Diversos transtornos que ocorrem no organismo humano, podem estar relacionados com o hábito de respirar pela boca. A respiração bucal pode ...

Transtornos ocasionados pela respiração bucal



Diversos transtornos que ocorrem no organismo humano, podem estar relacionados com o hábito de respirar pela boca. A respiração bucal pode se iniciar desde os primeiros dias de vida, mas na maioria das vezes este hábito não é percebido pelos pais.

A respiração nasal é a única considerada fisiológica para o desenvolvimento da boa postura. Qualquer alteração no mecanismo funcional da respiração, poderá gerar desequilíbrios e consequentes deformidades.

Cerca de 30% das crianças em idade pré-escolar sofrem com a síndrome da respiração bucal (SRB). Este transtorno é responsável não somente por problemas de sono, ansiedade e irritabilidade, mas também pelo baixo desempenho escolar, sonolência diurna, dificuldade de concentração, problemas de crescimento, alterações posturais, dificuldade de deglutição, mastigação e oclusão, além de apresentarem maior possibilidade de desenvolvimento de infecções respiratórias.

Quando as crianças respiram pela boca, o cérebro recebe menor quantidade de oxigênio, o que prejudica a capacidade de atenção e consequentemente o rendimento escolar. Além disso, o nariz funciona como um filtro de ar e ao o respirar pela boca, todas as impurezas, como vírus e bactérias, penetram mais facilmente no nosso organismo.

As causas da respiração bucal podem ser diversas, poir isso é importante uma boa avaliação para que o tratamento seja eficaz. O tratamento, muitas vezes, envolve uma equipe multidisciplinar que poderá estar composta de dentista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e médico.

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os problemas respiratórios são a quarta maior causa de óbito por doenças no Brasil. A asma...

Fisioterapia na dificuldade de respirar




Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os problemas respiratórios são a quarta maior causa de óbito por doenças no Brasil. A asma é uma das doenças crônicas mais comuns na infância e é a principal causa de falta às aulas e de limitações para os esportes e atividades físicas.

A asma é uma doença crônica que consiste na inflamação das vias aéreas, o que causa a dificuldade respiratória. Além da medicação, outras formas de tratamentos podem auxiliar na prevenção e recuperação dos pacientes. É o caso da fisioterapia respiratória, indicada tanto para a prevenção quanto para o tratamento de pacientes com distúrbios pulmonares.

Segundo a fisioterapeuta Sara Menezes, presidente da Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (Assobrafir), nas crises de asma, o paciente tem um estreitamento das vias aéreas, os músculos responsáveis pela respiração são sobrecarregados e a musculatura acessória – que normalmente não participa da respiração – é recrutada para conseguir manter a ventilação. Além disso, a respiração nasal é substituída pela respiração oral, favorecendo alterações posturais do tronco e da cabeça. “Com o passar dos anos, a respiração modificada provoca um desequilíbrio de toda a musculatura do tórax que pode ocasionar o surgimento de deformidades. Essas deformações levam o paciente a um círculo vicioso, no qual a respiração inadequada piora a postura, a qual passa a interferir na respiração”, afirma.

Para o presidente do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Roberto Cepeda, a fisioterapia respiratória utiliza técnicas de relaxamento, alongamento e fortalecimento dos músculos do corpo, promovendo, assim, a reeducação funcional respiratória. Sara Menezes afirma que o tratamento da fisioterapia na asma se divide em dois momentos: durante a crise, cujo principal objetivo é a redução da falta de ar por meio de posicionamento adequado, nebulização e uso da ventilação não invasiva. No segundo momento, no período inter-crise, é priorizada a reeducação postural e um programa supervisionado de exercícios físicos.

O avanço do outono anuncia a chegada de um dos períodos do ano mais temidos por pessoas que convivem com doenças respiratórias: o in...

Fisioterapia respiratória é útil no tratamento de doenças como a asma



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O avanço do outono anuncia a chegada de um dos períodos do ano mais temidos por pessoas que convivem com doenças respiratórias: o inverno. A baixa umidade do ar é ingrediente certeiro para o ressecamento das vias aéreas, abrindo brecha para complicações provocadas pela sinusite, pela bronquite e pela asma. Para amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida daqueles que são acometidos por essas doenças, uma especialidade da fisioterapia — até então muito associada à ortopedia esportiva — se mostra a principal aliada.

A fisioterapia respiratória ganha cada vez mais visibilidade no tratamento e na prevenção de enfermidades ligadas às vias aéreas. Com a adoção de técnicas que incluem higiene, estímulo à expectoração, à ampliação da capacidade respiratória e ao fortalecimento da musculatura torácica, é possível mitigar as principais reações provocadas por essas doenças. “Pessoas que têm alteração no sistema respiratório precisam readequá-lo. Com técnicas de fisioterapia que incluem exercícios, é possível reaprender a respirar usando maiores volumes e capacidades pulmonares”, explica Silano Souto Mendes Barros, fisioterapeuta com especialização em fisioterapia em terapia intensiva.

Ao ampliar a capacidade respiratória, a oxigenação dos tecidos é favorecida e o resultado é a melhoria da qualidade de vida. “Do contrário, as pessoas ficam cansadas mais rápido, reduzem as atividades físicas e podem comprometer inclusive a vida sexual e o rendimento no trabalho”, observa Silano. Por isso a importância de priorizar uma respiração correta e que amplie a capacidade pulmonar. Segundo Jocimar Martins, presidente da Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespitarória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (Assobrafir), a especialidade tem papel fundamental na melhoria do condicionamento muscular. “São maiores os benefícios fisiológicos e a capacidade de praticar exercícios”, acrescenta.

Fonte: Correio Braziliense

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