do tórax – ferimentos por faca, punhal, tiro de arma de fogo, pancadas por atropelamentos ou outros.

O pneumotórax iatrogênico acontece como resultado de algum procedimento médico, que tinha o intuito de auxiliar no diagnóstico ou no tratamento do paciente. Um pneumotórax iatrogênico pode ocorrer após a tentativa de se acessar uma veia do tórax ou do pescoço, por exemplo.

Além disso, pode-se classificar o pneumotórax como aberto ou fechado quando existir ou não comunicação do espaço pleural com o ambiente.

Quanto a sua magnitude, ele pode ser classificado como grande – distância entre o pulmão e a parede torácica maior que 3 centímetros – ou pequeno quando esta distância for menor que 3 centímetros.

Causas:

- Doenças pulmonares obstrutivas como a asma, enfisema pulmonar e bronquite crônica.
- Traumas torácicos em acidente por arma de fogo (tiro) ou acidente por arma branca (facada), causando o pneumotórax traumático. Outros objetos também podem perfurar o tórax, levando ao mesmo resultado.
- Aqueles que aparecem após procedimentos cirúrgicos ou outros procedimentos médicos (muitas vezes buscando o diagnóstico de doenças ou tentando amenizar sofrimento causado por estas), como a respiração artificial, por exemplo, utilizada em Unidade de Tratamento Intensivo nos pacientes com sofrimento respiratório, que pode levar ao chamado pneumotórax iatrogênico. Contudo, o pneumotórax iatrogênico não é freqüente.
- Infecções graves do pulmão como pneumonias ou tuberculose.
Tumores.

Há indivíduos em que o pneumotórax surge pela existência de uma bolha de ar no pulmão, formada durante o desenvolvimento pulmonar, que, ao se romper, causa o problema. Este é chamado de pneumotórax espontâneo primário.

De forma semelhante, alguns tabagistas, ao longo de vários anos fumando, formam bolhas de ar (bolhas de enfisema), que podem romper, levando ao pneumotórax espontâneo secundário.

O diagnóstico é feito pelo exame físico e na conversa com o paciente, o médico poderá fazer o diagnóstico. Mas, a radiografia do tórax é que confirmará a situação. Esta radiografia mostrará a coleção anormal de ar entre o pulmão e a parede do tórax. Para obter mais dados, o médico poderá solicitar uma tomografia computadorizada do tórax. Pode ser muito útil nos casos de pneumotórax espontâneo.

O tratamento será definido baseando-se no tamanho do pneumotórax (visto na radiografia), na causa deste e na gravidade dos sintomas causados por ele. Além disso, a presença ou não de doenças concorrentes no tórax também influenciará na decisão do tratamento mais adequado.

Como tratamento, o médico poderá optar pela colocação de um dreno no tórax – um tubo de látex entre as costelas fica conectado a um frasco coletor que retira o ar do local anormal. Outra alternativa seria uma cirurgia para a correção ou, simplesmente, a conduta expectante (esperar). Nesta, o médico supervisiona o seu paciente, aguardando que o ar que se encontra no lugar anormal seja reabsorvido por si.

Ainda é incerto se o uso de oxigênio suplementar deve ser usado no paciente com pneumotórax. Contudo, a reabsorção do ar do pneumotórax sem o uso de oxigênio ocorre numa taxa de 2% ao dia. Se utilizada uma suplementação no oxigênio respirado pelo paciente, esta taxa de reabsorção pode aumentar em até quatro vezes o valor normal.

Prevenção:

Evitar o tabagismo é uma maneira de prevenir os casos de pneumotórax relacionados às bolhas de enfisema e ao câncer de pulmão.

Programas para redução da violência urbana, incluindo acidentes de trânsito, também podem ajudar a diminuir os traumas de tórax e, por conseguinte, os casos de pneumotórax.

Depois do primeiro episódio de pneumotórax espontâneo, o indivíduo tem 40-50% de chances de desenvolver novo episódio. Este é mais um motivo para abandonar o fumo.

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