Exercícios respiratórios ajudam quem tem asma








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Exercícios respiratórios podem melhorar a qualidade de vida dos asmáticos. É o que mostra um estudo preliminar realizado pela Universidade de Aberdeen, na Escócia. Embora a avaliação tenha sido feita com adultos, especialista brasileira afirma que eles também são importantes para as crianças. Os exercícios, aliados ao tratamento de controle da alergia, que é uma inflamação dos brônquios, ajudam a diminuir possíveis crises.

Segundo Eliane Alfani, pediatra e pneumologista infantil do Hospital São Luiz (SP), a partir dos 5 anos os exercícios físicos já são importantes para ajudar a fortalecer a musculatura respiratória. Natação e atividades com bola estão entre eles. "Com o tempo, é possível, inclusive, que a dosagem da medicação seja reduzida por conta da atividade", diz.

E essa prática tem efeito acumulativo. Ou seja, mesmo que seu filho faça esporte durante o ano todo e pare um pouco nas férias, não há problema, porque a musculatura já está desenvolvida. Só é preciso retomar logo mais para que ela não regrida.

Para que os exercícios físicos sejam benéficos, a criança não pode estar em crise, uma vez que o quadro de asma pode se agravar ainda mais com o esforço. "Se a criança não estiver muito bem naquele momento, ela não vai conseguir fazer o exercício, porque está com a capacidade pulmonar reduzida, e os sintomas podem piorar", afirma Alfani.

Nem mesmo aquelas crianças que têm a asma desencadeada pelo esforço físico devem abandonar a atividade. "Esse tipo de alergia pode ser inibida com os medicamentos, para que a criança não precise parar com os exercícios, o que só melhora sua qualidade de vida", finaliza a pneumologista.


Mais saúde

Além da atividade física, manter a higiene da casa, deixando-a livre de pó e ácaros, proporcionar uma dieta equilibrada para a criança, substituindo alimentos industrializados -- em especial aqueles que têm corantes que podem acarretar em crises de alergia - por frutas, verduras, legumes, carnes magras e cereais e evitar o contato da criança com a fumaça de cigarro são fundamentais para garantir sucesso no tratamento.

Matéria escita por Ana Paula Pontes


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