Se você tem um filho com menos de três anos, provavelmente já enfrentou dificuldades para eliminar a secreção que se forma com as...

Fisioterapia respiratória ajuda o bebê a respirar melhor



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Se você tem um filho com menos de três anos, provavelmente já enfrentou dificuldades para eliminar a secreção que se forma com as doenças respiratórias, tão comuns nesta época do ano. Em muitos casos, apenas a limpeza com soro fisiológico e inalação já resolvem. Mas há quadros em que a secreção se acumula e acaba obstruindo as vias aéreas e, consequentemente, dificultando a respiração das crianças. Para estes casos, a fisioterapia respiratória pode ser uma grande aliada. Nunca ouviu falar? Não se culpe. A maioria dos pais desconhece este segmento milagroso da fisioterapia.

A indicação depende muito da linha do pediatra, mas de forma geral, a fisioterapia respiratória é recomendada para os quadros em que o bebê ou a criança apresente algum tipo de desconforto respiratório, normalmente causado por infecções como bronquiolites e pneumonias, ou mesmo uma gripe mais forte, que ocasiona um acúmulo de secreção que a criança normalmente não consegue eliminar sozinha. Por meio de exercícios respiratórios e manobras de desobstrução brônquicas o fisioterapeuta facilita a entrada do ar, melhora a oxigenação e a eliminação das secreções. São exercícios realizados pelas mãos do especialista ou por meio de aparelhos vibratórios que auxiliam na drenagem das secreções e sua posterior eliminação.

Quando não é possível eliminar a secreção apenas com as manobras fisioterapêuticas, é necessário aspirar as vias aéreas, o que corta o coração dos pais, mas é um santo remédio. Não é um procedimento doloroso, mas causa um certo desconforto por se tratar da introdução de uma sonda nasotraqueal nas narinas da criança. A sonda é flexível , fina e o procedimento é rápido. Incomoda, mas os benefícios são grandes.

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Atividade física é essencial para a saúde pulmonar


 
 

 

A famosa frase de origem latina "Mens sana in corpore sano" (uma mente sã em um corpo são), difundida pelo antigo filósofo Juvenal, demonstra que a humanidade já está ciente dos benefícios da atividade física desde os primórdios dos tempos. Motivos para abandonar o sedentarismo não faltam e aqui está mais um incentivo: se exercitar contribui também para a saúde do pulmão. Até pessoas que possuam doenças pulmonares crônicas, como a asma, podem investir na prática esportiva, desde que sob a orientação de um pneumologista.

Começar ou manter uma rotina de exercícios traz uma série de vantagens para o organismo. No caso do pulmão, estudos apontam uma diminuição da resposta inflamatória, fortalecimento da musculatura torácica, melhora progressiva do desempenho e redução da dispneia (falta de ar).

Os exercícios físicos submetem todo o nosso organismo a um trabalho intenso. O pulmão tem como principal função levar o oxigênio para os músculos que estão sendo recrutados na atividade e retirar o excesso de gás carbônico produzido.  Durante o esforço, o pulmão é obrigado a ter uma maior ventilação porque produzimos mais gás carbônico. Para suprir essa necessidade, aumentamos o volume e a frequência da respiração.

Na grande maioria dos casos, o pulmão de pessoas saudáveis executa esse trabalho sem apresentar dificuldades, inclusive em atividades de grande impacto. Quando o indivíduo encontra alguma limitação, como chiado no peito ou excessiva falta de fôlego, é imprescindível que ele consulte um médico especialista para descartar a possibilidade de doença respiratória. 

Pacientes com asma podem praticar exercícios desde que tomem alguns cuidados. Pacientes asmáticos não diagnosticados ou que não estão sendo tratados adequadamente, podem encontrar na atividade física um fator desencadeador de crise".

Provas de que a asma, desde que bem controlada, não impõe limites à atividade física são os atletas de elite que não só conviveram bem com a doença no decorrer de suas trajetórias no esporte, como ganharam diversos títulos e prêmios. Entre eles, estão as maratonistas Jackie Joyner-Kersee e Paula Radcliffe, o judoca Aurélio Miguel, o jogador de futebol Paul Scholes e os nadadores Fernando Scherer e Amy Van Dyken.

Embora as orientações possam variar de acordo com o quadro clínico do paciente asmático, de um modo geral, esses indivíduos devem beber muita água, evitar praticar exercícios em locais muito poluídos ou sob temperaturas baixas, além de fazer sempre um aquecimento. Mas vale ressaltar que somente o médico pneumologista pode receitar o melhor tratamento medicamentoso e indicar os cuidados adequados.

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