Descrição do curso: O curso Fisioterapia Hospitalar oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre radiografia, higiene brô...

Curso Online de Fisioterapia Hospitalar






Descrição do curso:

O curso Fisioterapia Hospitalar oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre radiografia, higiene brônquica, paciente crítico, UTI e muito mais.

Carga horária: 80 horas

Duração: 30 dias


Conteúdo Programático:

  • A Fisioterapia no Âmbito Hospitalar;

  • Fisiologia Pulmonar;
  • Estrutura e Função;
  • Ventilação;
  • Semiologia Respiratória;
  • Exame Físico do Sistema Respiratório;
  • Ausculta Pulmonar;
  • Procedimento de Ausculta;
  • Avaliação de Sinais e Sintomas;
  • Frequência Respiratória;
  • Radiografia de Tórax;
  • Imagens Radiológicas Patológicas;
  • Técnicas Fisioterapêuticas;
  • Técnicas de Higiene Brônquica;
  • Técnicas de Higiene Brônquica Nãoconvencionais;
  • Técnicas de Reexpansão Pulmonar;
  • Exercícios Respiratórios;
  • Métodos Instrumentais de Avaliação Respiratória Utilizados pelo Fisioterapeuta;
  • Ventilometria;
  • Medida da Força Muscular Respiratória (Manovacuômetro);
  • Treinamento Muscular Respiratório (TMR);
  • Interpretação de Exames Laboratoriais para o Fisioterapeuta;
  • Fisioterapia no Paciente Crítico (UTI);
  • Fisioterapia Aplicada;
  • Fisioterapia Aplicada ao Paciente Queimado;
  • Complicações Pulmonares;
  • Fisioterapia Aplicada ao Paciente com Doença Neuromuscular;
  • Avaliação Muscular Respiratória;
  • Fisioterapia Aplicada ao Paciente Neurológico;
  • Traumatismo Cranioencefálico (TCE);
  • Hipertensão Intracraniana;
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • Fisioterapia Aplicada ao Paciente Pós-Cirúrgico;
  • Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca;
  • Aporte Hídrico e Eletrolítico;
  • Cirurgias Abdominais;
  • Cirurgias Ortopédicas;
  • Fisioterapia Aplicada à Pacientes Oncológicos.

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    Informações sobre o Curso:

    Produtor: Portal Educação

    A Síndrome da Angústia Respiratória do Aguda (SARA) pode ser definida como uma insuficiência respiratória aguda grave, associada a altera...

    Síndrome da angústia respiratória



    A Síndrome da Angústia Respiratória do Aguda (SARA) pode ser definida como uma insuficiência respiratória aguda grave, associada a alterações da permeabilidade da membrana alvéolos capilar com extravasamento de plasma para o interior dos alvéolos resultando com isto, no desenvolvimento de edema pulmonar não-hidrostático. Recebeu esta denominação na década de 1960, sendo que o último “A” significava “adulto”, para que se diferenciasse da angústia respiratória do lactente. Como, entretanto, se observou que a SARA ocorre em todas as faixas etárias, incluindo recém-nascidos a termo,o último “A” passou a denominar-se “aguda”.

    Impressionante lesão pulmonar aguda pode ocorrer em adultos como resultado de uma infecção severa, trauma, ou aspiração de conteúdo estomacal para os pulmões. A síndrome é conhecida como síndrome da angústia respiratória aguda ou do adulto (SARA).

    A injúria do pulmão é caracterizada pelo extravasamento de líquidos dos capilares para o pulmão levando a inundação dos espaços aéreos (álveolo) com fluidos. Não existe um tratamento específico para a doença e a mortalidade está em torno de 40%. A síndrome da angústia respiratória, ou doença da membrana hialina é uma desordem que ocorre em recém-nascidos, mais freqüentemente em prematuros. É uma indicação de desenvolvimento incompleto dos pulmões; as crianças sofrem pela dificuldade de respirar e transferência deficiente de oxigênio para o sangue. Tratamento com surfactante, uma ajuda da medicina para maturar o pulmão, tem sido mostrada ser efetiva em alguns casos.

    A função pulmonar normal requer alvéolos patentes e secos situados de forma próxima aos capilares que o perfundem. A lesão primária da SARA esta localizada na membrana alvéolo-capilar, estas células (endoteliais) realizam a produção e a degradação de prostaglandinas, metabolizam aminas vasoativas, convertem angiotensina I em angiotensina II, produzem em parte, fator VIII. O pneumócito tipo I forra a parede dos alvéolos e é através deles que ocorre a troca gasosa. O pneumócito II é caracterizado por possuir muitos corpos lamelares que produzem o surfactante.Com a lesão teremos uma série de eventos fisiopatológicos que irão culminar com um quadro de insuficiência respiratória aguda.

    Quanto ao acometimento pulmonar, a doença é progressiva, caracterizada por diferentes estágios clínicos, histopatológicos e radiográficos.

    Publicada em 11/08/09 e revisada em 06/07/17

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