Objetivo da Fisioterapia Intensiva









O tratamento adequado para pacientes em situações de distúrbio clínico que necessitam de reabilitação gradativa, nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), é de extrema importância e deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar de saúde. Dentre estes profissionais, o papel do fisioterapeuta se destaca por promover diretamente a evolução dessas pessoas na manutenção das funções vitais do sistema corporal, bem como na prevenção de possíveis agravos clínicos.

Com o passar dos anos, o objetivo do nosso trabalho na UTI foi mudando. Antes, era simplesmente impedir o falecimento do paciente. Atualmente, ainda pretendemos evitar essa morte, mas também queremos que ele sobreviva e saia em condições de voltar para a sociedade. E é esse o grande diferencial do fisioterapeuta em terapia intensiva: o paciente não só permanece vivo, mas ele fica funcional e apto, com o mínimo de sequelas possíveis, menor tempo de internação e maior recuperação.

O fisioterapeuta intensivista deve ter o compromisso de realizar a mobilização de forma precoce para proporcionar ao paciente uma melhor qualidade de vida e assim evitando na medida do possível os efeitos deletérios da síndrome do imobilismo.  Ele é o profissional respon­sável pela implantação e gerenciamento do plano de mobili­zação do doente crítico. O objetivo nesta fase é manter amplitude de movimento articular e prevenir en­curtamento muscular, úlceras de decúbito, tromboembolis­mo pulmonar e até mesmo a redução de força muscular

Com a presença do profissional da Fisioterapia Intensiva desde a fase mais crítica da internação desse paciente até o período de alta, dando essa assistência que deve ser o mais integral possível (tanto motora quanto respiratória), o tempo desse paciente na internação em terapia intensiva e no próprio hospital é diminuído

Além disso, ele trabalha com a família do paciente para que os cuidados continuem no ambiente domiciliar, e como consequência ele sai mais rápido e melhor da terapia intensiva.

Por isso falamos muito também do follow up ou acompanhamento pós-internação, que envolve a maneira com que o paciente continua a vida (o quão independente ele fica) e os cuidados que a família necessita ter. A fisioterapia iniciada no ambiente crítico já vai considerar essa recuperação no follow up. Assim, deixamos o paciente com menos sequelas a serem trabalhadas depois da internação.

Então esse é o principal objetivo de o fisioterapeuta estar atuando nesse espaço: favorecer a alta desse paciente, de maneira que ele saia melhor e mais rápido desse ambiente crítico.

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