Os principais objetivos clínicos da ventilação mecânica são: • reverter a hipoxemia; • reverter a hipercapnia e a acidose respiratóri...

Objetivos da ventilação mecânica





Os principais objetivos clínicos da ventilação mecânica são:

• reverter a hipoxemia;

• reverter a hipercapnia e a acidose respiratória;

• reverter ou prevenir atelectasias em pacientes com respirações superficiais (ex: pósoperatório, doenças neuromusculares);

• permitir sedação e/ou curarização para realização de cirurgias ou outros procedimentos;

• reduzir o consumo de oxigênio em condições graves de baixa perfusão. Nas formas graves de choque circulatório, mesmo na ausência de indicação gasométrica, a ventilação mecânica, diminuindo o consumo de oxigênio pelos músculos respiratórios, pode favorecer a perfusão de outros órgãos (sobretudo coração, sistema nervoso central e território esplâncnico);

• estabilização torácica em pacientes com múltiplas fraturas de arcos costais.

Como o fisioterapeuta pode ajudar em problemas respiratórios ? A Fisioterapia Respiratória é muito ampla na prática profissional e atua no...

Fisioterapia ajudando quem tem problema respiratório




Como o fisioterapeuta pode ajudar em problemas respiratórios ? A Fisioterapia Respiratória é muito ampla na prática profissional e atua no tratamento de pacientes de todas as idades com distúrbios pulmonares agudos ou crônicos.

Pode ser realizada em ambientes hospitalares, no pré e pós operatório de diversas cirurgias, em Unidades de Terapia Intensiva, clínicas particulares, ambulatórios, centro de assistência e reabilitação e até mesmo na casa do paciente quando se fizer necessário.

Suas principais metas são:

Prevenir o acúmulo de secreções nas vias aéreas, que interfere na respiração normal;

Favorecer a eficácia da ventilação;

Promover a limpeza e a drenagem das secreções; Melhorar a resistência e a tolerância à fadiga, durante os exercícios e nas atividades da vida diária;

Melhorar a efetividade da tosse;

Prevenir e corrigir possíveis deformidades posturais, associadas ao distúrbio respiratório;

Promover Suporte Ventilatório adequado, bem como sua retirada, em pacientes internados nas Unidades de Terapia Intensiva.

A Fisioterapia Respiratória tem grande indicação nos casos de pacientes com crises repetidas de asma e bronquite, principalmente se ocorre intensa produção de secreção dentro dos brônquios, situação essa que poderia levar a quadros associados de pneumonia.

A asma, também conhecida como bronquite asmática ou bronquite alérgica acompanha-se de uma inflamação crônica dos brônquios e sintomas como: falta de ar, aperto no peito, cansaço, chiados e tosse persistente. Ocorre em cerca de 10% da população brasileira, sendo mais frequente em crianças.

A asma e a bronquite causam obstrução brônquica, dificultando a saída do ar de dentro dos pulmões. O papel do fisioterapeuta é justamente fazer a desobstrução brônquica. "Assim que é diagnosticada a asma ou bronquite, é importante que a pessoa procure este especialista para fazer a sua reeducação respiratória, através dos exercícios de relaxamento, postura e o uso do inalador. Isso ameniza muito as crises, diminuindo também a incidência de processos infecciosos pulmonares", explica a fisioterapeuta Dora Veinad Serrano. O fisioterapeuta também tem um papel fundamental no auxílio às pessoas com seqüelas respiratórias causadas por uma forte pneumonia. Nesses casos, pode ocorrer derrame na pleura ("capa"que envolve os pulmões), isto é, um acúmulo de secreção ou água no local.

A Fisioterapia Respiratória, através de ventilação e exercícios próprios, chega a atingir 100% de regressão e melhora desse tipo de quadro clínico. Na UTI, a Fisioterapia Respiratória tem um caráter mais dinâmico e objetivos diferentes. Auxilia na manutenção das funções vitais, através da prevenção e/ou tratamento das doenças cardio-pulmonares, circulatórias, reduzindo assim a chance de possíveis complicações e o tempo de ocupação do leito.

Cabe também ao fisioterapeuta, na admissão do paciente em UTI, adequar o suporte ventilatório necessário, através da instalação imediata de oxigenoterapia e ventilação mecânica.

Asma

Apesar de tanto progresso, a asma ainda hoje é uma doença problemática e que pode levar à morte. O conhecimento da doença é uma das chaves para o sucesso terapêutico.

A crise na asma varia de pessoa para pessoa, podendo variar num mesmo indivíduo em diferentes fases de sua vida. Pode ser classificada em: Asma leve: Os sintomas são discretos e esporádicos, não prejudicando o sono, não provocando falta às aulas e ao trabalho. Também não atrapalham as atividades físicas.

A função pulmonar está normal ou próxima dos valores normais.

Asma Moderada: Os sintomas são mais significativos, o paciente apresenta chiados, cansa-se facilmente, tem tosse. Interfere na atividade diária e os sintomas permanecem também durante a noite. A função pulmonar encontra-se alterada em intensidade variável, mesmos nos momentos fora da crise.

Asma Grave: Sintomas são intensos, freqüentes e em alguns casos, ocorre nítido prejuízo do sono, interferindo de maneira importante no desempenho das atividades diárias do paciente. As atividades físicas encontram-se limitadas. A função pulmonar está baixa.

Fonte: www.servivo.com.br

A maioria dos casos são de causa infecciosa. Os microorganismos mais comuns são os vírus respiratórios entre os que se destaca o Adenovíru...

Causas e tratamentos da Fisioterapia em Bebês




A maioria dos casos são de causa infecciosa. Os microorganismos mais comuns são os vírus respiratórios entre os que se destaca o Adenovírus (mais grave). Por sua vez, existem outras causas infecciosas como as bacterianas menos frequentes mas podem ser mais graves. A pneumonia causada pelo streptococcus pneumoniae é a pneumonia bacteriana mais comum. Em geral, os pacientes com pneumonia bacteriana apresentam uma doença subjacente crônica ou aguda, que compromete as defesas do hospedeiro e é mais comum e mais presente durante os meses de inverno, nas zonas temperadas e entre indivíduos da população da idade de 15 a 45 anos.
Existem outros microorganismos que também provocam a pneumonia bacteriana, porém com freqüência bem menor; entre eles incluem-se a Klebsiella pneumoniae, Staphyloccus aureus, Haemophilus influenzae, Legionella peumophila. Pode ocorrer como uma forma lobar ou broncopneumônica.

Outro tipo de pneumonia são as denominadas Pneumonias Atípicas (produzidas por Hycoplasmas) que pode apresentar-se em aproximadamente 30% das crianças maiores de 5 anos.


Tratamento da pneumonia em crianças e bebês

Recomenda-se uma boa hidratação do paciente, o uso de nebulizadores (com ou sem gotas, dependendo da presença de obstrução bronquial), uso de determinados antibióticos que se devem ajustar tanto na dose como na idade para sua escolha.

O uso de antitussígenos não é recomendado, já que podem cortar o reflexo de defesa que dá a tosse e piorar o estado do paciente (atenção com isso), pois ao não tossir, não se eliminam as secreções, ficando retidas e produzindo um fator a mais para piorar a saúde do paciente.

Fisioterapia respiratória é importante para alívio dos sintomas e prevenção de complicações.

Deixe nas mãos do profissional a escolha do antibiótico a ser utilizado, e não automedique um suposto processo pulmonar.


Fisioterapia na Pneumonia

A fisioterapia respiratória em pacientes com pneumonia é de fundamental importância no alívio dos sintomas e rápida eliminação de secreções pulmonares, além de prevenir atelectasias que é o colapso de algumas regiões do pulmão. Através de manobras de higiene brônquica e técnicas de estímulo de tosse ou aspiração traqueal proporcionamos alívio do desconforto respiratório e melhora das trocas gasosas.

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