A principal indicação da VM é a insuficiência respiratória, mas é indicada também após grandes cirurgias, hiperventilação e no tratamento ...

Indicações da ventilação mecânica




A principal indicação da VM é a insuficiência respiratória, mas é indicada também após grandes cirurgias, hiperventilação e no tratamento da hipertensão intracraniana (TROSTER, 1998).

Têm indicações absolutas, bebês com apnéia prolongada, anestesia geral, PaO2 abaixo de 50 mmHg e PaCO2 acima de 60 mmHg com acidemia persistente (EINCHENWALD, 2000).

A VMI ainda é indicada se o bebê apresentar pH< 7,35, perda do nível de consciência, arritmias cardíacas, hipotensão, broncoaspiração, sinusite, fratura de ossos da face, pneumotórax, cirurgias gástricas de suturas altas (FERNANDES, 2004).

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A VNI juntamente com outras técnicas e recursos fisioterapêuticos, vem sendo utilizada nas UTI`s neonatais onde tem-se obtido resultados pos...

Ventilação Mecânica não Invasiva


A VNI juntamente com outras técnicas e recursos fisioterapêuticos, vem sendo utilizada nas UTI`s neonatais onde tem-se obtido resultados positivos, sobretudo, junto a pacientes com quadro de insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada, edema agudo de pulmão de origem cardiogênica, hipoventilação e atelectasias, favorecendo as trocas gasosas, a reexpansão pulmonar e reduzindo trabalho respiratório (VENTILAÇÃO MECÂNICA..., 2004a).

A VNI é indicada para pacientes em insuficiência respiratória que apresentem: taquipnéia, dispnéia, dessaturação, hipoxemia, retenção de dióxido de carbono, aumento de trabalho muscular respiratório e diminuição do volume corrente (FERNANDES, 2004).

2.1 Aparelhos de ventilação não – invasiva

Segundo Fernandes (2004) os aparelhos específicos para VNI são os seguintes:

a) Com modo CPAP (pressão positiva contínua nas vias aéreas) e/ou Bilevel (uso de dois níveis de pressão, um nível inspiratório-Ipap; e o outro expiratório -Epap);

b) Geradores de fluxo ou CPAP de rede com adaptação de válvula de Peep;

c) Aparelhos de ventilação invasiva adaptado à máscaras faciais sem vazamentos. O modo colocado deve ser o espontâneo com uso de Peep.

Dentre os aparelhos citados será enfatizado o CPAP que pode ser utilizado na VMI e na VNI, e segundo Eichenwald (2000) oferta um fluxo contínuo de gás umidificado e aquecido nas vias aéreas do bêbe numa pressão de 3 a 8 cm H2O, mantendo um volume pulmonar expiratório final elevado enquanto o bebê respira espontaneamente. Geralmente, essa pressão é promovida através de tubo nasal ou nasofaríngeo, e tem a vantagem de ser menos invasivo que a VM e causar menos barotrauma.

O CPAP pode ainda, ser aplicado por cânula nasotraqueal, máscara facial e prong nasal como afirmam Miranda e Almeida (1998).


Os pulmões são os responsáveis pela respiração, tornando possíveis as trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. Por isso, devemos tomar ...

Como cuidar da saúde respiratória das crianças


Os pulmões são os responsáveis pela respiração, tornando possíveis as trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. Por isso, devemos tomar todos os cuidados possíveis ao longo da vida para não danificar estes órgãos, uma vez que estamos vulneráveis em todas as idades.

Alguns cuidados devem ser tomados sempre, em qualquer fase da vida. Evitar o tabagismo ativo ou passivo é o principal deles. Mas também devemos estar atentos a qualquer sintoma diferente e manter as vacinas sempre em dia, seja na infância ou na fase adulta.

 

Primeiros cuidados

São os bebês, lactentes e pré-escolares os que necessitam de maiores cuidados com os pulmões. Os primeiros anos de vida são preciosos para desenvolver vários órgãos e sistemas e é preciso estar atento para evitar que os pequenos carreguem ou levem sequelas para a vida adulta.

"Esse é um dos motivos de ouro para cuidarmos muito bem do pulmão de nossos pequenos, pois os pulmões ainda vão crescer e ganhar espaço para as trocas gasosas, por isso é preciso cuidado extra nessa fase da vida", explica a dra. Marina Buarque de Almeida, diretora do Departamento de Pediatria da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT).

As mães devem propiciar aos bebês o melhor desenvolvimento possível nos primeiros meses para que o sistema imunológico, ainda inexperiente, possa se adaptar às novas fases da vida. O ideal é que, antes do nascimento, sejam tomadas algumas precauções para garantir um inicio de vida tranquilo.

Evitar a exposição ambiental nociva ao desenvolvimento pulmonar, como tabaco e poluição, e realizar um bom pré-natal, seguindo corretamente as recomendações do obstetra, são também importantes e podem evitar problemas. Após o nascimento, as dicas são o aleitamento materno por pelo menos 6 meses e tratar prontamente eventuais infecções respiratórias.

 

Crianças e adolescentes

Ainda nesta idade, muitos dos cuidados com a saúde dependem dos pais. No caso dos menores, que frequentam creches e escolinhas, a dica é manter a criança afastada em caso de infecções virais ou bacterianas pelo período orientado pelo médico, evitando a propagação da doença para outros alunos e professores.

"A criança em fase de convalescença fica mais suscetível a pegar novas infecções. Mesmo sendo bem cuidada, pode ter complicações como otites e sinusites. Outra situação que exige atenção é a catapora, pois ocorrem pequenos surtos em escolas, creches e berçários; essa infecção viral pode se complicar, tornando-se, por exemplo, uma pneumonia", alerta dra. Marina.

Para as crianças em idade escolar, seguir o calendário de vacinas e manter um hábito de vida saudável, com prática esportiva adequada para a faixa etária, ajuda na prevenção. No caso dos adolescentes, a dica é alertar sobre os riscos do tabagismo.

 

Principais doenças

Recém-nascidos: as principais doenças dizem respeito a complicações de prematuridade, como a displasia broncopulmonar (um distúrbio pulmonar crônico), pneumonias e desconforto respiratório adaptativo.

Após os 28 dias de vida: bronquiolite, pneumonia, sibilância recorrente e tuberculose são as mais comuns.

Crianças: na idade pré-escolar e escolar, asma e pneumonia. As mesmas podem acometer os adolescentes, também diagnosticados não raramente com tuberculose.

Adultos e idosos: asma, pneumonia e DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, que diminui a capacidade respiratória) são as principais. É importante que o médico seja procurado ao primeiro sinal das doenças respiratórias, para que o diagnóstico seja feito precocemente, aumentando as chances de um resultado positivo no tratamento.

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Atuação Fisioterapeutica na Doença Pulmonar Crônica


IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA PULMONAR NO TRATAMENTO DE PNEUMONIAS

Importância da Fisioterapia em pneumonia em crianças



IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA PULMONAR NO TRATAMENTO DE PNEUMONIAS

Algumas recomendações podem ajudar você a reduzir a exposição aos alérgenos não-domiciliares (polens, mofos), os quais podem desencadear seu...

Previna a rinite



Algumas recomendações podem ajudar você a reduzir a exposição aos alérgenos não-domiciliares (polens, mofos), os quais podem desencadear seus sintomas alérgicos.

1. O que fazer

Mantenha as janelas de sua casa fechadas durante a noite, para prevenir a entrada de polens e esporos de fungos, em sua casa. Ao invés de deixá-las abertas, use, se possível, um ar condicionado, que pode limpar, resfriar e reduzir a umidade do ar;
Reduza suas atividades na parte da manhã, especialmente no período em que ocorre maior liberação de pólen pelas plantas, ou seja, entre 5:00 e 10:00 da manhã;
Quando estiver viajando, mantenha asa janelas do carro/ônibus fechadas;
Tente permanecer dentro de casa nas épocas em que a quantidade de pólen for muito grande, e também nos dias de grande ventania, quando os polens e esporos são espalhados mais facilmente pelo ar;
Se possível, na época de maior concentração de pólens, faça uma viagem a um local com menor concentração dos mesmos, como praias;
Faça uso correto das medicações prescritas pelo seu médico, e consulte-se regularmente.

2. O que não fazer?

Não faça uso de medicamento em quantidade maior do que a prescrita, com o objetivo de melhorar ainda mais seus sintomas;
Evite cortar grama ou ter contato próximo com grama recém-cortada, pois o corte da grama faz com que o pólen e os esporos de fungos sejam dispersos pelo ar;
Não varra folhas, pois isso também espalha esporos por todo ar à sua volta;
Não estenda lençóis e outras roupas de cama para secar, em ambiente externo. Pólen e esporos de fungos podem aderir a eles;
Não mantenha muitas plantas, nem regue muito as mesmas, no interior da casa se você for alérgico a fungos. Solo molhado favorece o crescimento dos mesmos.

O Portal Educação em suas atribuições, tem por objetivo oferecer aos profissionais e estudantes uma prática constante de atualização, por in...

Curso Online de Fisioterapia Hospitalar


O Portal Educação em suas atribuições, tem por objetivo oferecer aos profissionais e estudantes uma prática constante de atualização, por intermédio da EaD (Educação a Distância).Também visa disponibilizar aos participantes, acesso ao ensino de qualidade com eficácia no aprendizado, fornecendo recursos tecnológicos inovadores, como conteúdo on-line, animações, videoconferência, exercícios de fixação e objetos de aprendizagem, que auxiliam na formação do cidadão contemporâneo, crítico e atuante na sociedade.

Objetivo específico

  • Proporcionar ao aluno informações sobre a fisiologia, patologias e técnicas fisioterápicas encontradas em ambientes hospitalares.

Conteúdo:


  • A fisioterapia no âmbito hospitalar;
  • Fisiologia pulmonar;
  • Estrutura e função;
  • Ventilação;
  • Semiologia respiratória;
  • Exame físico do sistema respiratório;
  • Ausculta pulmonar;
  • Procedimento de ausculta;
  • Avaliação de sinais e sintomas;
  • Frequência respiratória;
  • Radiografia de tórax;
  • Imagens radiológicas patológicas;
  • Técnicas fisioterapêuticas;
  • Técnicas de higiene brônquica;
  • Técnicas de higiene brônquica não-convencionais;
  • Técnicas de reexpansão pulmonar;
  • Exercícios respiratórios;
  • Métodos instrumentais de avaliação respiratória utilizados pelo fisioterapeuta;
  • Ventilometria;
  • Medida da força muscular respiratória (manovacuômetro);
  • Treinamento muscular respiratório (tmr);
  • Interpretação de exames laboratoriais para o fisioterapeuta;
  • Fisioterapia no paciente crítico (uti);
  • Fisioterapia aplicada;
  • Fisioterapia aplicada ao paciente queimado;
  • Complicações pulmonares;
  • Fisioterapia aplicada ao paciente com doença neuromuscular;
  • Avaliação muscular respiratória;
  • Fisioterapia aplicada ao paciente neurológico;
  • Traumatismo cranioencefálico (tce);
  • Hipertensão intracraniana;
  • Acidente vascular cerebral (avc);
  • Fisioterapia aplicada ao paciente pós-cirúrgico;
  • Pós-operatório de cirurgia cardíaca;
  • Aporte hídrico e eletrolítico;
  • Cirurgias abdominais;
  • Cirurgias ortopédicas;
  • Fisioterapia aplicada a pacientes oncológicos.



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