Fisioterapia respiratória na doença de parkinson idiopática







Disfunções respiratórias ocorrem na maioria dos pacientes com Doença de Parkinson Idiopática (DPI) em estágios avançados e são responsáveis por substancial mortalidade e morbidade1,2. Obstrução de vias aéreas superiores, diminuição da complacência da caixa torácica e discinesias musculares produzidas pela terapia com levodopa3 podem produzir  dispnéia, hipoventilação, atelectasias e retenção de secreções pulmonares, anormalidades associadas, principalmente, a uma maior predisposição às infecções respiratórias1,2.
Em geral, o tratamento fisioterapêutico da DPI visa a manutenção das habilidades motoras prejudicadas pela doença e responsáveis por uma maior independência nas atividades de vida diária sem preocupação específica com as disfunções respiratórias.
Köseoglu et al.6 aplicaramexercícios diafragmáticos, de inspiração profunda e hiperpnéia voluntária, tendo mostrado efetividade em casos não-avançados e sem sintomatologia respiratória. Morris4 propõe manter a permeabilidade das vias aéreas e a capacidade vital como alguns dos objetivos do tratamento do paciente em estágio avançado.
A fisioterapia respiratória é conhecida por sua efetividade na melhora dos sintomas e prevenção de complicações respiratórias.Este trabalho teve como objetivo relatar o caso de um paciente portador de Doença de Parkinson Idiopática em estágio avançado em que a intervenção fisioterapêutica foi especificamente direcionada às disfunções respiratórias.

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