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UM BRINDE AO ANO QUE SERÁ O ANO DA SUA VIDA.

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Um grande natal para você e sua família



Estamos sempre online para trazer o melhor conteúdo e informação para vocês, nossos leitores.  Desejamos então um ótimo Natal, com toda a paz, amor, felicidade e saúde que você merece.

A Chakalat.net continuará trabalhando para trazer fatos e informações sobre o seu assunto favorito.

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Para o pessoal que trabalha com fisioterapia intensiva em UTI, esse guia é bem legal. O conteúdo programático do  Guia de Bolso de UTI  ...

Guia de Bolso de UTI




Para o pessoal que trabalha com fisioterapia intensiva em UTI, esse guia é bem legal.

  • O conteúdo programático do Guia de Bolso de UTI é apresentado em forma de capítulos para rápida consulta e fácil compreensão. Os editores, Drs. Hélio Penna Guimarães, Fernando Sabia Tallo, Renato Delascio Lopes e José Maria da Costa Orlando, com larga experiência na medicina intensiva e na medicina de urgência e emergência, adquirida à beira do leito, oferecem excelente instrumento de rápida consulta aos intensivistas e aos alunos, devendo fazer parte do arquivo bibliográfico de todos os que exercem a medicina. 

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    Autores: Helio Penna Guimarães, Fernando Sabia Tallo, Renato Delascio Lopes, e José Maria Costa Orlando 

  • Editora: Atheneu
  • Autor: SERGIO DARIO SEIBEL
  • ISBN: 9788538800880
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2009
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 592
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio

Existem três abordagens diferentes: aplicações de pressões positivas durante a inspiração como na pressão positiva intermitente (IPPB), dura...

Técnicas de pressão positiva


Existem três abordagens diferentes: aplicações de pressões positivas durante a inspiração como na pressão positiva intermitente (IPPB), durante a expiração como na pressão expiratória positiva (PEP e EPAP) ou durante a inspiração e expiração (CPAP).

A IPPB inverte os gradientes pressóricos observados em uma respiração normal. A pressão positiva gerada na abertura das vias aéreas pelo tratamento com IPPB cria o gradiente de pressão necessário para promover um fluxo gasoso no interior dos pulmões. Neste caso, a pressão alveolar aumenta durante a expiração quando há fluxo de ar das vias aéreas em direção aos alvéolos. Essa pressão positiva também é transmitida dos alvéolos para o espaço pleural durante a inspiração, fazendo com que a pressão pleural aumente, podendo até exceder a pressão atmosférica durante parte da fase inspiratória de um tratamento com IPPB.

A força retrátil pulmonar e da parede torácica, armazenada durante a inspiração com pressão positiva, causa uma expiração passiva. Quando o ar flui dos alvéolos para as vias superiores, a pressão alveolar cai ao nível da pressão atmosférica, enquanto que a pressão pleural é restabelecida a valores subatmosféricos normais.

Existem situações clínicas que contra-indicam o uso da terapia com IPPB como em presença de pneumotórax, pressão intracraniana elevada, instabilidade hemodinâmica, hemoptise, tuberculose ativa e não controlada, cirurgia esofágica recente, náuseas e cirurgia facial, oral ou craniana recente.

A terapia com IPPB pode fornecer resultados extremamente potenciais como o aumento da capacidade inspiratória ou vital, aumento do VEF1 ou fluxo máximo, melhora da tosse e da eliminação de secreções, melhora da oxigenação e alterações positivas tanto na ausculta, com a melhora dos ruídos pulmonares, quanto em dados radiológicos.

Para que o procedimento obtenha sucesso é necessário orientar adequadamente o paciente, podendo até fazer uma simulação através de um pulmão de teste ou da auto-aplicação com um circuito ventilatório separado.

O paciente pode adotar a posição semi-fowler ou a posição supina quando a posição ortostática está contra-indicada. A peça bucal deve ser inserida estimulando um selamento compressivo para impedir o escape de gás. A máscara somente deve ser utilizada por aqueles pacientes cooperativos e aptos a realizar a técnica sem vazamento do sistema. O aparelho deve ser ajustado a um nível de sensibilidade ou disparo de 1 a 2 cmH20, de modo que a inspiração possa ser iniciada com um esforço mínimo. A pressão deve ser, inicialmente, de 10 a 15cmH2O, sendo os volumes resultantes mensurados e a pressão reajustada sempre que necessário. Se o controle for por fluxo, este deve ser iniciado com valores de baixo a moderado, sendo ajustado conforme o padrão respiratório do paciente. De modo geral, estabelece-se um padrão respiratório de 6 respirações por minuto com um tempo expiratório 3 a 4 vezes maior que o inspiratório.

Portanto, uma vez o tratamento iniciado e o padrão ventilatório estabelecido, a pressão e o fluxo devem ser constantemente ajustados de acordo com cada paciente e com os objetivos da técnica. 

Um volume corrente alvo deve ser estipulado, estando este em torno de 10 a 15 ml/kg corpóreo ou 30% da capacidade inspiratória predita. Se os volumes iniciais são inferiores ao volume alvo, a pressão deve ser aumentada aos poucos até que seja atingido o volume pré-estabelecido. 

A CPAP eleva e mantém as pressões das vias aéreas e alveolar durante todo o ciclo respiratório, aumentando o gradiente de pressão transpulmonar durante a inspiração e expiração.

A terapia com CPAP está indicada para o tratamento de atelectasias pulmonares não resolvidas por outras formas de terapia, para pacientes incapazes de eliminar secreções pela severa limitação da capacidade de ventilar e tossir adequadamente como uma alternativa à intubação e ao suporte ventilatório contínuo de pacientes hipercápnicos e no tratamento de edema pulmonar cardiogênico.

O uso da CPAP não se indica caso o paciente esteja hemodinamicamente instável, com suspeita de hipoventilação ou na presença de traumas faciais, náuseas, hipertensão intracraniana e pneumotórax não tratado.

O paciente sob CPAP respira por um circuito pressurizado contra um resistor de entrada com pressões entre 5 e 20 cmH2O. Uma mistura gasosa de um misturador de oxigênio flui continuamente através de um umidificador até o ramal inspiratório do circuito ventilatório. Uma bolsa reservatório fornece o volume de reserva se o fluxo inspiratório do paciente exceder ao do sistema. O paciente inspira e expira pela peça conectora em T não valvulada. Um sistema de alarme de pressão contendo um manômetro monitoriza a pressão da CPAP nas vias aéreas. O ramal expiratório do circuito está conectado a um resistor de entrada, o qual pode ser uma coluna de água. 

A aplicação da CPAP contínua ou intermitente consiste em uma abordagem complexa e arriscada. Por isso, os pacientes devem ser rigorosamente monitorados e o aparelho deve conter alarmes que indiquem a queda ou aumento da pressão.

Os problemas mais comuns na administração de terapia com pressão positiva é o escape de ar do sistema. Para evitar esse transtorno, os pontos de conexão devem ser checados e as máscaras ou bucais devem estar bem acoplados, mantendo a pressão do circuito acima da pressão atmosférica. Os escapes através do nariz são facilmente corrigidos com o uso de clipes nasais.

Um problema mais grave do uso da CPAP e da IPPB com uso de máscara é a impossibilidade de insuflação gástrica e a aspiração do conteúdo gástrico. Contudo, esse risco pode ser eliminado com a utilização de uma sonda nasogátrica.

Disfunções respiratórias ocorrem na maioria dos pacientes com Doença de Parkinson Idiopática (DPI) em estágios avançados e são responsáveis ...

Fisioterapia respiratória na doença de parkinson idiopática


Disfunções respiratórias ocorrem na maioria dos pacientes com Doença de Parkinson Idiopática (DPI) em estágios avançados e são responsáveis por substancial mortalidade e morbidade1,2. Obstrução de vias aéreas superiores, diminuição da complacência da caixa torácica e discinesias musculares produzidas pela terapia com levodopa3 podem produzir  dispnéia, hipoventilação, atelectasias e retenção de secreções pulmonares, anormalidades associadas, principalmente, a uma maior predisposição às infecções respiratórias1,2.
Em geral, o tratamento fisioterapêutico da DPI visa a manutenção das habilidades motoras prejudicadas pela doença e responsáveis por uma maior independência nas atividades de vida diária sem preocupação específica com as disfunções respiratórias.
Köseoglu et al.6 aplicaramexercícios diafragmáticos, de inspiração profunda e hiperpnéia voluntária, tendo mostrado efetividade em casos não-avançados e sem sintomatologia respiratória. Morris4 propõe manter a permeabilidade das vias aéreas e a capacidade vital como alguns dos objetivos do tratamento do paciente em estágio avançado.
A fisioterapia respiratória é conhecida por sua efetividade na melhora dos sintomas e prevenção de complicações respiratórias.Este trabalho teve como objetivo relatar o caso de um paciente portador de Doença de Parkinson Idiopática em estágio avançado em que a intervenção fisioterapêutica foi especificamente direcionada às disfunções respiratórias.

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Dica para atualização profissional


A atualização é importantíssima para qualquer profissional, principalmente na área da saúde. Ecursos extras podem ajudar muito essa atualização, principalmente depois de formado.

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Desenvolvida por Pryor e Webber define-se como a combinação de uma ou duas expirações forçadas ('huffs') de volume pulmonar médio a ...

O que é a TEF (Técnica de Expiração Forçada)?



Desenvolvida por Pryor e Webber define-se como a combinação de uma ou duas expirações forçadas ('huffs') de volume pulmonar médio a baixo e períodos de controle diafragmático e relaxamento. O objetivo desse método é promover a remoção de secreções brônquicas acumuladas com a menor alteração da pressão pleural e menor probabilidade de colapso bronquiolar.

A glote deve manter-se aberta durante a técnica e, para isso, o paciente deve emitir sons de "huff" durante a expiração. O "huff" é uma manobra forçada e a sua duração ou a força de contração dos músculos expiratórios podem ser moduladas para ampliar o fluxo expiratório e diminuir o risco de colapso das vias aéreas. 

Um "huff" de volume pulmonar médio é realizado a partir de uma respiração média com a boca e a glote abertas e o ar deve ser expulso dos pulmões pela ação dos músculos da parede torácica e os abdominais. Enquanto um "huff" de baixo volume pulmonar move secreções periféricas, um "huff" de alto volume remove muco localizado nas partes proximais das vias aéreas superiores. Portanto, quando necessário, o "huff" deve ser longo o bastante para descolar secreções mais distais, porém não deve se prolongar muito, o que causaria uma tosse paroxística desnecessária, ou mais breve uma vez que as secreções já atingiram as vias aéreas superiores.

A pausa entre um ou dois "huffs" é muito importante, pois previni um possível aumento na obstrução do fluxo aéreo e sua duração varia de acordo com as características físicas de cada paciente.

A TEF tem se mostrado bastante eficaz para a higiene brônquica de pacientes com tendência ao colapso das vias aéreas durante a tosse normal, como é o caso dos bronquiectásicos, enfisematosos e portadores de fibrose cística.

Este método consiste da auto aplicação de uma pressão positiva na expiração através de uma máscara onde é acoplada uma válvula, na qual a r...

O que é EPAP



Este método consiste da auto aplicação de uma pressão positiva na expiração através de uma máscara onde é acoplada uma válvula, na qual a resistência expiratória será fixada (entre 5 a 20 cmH2O). Devido a pressão positiva expiratória, um maior volume de ar chega as vias aéreas periféricas durante a inspiração, evitando o colapso e permitindo a movimentação do ar por de trás dos tampões mucoso, pelo aumento da ventilação colateral. O aumento da pressão, desloca o muco em direção as vias aéreas centrais, onde pode ser eliminados.

Falk e cols. (1984) demonstraram em estudos que o EPAP é mais eficaz na limpeza das secreção, na melhora da capacidade residual funcional e na saturação de O2 quando comparadas com a fisioterapia convencional. Tonnesen & Stovring (1984) reafirmaram esses efeitos em seu estudo com 12 pacientes com fibrose cística, além de justificar o uso do EPAP por ser mais fácil de administrar e não ser caro. No entanto no estudo de Hofmeyr e cols. (1986), não foi observado benefícios adicionais na depuração das secreções brônquica quando o EPAP foi comparado com a fisioterapia respiratória convencional.

Van der Schans e cols. (1991) demonstraram que o aumento do volume pulmonar foi maior durante o uso da pressão positiva de 15 cmH2O do que com 5 cmH2O, entretanto a clearance mucociliar espontânea ou pela tosse não foi influenciada pela variação desses níveis.


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Este tipo de pneumonia ocorre quando acontece a entrada de líquidos, secreções do próprio corpo ou outras substâncias, da via aérea superior...

Pneumonia por aspiração


Este tipo de pneumonia ocorre quando acontece a entrada de líquidos, secreções do próprio corpo ou outras substâncias, da via aérea superior ou do estômago para dentro dos pulmões. A partir daí, é desenvolvida a pneumonia que, geralmente, é causada por um anaeróbio – bactéria que pode viver na ausência de oxigênio. Muitas vezes o conteúdo que é aspirado para um ou ambos pulmões é o suco gástrico do estômago, o qual, por ser ácido, inicialmente causa uma pneumonite (inflamação) nos pulmões; após isso, ocorre o desenvolvimento da pneumonia propriamente. Consideramos via aérea superior o trajeto que se situa entre o nariz e as cordas vocais.

Esta doença é mais freqüente em pacientes muito jovens ou nos idosos.

Como se adquire?

Geralmente, existem duas condições predisponentes para que ocorra a aspiração do inóculo para os pulmões. Uma delas é uma falha nos mecanismos de defesa que protegem os pulmões, e a outra acontece porque o inóculo que alcançou o pulmão (ou pulmões) tem de ser suficientemente deletério para iniciar o processo inflamatório da pneumonia.

Dentre os principais mecanismos de defesa está o reflexo da glote, o qual funciona como uma fenda que se fecha ao nível das cordas vocais para que nenhum líquido ou outra substância chegue, inadvertidamente, até os pulmões. Existe também o reflexo da tosse, o movimento ciliar e a fagocitose dos macrófagos dos alvéolos, quando o fechamento da glote não funciona de maneira eficaz.

Então, se o reflexo da tosse não expulsar o líquido ou substância que está indo na direção dos pulmões, um movimento de cílios iniciará a “limpeza” destes. Os cílios revestem a parte interna dos brônquios – “tubulações” que espalham o ar dentro dos pulmões – e funcionam como cerdas de uma escova que trabalha de uma maneira unidirecional, levando a “sujeira” dos pulmões em direção à boca. Se, porventura, todos estes mecanismos forem vencidos e o inóculo alcançar os alvéolos, ainda terá a fagocitose dos macrófagos para combater aquela bactéria deletéria contida no inóculo aspirado. Os alvéolos são diminutos sacos onde ocorrem as trocas gasosas dos pulmões (entra o oxigênio e sai o gás carbônico). Já os macrófagos são as células que englobam (combatem) as bactérias que chegam até os alvéolos. Portanto, para que ocorra a pneumonia aspirativa, a bactéria agressiva que está no inóculo aspirado da via aérea superior para os pulmões terá que vencer todos os mecanismos de defesa supracitados.

Normalmente, as bactérias que comumente causam este tipo de pneumonia são as anaeróbicas que fazem parte da flora (“ambiente”) normal da cavidade oral (boca) e, nos pacientes que adquiriram a doença durante internação hospitalar, os germes mais comuns são os bacilos gram-negativos e o Staphylococcus aureus – bactérias muito agressivas.

Usualmente, o motivo da falha nos mecanismos de defesa do organismo é a perda de consciência ou a presença de algum distúrbio de deglutição (da comida ou da saliva) – como em alguns indivíduos que sofreram derrame cerebral, por exemplo.

Dentre os indivíduos que costumam ter perda de consciência estão os alcoólatras, abusadores de drogas, seqüelados por doença neurológica, doentes mentais, idosos, pacientes de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), epilépticos ou pacientes que tenham feito anestesia geral recentemente ou que tenham sofrido algum traumatismo craniano.

Devemos lembrar também que existem vários estudos demonstrando aspirações em indivíduos sadios que se resolvem espontaneamente, não causando complicações pulmonares como a pneumonia.

O que se sente?

Este tipo de pneumonia poderá ter um curso agudo, crônico ou intermediário. Calafrios, febre, tosse e dor torácica são algumas das alterações que podem ocorrer nesta doença. Geralmente, a tosse é seca nos primeiros dias, mas costuma apresentar expectoração (catarro) nos dias subseqüentes. Este catarro poderá ter a cor amarela, verde ou até raias de sangue. O odor da secreção expectorada nos casos de pneumonia aspirativa por bactérias anaeróbias é típico: tem cheiro de podre (fetidez característica).

A dificuldade respiratória poderá ocorrer devido à dor causada por cada movimento respiratório – a dita “pontada”. Se a pneumonia for muito extensa, poderá ou não estar associada à cianose – coloração azulada da pele em torno da boca, nos lábios, nas orelhas ou extremidades dos dedos. A cianose traduz, neste caso, um sinal de gravidade.

Já os idosos, na maioria das vezes, não apresentam o quadro pneumônico típico descrito acima. Poderão apresentar uma piora no seu estado geral (mental inclusive), com adinamia, diminuição do apetite e, em muitos casos, sem febre.

Nas crianças pequenas, as alterações que costumam aparecer, afetam o estado geral destas. Comumente não surgem sinais ou sintomas específicos de pneumonia. São crianças que, geralmente, estão febrís, com diminuição na ingestão de alimentos (não querem mamar ou comer), choram bastante e a mãe ou responsável pode até notar a dificuldade respiratória da criança.

Algumas vezes, os indivíduos afetados apresentam sintomas por um longo período, com perda de peso e, até, anemia.

Como o médico faz o diagnóstico?

Normalmente, não é difícil para o médico definir tal diagnóstico. Usualmente, são indivíduos sabidamente alcoólatras ou com distúrbios neurológicos prévios que apresentaram, recentemente, algum episódio de perda de consciência – desmaiaram, dormiram bêbados, tiveram uma crise convulsiva ou dormiram e vomitaram deitados. Boa parte destes indivíduos, durante o curso da doença, apresenta odor pútrido na expectoração ou os demais sinais e sintomas de pneumonia.

A radiografia do tórax solicitada pelo médico costuma mostrar algumas particularidades da pneumonia por aspiração, confirmando tal diagnóstico. Exames laboratoriais poderão auxiliar o médico neste sentido.

Como se trata?

Os antibióticos representam a parte mais importante do tratamento. Normalmente, o antibiótico é definido de acordo com a suspeita do médico em relação a qual seria a bactéria causadora.

Certamente, a fisioterapia respiratória e a aspiração com sonda através do nariz e da boca, auxiliam na retirada de secreções que estão indo dos pulmões em direção à boca. Serão medidas importantes para a melhora dos pacientes – principalmente, naqueles com déficits neurológicos que não conseguem cooperar para sua melhora.

Como se previne?

A medida mais importante é o uso da posição semi-reclinada ou mais verticalizada naqueles indivíduos mais propensos à infecção pulmonar por aspiração. Conforme avaliação médica, pacientes com dificuldade de deglutição ou reflexos de defesa diminuídos poderão ser alimentados através de sondas que entram pelo nariz e chegam até o estômago ou intestino, para diminuir as chances de aspiração. Existem procedimentos cirúrgicos que, em alguns casos, podem ser úteis na prevenção deste problema.

O Flutter é uma aparelho semelhante a uma cachimbo, composto de uma esfera de metal de alta densidade que repousa em um cone de plástico ci...

O que é Flutter



O Flutter é uma aparelho semelhante a uma cachimbo, composto de uma esfera de metal de alta densidade que repousa em um cone de plástico circular e uma tampa com vários orifícios. Essa esfera de metal oferece uma resistência ao ar expirado, abrindo e fechando a passagem de ar, promovendo uma pressão positiva expiratória (em torno de 5 a 35 cmH2O), uma vibração oscilatória da parede brônquica (8 a 26 Hz), além de uma aceleração intermitente do fluxo expiratório. A mudança da freqüência de oscilação, depende do fluxo aéreo expiratório e da angulação que o instrumento é utilizado (Scanlan e cols, 2000).

A eficácia do Flutter em comparação a fisioterapia convencional na limpeza das vias aéreas foi estudada por Konstan e cols (1999) e por Gordon e cols (1999), e foi demonstrado que o Flutter pode ser tão efetivo quanto a fisioterapia respiratória convencional no tratamento dos pacientes com fibrose cística. Segundo Konstan e cols além da efetividade na remoção das secreções, essa técnica pode promover uma maior independência no tratamento diário desses pacientes, podendo melhorar a aderência dos pacientes com a fisioterapia respiratória. O Flutter é uma aparelho semelhante a uma cachimbo, composto de uma esfera de metal de alta densidade que repousa em um cone de plástico circular e uma tampa com vários orifícios. Essa esfera de metal oferece uma resistência ao ar expirado, abrindo e fechando a passagem de ar, promovendo uma pressão positiva expiratória (em torno de 5 a 35 cmH2O), uma vibração oscilatória da parede brônquica (8 a 26 Hz), além de uma aceleração intermitente do fluxo expiratório. A mudança da freqüência de oscilação, depende do fluxo aéreo expiratório e da angulação que o instrumento é utilizado (Scanlan e cols, 2000).


A eficácia do Flutter em comparação a fisioterapia convencional na limpeza das vias aéreas foi estudada por Konstan e cols (1999) e por Gordon e cols (1999), e foi demonstrado que o Flutter pode ser tão efetivo quanto a fisioterapia respiratória convencional no tratamento dos pacientes com fibrose cística. Segundo Konstan e cols além da efetividade na remoção das secreções, essa técnica pode promover uma maior independência no tratamento diário desses pacientes, podendo melhorar a aderência dos pacientes com a fisioterapia respiratória. 

O ano de 2010 será muito especial em todo o mundo. Fruto da união de pneumologistas e demais médicos e profissionais ligados à saúde respira...

2010: Ano do Pulmão



O ano de 2010 será muito especial em todo o mundo. Fruto da união de pneumologistas e demais médicos e profissionais ligados à saúde respiratória, o Ano do Pulmão terá entidades médicas do mundo inteiro, entre elas a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), trabalhando pelo objetivo comum de intensificar a difusão de conhecimentos sobre prevenção e cuidados com a saúde respiratória, assim como enfatizando a importância de se diagnosticar e tratar precocemente diversas enfermidades da área.

Por conta disso, a SBPT, fazendo parte ativa das ações do Ano do Pulmão, esteve reunida com entidades como a American Thoracic Society (ATS), European Respiratory Society (ERS) e a American College of Chest Physicians (ACCP) para definir estratégias a serem seguidas no Brasil na conscientização da comunidade sobre doenças como asma, pneumonia, enfisema pulmonar, fibrose cística, tuberculose, entre muitas outras, além de seu manejo.

"Durante os 365 dias de 2010, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, aliada a instituições médicas do mundo inteiro, promoverá e incentivará diversas atividades, campanhas de educação e serviços para a população. Também destacaremos os efeitos maléficos do tabagismo e os caminhos possíveis para o abandono do vício", afirma dra. Jussara Fiterman, presidente da SBPT, que participou das reuniões com outras Sociedades nos Estados Unidos e Europa.

Estes alertas não devem terminar em um ano, ao contrário. A presidente da SBPT adianta que o mais importante será que as informações transmitidas durante o ano sejam duradouras. "O Ano do Pulmão será apenas o início de uma nova era em que a população estará muito mais informada e atenta à sua saúde respiratória". 

Os médicos também querem disseminar a importância de se procurar um pneumologista em caso de dúvidas ou suspeitas de qualquer distúrbio respiratório. "As pessoas precisam saber a quem recorrer em caso de dúvidas, de problemas, e também devem ser orientadas sobre os benefícios de seguir corretamente as recomendações médicas, realizando os exames solicitados e retornando para novas avaliações sempre que solicitado", afirma dr. Fernando Lundgren, diretor de divulgação da SBPT.

Cuide de seu pulmão e respire aliviado!

As doenças respiratórias no Brasil são um grave problema de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), existem no mundo cerca de 300 milhões de asmáticos, 210 milhões de pessoas acometidas pela DPOC e 100 milhões sofrem de distúrbio respiratório do sono. Além disso, a cada ano, 8 mil novos casos de tuberculose são registrados no Brasil, um dos países recordistas em casos da doença. 

A incidência de doenças alérgicas respiratórias, como rinite e asma, também vem aumentando gradativamente. Nos últimos 20 anos, segundo o Ministério da Saúde, este aumento atingiu 40% em alguns países. No Brasil, por exemplo, são em média oito mortes por dia por complicações relacionadas à asma, ou 2.500 óbitos ao ano.

A asma, representa um dos maiores gastos do Sistema Único de Saúde (SUS), superior, inclusive, à Aids. Dados do SUS revelam que são mais de 367 mil autorizações de internações hospitalar (AIH) ao ano decorrentes de asma. Somadas, asma, pneumonia e DPOC representam 12% de todas as AIHs no país, ou gastos superiores a R$ 600 milhões de reais por ano aos cofres públicos.

Em situações de permanência prolongada em leito hospitalar, o acúmulo de secreções é um transtorno ocasionado pela imobilidade. Contudo, a c...

Exercícios respiratórios para fisioterapia



Em situações de permanência prolongada em leito hospitalar, o acúmulo de secreções é um transtorno ocasionado pela imobilidade. Contudo, a conduta atual de mobilização precoce, através da constante troca de posicionamento e da realização de exercícios respiratórios, promove não só a limpeza das vias aéreas, como também previni atelectasias e pneumonias pós-operatórias. Adicionalmente, há uma melhora da ventilação e da função pulmonar, gerando ganho de qualidade de vida desse paciente.

Em âmbito ambulatorial, os exercícios respiratórios visam promover a aprendizagem de um padrão respiratório normal, a conscientização dos movimentos tóraco-abdominais, o ganho de força da musculatura respiratória, a realização de atividades físicas e metabólicas de forma satisfatória e com um gasto energético mínimo, a reexpansão pulmonar, o aumento da ventilação e da oxigenação e a melhora da mobilidade da caixa torácia. 

Todos esses aspectos contribuem para a prevenção de complicações adicionais ou reincidivas com exacerbação de sinais e sintomas.

É importante que o paciente receba orientações sobre o tempo inspiratório e expiratório, sobre a profundidade da respiração e quanto ao padrão respiratório mais adequado, bem como a maneira de utilizar corretamente a musculatura inspiratória e o ensinamento de que a inspiração deve ser feita pelo nariz, ao passo que a expiração deve ser efetuada pela boca.

Os exercícios de fortalecimento da musculatura respiratória assoaciados à respiração são bastante importantes, pois em um momento mais avançado, quando o paciente se submeter a esforços físicos maiores, representará uma vantagem mecânica indispensável para se obter um bom desempenho respiratório.Podem ser realizados através da respiração contra-resistida, da respiração mantida, da respiração fracionada, da expiração prolongada, de exercícios cinesioterápicos para a musculatura abdominal, além do uso de instrumentos como o Threshold, Triflo, Inflex, a coluna d´água e o manuovacuômetro para o ganho de força e resistência muscular respiratória.

A estimulação diafragmática visa ensinar o paciente a respirar de forma adequada, utilizando o diafragma e, ao mesmo tempo, objetiva promover o relaxamento da musculatura acessória, pois quando solicitada por um período prolongado, além de representar uma desvantagem biomecânica, é responsável por alterações e deformidades posturais. Para isso, é importante a exploração de recursos sensoriais, visuais e proprioceptivos utilizando-se de objetos como pesinhos, espelhos ou até mesmo as próprias mãos.

Exercícios de alongamento do músculo diafragma, através da dissociação das cinturas pélvica e escapular, são importantes, pois geram, condições para que esse músculo, antes retraído, ganhe comprimento e volte a contrair-se com mais potência.

As sessões podem ser realizadas em grupo ou individualmente, com duração de 1 hora, nas quais a aprendizagem do padrão respiratório do tipo diafragmático será enfatizada. Além disso, exercícios de membro e tronco também serão trabalhados. Os exercícios devem ser executados na posição mais conveniente e confortável e podem contar com o auxílio de material adicional como cordas, bolas, bastões, bexigas ou aparelhos mais específicos como incentivadores respiratórios e fortalecedores musculares.


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A tosse pode ser estimulada manualmente através da excitação dos receptores da tosse localizados na região da traquéia. Pode ser obtida pela...

Fisioterapia e a tosse induzida



A tosse pode ser estimulada manualmente através da excitação dos receptores da tosse localizados na região da traquéia. Pode ser obtida pela indução manual denominada tic-traqueal, o qual consiste em realizar movimentos circulares ou um movimento lateral da traquéia durante a fase inspiratória.

Outras técnicas também podem desencadear o estimulo da tosse como a compressão manual brusca do tórax, a tosse induzida por meio da vibração mecânica, posicionando o vibrador na porção externa da cânula traqueal, se houver via aérea artificial ou acima da fúrcula esternal efetuando movimentos circulares, caso não haja via artificial, a tosse induzida por pressão manual digital ao nível das duas primeiras costelas (zona gatilho), a tosse induzida pela troca de decúbitos, a instilação de uma solução contendo 2 ml de água, soro ou água com vodka, entre outros.

Por tratar-se de um recurso pouco agradável deve restringir-se aos pacientes em estado comatoso, de inconsciência, confusão mental, ou ainda aqueles que apresentam reflexo da tosse ausente ou diminuído.


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Dvd sobre sistema respiratório




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Este post é um publieditorial

A indicação mais freqüente para a terapia por inalação parte do princípio de que a hiperviscosidade e a hiperaderência das secreções brônqu...

AEROSSOLTERAPIA OU INALOTERAPIA



A indicação mais freqüente para a terapia por inalação parte do princípio de que a hiperviscosidade e a hiperaderência das secreções brônquicas podem ser corrigidas quando o muco estagnado nas vias aéreas é hidratado. Nestes casos, são utilizadas substâncias diluentes como água ou soluções salinas capazes de diluir a concentração do muco por adição de solventes.

Pode ser administrada em conjunto com a terapia medicamentosa, sobretudo os mucolíticos, antibióticos e broncodilatadores, fluidificando as secreções, diminuindo os processos inflamatórios e reduzindo o broncoespasmo.

É um método terapêutico bastante simples que transforma uma solução de determinados líquidos em névoa quando submetida a uma determinada pressão.

A aerossolterapia mecânica varia de acordo com o tipo, a finalidade e o fabricante do equipamento, mas constitui-se basicamente por um depósito para o líquido que será nebulizado, dotado de um anteparo esférico que recebe e divide as partículas, por uma máscara, um circuito que liga o depósito à fonte e uma fonte pneumática a qual pode ser um compressor de ar ou oxigênio.

O ideal é que o nebulizador consiga a maior uniformidade possível de partículas dentro do que se pretende, uma vez que o tamanho das partículas determina a sua distribuição dentro do sistema respiratório. Assim, partículas produzidas por um aerossol entre 0,5 a 5 microns são capazes de alcançar as vias aéreas terminais, mas não a superfície alveolar, enquanto que as de diâmetro superior a 15 microns atingem vias aéreas mais superiores somente.

Existem vários tipos de nebulizadores no mercado, porém os mecanismos mais utilizados são os de ação pneumática (ar comprimido) em que um jato de gás de alta pressão é liberado através de um depósito contendo água, formando gotas de água e vapor lançadas contra um anteparo que filtra as partículas maiores (5 a 20 microns), ou por ação ultrassônica onde uma corrente elétrica ativa um transdutor produzindo oscilações de alta freqüência ,transmitidas para um depósito contendo uma solução e gerando partículas com tamanhos entre 5 a 8 microns. Pode também ser realizado por aerossóis propelidos a freon, o qual gera alta pressão e produz uma névoa com a solução utilizada.





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A   Cinesioterapia Respiratória   é aplicada em todas as idades sendo de maior eficácia em bebés e crianças, pois estas, devido às particu...

Atuação da Fisioterapia Respiratória



A Cinesioterapia Respiratória é aplicada em todas as idades sendo de maior eficácia em bebés e crianças, pois estas, devido às particularidades do seu aparelho respiratório, estão mais expostas a infecções respiratórias que podem ter consequências graves para a sua função respiratória.

 

Diversas são as etiologias responsáveis pela a acumulação de secrecções. Nas crianças aplica-se principalmente nas seguintes patologias:

 

  • Bronquiolite
  • Pneumonia
  • Pneumopatia
  • Infecções Respiratórias
  • Rinite Alérgica
  • Asma brônquica

 

A Cinesioterapia Respiratória visa a libertação das secreções que causa a obstrução das vias aéreas centrais e periféricas e a promoção da função respiratória normal de uma forma eficaz.

 

A desobstrução depende fundamentalmente de 5 passos que, por sua vez são interdependentes uns dos outros:

 

Desobstrução nasal

  • Assoar correctamente o nariz
  • Inspiração nasal

 

Fluidificação das secreções

  • Aporte de líquidos
  • Atmosfera húmida
  • Aerosolterapia

 

Mobilização e Progressão

  • Movimento no tórax
  • Aumento do fluxo expiratório

 

Expulsão

  • Tosse
  • Aspiração das secreções

 

O objetivo do Fisioterapeuta é restituir a ventilação à área comprometida.

A bronquiolite é uma doença, que se caracteriza por uma obstrução inflamatória dos bronquíolos ( pequenas vias aéreas). Geralmente é causada...

Bronquiolite


A bronquiolite é uma doença, que se caracteriza por uma obstrução inflamatória dos bronquíolos ( pequenas vias aéreas). Geralmente é causada por uma infecção viral e afeta principalmente crianças até 2 anos de idade. Assim como a bronquite, a bronquiolite também é uma doença sazonal, ocorrendo principalmente nos meses de outono e inverno.

A obstrução bronquiolar origina-se do espessamento das paredes bronquiolares e por tampões de muco e detritos celulares. A obstrução parcial dos bronquíolos pode acarretar aprisionamento de ar (hiperinsulflação) e se a obstrução for completa, atelectasia (colapso pulmonar).

Dentre as várias causas da bronquiolite estão: danos pela inalação de poeira; fogo; gases tóxicos; cocaína; tabagismo; reações induzidas por medicações; infecções respiratórias.

O vírus sincicial (VSR) é o principal responsável, embora outros, como o parainfluenza e o adenovírus possam ser ,também, causadores. O VSR pode causar infecção no nariz, garganta, traquéia, bronquíolos e pulmão, sendo que os sintomas são leves como os da gripe em adultos e crianças maiores, já nas crianças com menos de 1 ano, o VSR pode causar pneumonia ou uma infecção freqüente na infância, a bronquiolite.

O VSR é muito contagioso e se dissemina de pessoa a pessoa, por meio do contato das secreções contaminadas do doente com os olhos, nariz, boca do indivíduo sadio. O doente, ao levar sua mão à boca, nariz ou olhos, acaba contaminando as suas mãos e, ao tocar em outra pessoa, a doença se espalha.

O indivíduo sadio também pode se infectar ao respira num ambiente onde um doente, ao tossir, falar ou espirrar, deixou gotículas contaminadas com o vírus disperso no ar.

Os fatores de risco para o desenvolvimento da doença são: ter menos de 6 meses de idade; exposição a fumaça de cigarro; viver em ambientes com muitas pessoas; criança que não foi amamentada pela pela mãe ou é prematura.

Os sintomas mais comuns são: tosse intensa; febre baixa; irritabilidade; diminuição do apetite; taquicardia (freqüência cardíaca acima do normal); freqüência respiratória superior a 60, vômito ( em crianças pequenas); dor de ouvido (nas crianças); conjuntivite (olhos avermelhados); batimento da asa do nariz (abrindo e fechando) que ocorre em situações de dificuldade respiratória e cianose ( coloração azulada da pele que costuma aparecer em torno da boca e na ponta dos dedos).

diagnóstico é feito através do exame do paciente, dos sintomas referidos por ele ou pelos pais. A radiografia do tórax poderá ajudar. Existe um exame da secreção do nariz ou dos pulmões, que pode confirmar o VSR. O hemograma não trás contribuição para o diagnóstico, a não ser que ocorra infecção bacteriana secundária.

O tratamento 
A advertência de Reynolds é permitida: "Em conseqüência da dificuldade em distinguir-se nitidamente a bronquiolite de outras doenças, como a broncopneumonia e asma, não é permitido ser dogmático a respeito do tratamento"

A administração de oxigênio é necessária, exceto em casos muito leves.

É bastante controvertido o uso de antibióticos, uma vez que se trata de uma doença causada principalmente por vírus. Por outro lado, como a broncopneumonia confunde-se facilmente com a bronquiolite, alguns autores aconselham antibióticos de largo espectro.

Broncodilatadores (adrenalina, isoproterenol, aminofilina, salbutamol e outros) podem facilitar a entrada e saída de ar nos pulmões.

Corticoesteróides (antiinflamatórios) embora muito empregado por alguns, não mostram vantagens em alguns estudos feitos. Em casos graves seu uso é admitido.

Nos casos graves em que a criança faz apneia (parada respiratória), é possível superá-la mantendo-a com ventilação mecânica, através de tubos endotraquela por algum tempo. Essa é uma das funções do fisioterapeuta, que também poderá fazer manobras de higiene brônquica (exceto tapotagens, pois pode aumentar a obstrução das vias aéreas) para ajudar a fluidificar e eliminar secreções, ensinar e fazer técnicas para melhorar a ventilação e eliminação de secreções, quando o paciente não for criança.

Normalmente, os sintomas da doença desaparecem dentro de uma semana e a dificuldade em respirar melhora no terceiro dia.

Contudo, um grande número de crianças, depois de uma provável crise de bronquiolite por VSR, continuam com chiado no peito intermitentemente assim como ocorre na asma. Esta é chamada de sibilância recorrente pós bronquiolite. È uma situação problemática que necessita do manejo criterioso do médico.

prevenção baseia- se em; evitar contato com as pessoas doentes e lavar as mãos freqüentemente são importantes.

As crianças que freqüentam creches possuem maior risco devido ao contato com outras crianças.

A oxigenoterapia consiste na administração de oxigênio suplementar com o intuito de elevar ou manter a saturação de oxigênio acima de 90%, c...

OXIGENOTERAPIA


A oxigenoterapia consiste na administração de oxigênio suplementar com o intuito de elevar ou manter a saturação de oxigênio acima de 90%, corrigindo os danos da hipoxemia.

Deve ser administrada com base em alguns parâmetros utilizados para avaliar o grau de oxigenação sangüínea. A pressão arterial de oxigênio (PaO2), normalmente entre 90 e 100mmHg, deve ser analisada. Essa medida refere-se à quantidade de oxigênio dissolvida no plasma e valores abaixo da normalidade indicam trocas gasosas ineficientes. Outro índice importante é a saturação da oxiemoglobina arterial (SatO2) que é proporcional à quantidade de oxigênio transportado pela hemoglobina. Seu valor é igual ou maior que 97% e pode ser monitorada pela oximetria de pulso ou de forma invasiva por meio de coleta e análise do sangue arterial. A saturação venosa de oxigênio (SvO2), a pressão de oxigênio venoso misto (PvO2), o conteúdo do oxigênio arterial (CaO2) e a liberação sistêmica de oxigênio (PO2) são outros parâmetros que também devem ser considerados.

O objetivo primário da oxigenoterapia é aumentar a quantidade de oxigênio carreado pelo sangue aos tecidos. 

Através do aumento da concentração de oxigênio no ar alveolar, cria-se uma diferença entre a pressão parcial desse gás dentro dos alvéolos e o oxigênio dissolvido no plasma, facilitando a passagem de oxigênio para o capilar, sua dissolução no plasma e associação com a hemoglobina, reduzindo os efeitos da hipoxemia.

A oxigenoterapia está indicada sempre que exista uma deficiência no aporte de oxigênio aos tecidos. A hipóxia celular pode ser causada pela diminuição da quantidade de oxigênio no gás inspirado (exposição a elevadas altitudes), diminuição da ventilação alveolar, alterações na relação ventilação/perfusão, aumento do shunt intrapulmonar, alterações de transferência gasosa, decréscimo no gasto cardíaco, em situações de choque hipovolêmico e diminuição ou alterações moleculares da hemoglobina.

Os sistemas abertos, ou seja, sem reinalação do gás expirado, podem ser de baixo ou alto fluxo. Para que se possa usar um desses sistemas, é necessário que haja uma válvula redutora de pressão (permitindo reduzir a diferença pressórica entre rede de oxigênio e a pressão atmosférica) acoplada a um fluxômetro. Os fluxômetros são compensados ou não, em relação à válvula de saída, e a sua leitura é feita em litros por minuto.

Dessa forma, ao se elevar a fração inspirada de oxigênio, constata-se aumento da pressão arterial de oxigênio e, conseqüentemente, diminuição do trabalho respiratório necessário para manter a tensão de oxigênio alveolar, bem como do trabalho miocárdico responsável pela manutenção da oferta de oxigênio aos tecidos.

O sistema de baixo fluxo fornece oxigênio com fluxo menor que a demanda do paciente, com concentrações que variam de 24 a 90%, através de cateter nasal (com ou sem reservatório), cateter faríngeo, cateter transtraqueal, máscara simples ou máscara com reservatório de oxigênio. Há necessidade de que o paciente tenha um rítmo respiratório regular, com volume corrente maior que 5ml/kg e uma freqüência respiratória menor que 25 incursões por minuto. A elevação da fração inspirada de oxigênio produzida por um sistema de baixo fluxo depende da existência de um reservatório (anatômico ou artificial) de oxigênio.

O sistema de alto fluxo é aquele em que o fluxo total de gás que fornece ao equipamento é suficiente para proporcionar a totalidade do gás inspirado, o paciente somente respira o gás fornecido pelo sistema. A maioria dos sistemas de alto fluxo utiliza um mecanismo Venturi, com base no princípio de Bernoculli, para succionar o ar do meio ambiente e misturá-lo com o fluxo de oxigênio. Esse mecanismo oferece altos fluxos de gás com uma fração inspirada de O2 fixa.

O risco da oxigenoterapia depende da duração e da dose de oxigênio utilizados. Caracteriza-se por envenenamento de enzimas celulares, formação insuficiente de surfactante pelos pneumócitos tipo II e dano funcional ao mecanismo mucociliar.

Se utilizarmos oxigênio a 100%, observaremos toxicidade já após 48 horas, sendo os sinais mais precoces de intoxicação por oxigênio o desconforto retroesternal, parestesias de extremidades, náuseas, vômitos e astenia.

A defesa de pacientes portadores de DPOC ante a retenção de CO2 está diminuída, pois perdem a capacidade de aumentar a ventilação na proporção que seria necessária para restabelecer os níveis de PaCO2. Ainda mais como os pacientes com maior grau de obstrução são os que têm tendência a menores PaO2 e maiores valores a PaCO2, estes fatores passam a se somar no sentido de a hipoxemia passar a ser o fator principal no estímulo à ventilação através do quimiorreceptor periférico. Se estes pacientes receberem fração inspirada de oxigênio que faça com que os níveis de PaO2 superem 55 a 60 mmHg, é bastante provável que se retire o estímulo único que eles apresentavam para manter a ventilação e passem a hipoventilar em reter CO2 progressivamente podendo chegar à narcose e coma com apnéia. Por isso, são fundamentais a observação clínica constante e a participação ativa do fisioterapeuta com esse tipo de paciente.

Consiste em um movimento tóracoabdominal sincronizado, gerado pelas mãos do fisioterapeuta sobre o tempo expiratório que se inicia após o pl...

Conceito de Aceleração do Fluxo Expiratório



Consiste em um movimento tóracoabdominal sincronizado, gerado pelas mãos do fisioterapeuta sobre o tempo expiratório que se inicia após o platô inspiratório sem ultrapassar os limites fisiológicos expiratórios do paciente.

A técnica pode ser passiva, ativa-assistida com a colaboração parcial através da realização da expiração com a glote aberta, ou ainda ativa com a colaboração total do paciente para execução da técnica.

Uma das mãos do fisioterapeuta é colocada sobre o tórax e a outra sobre o abdome, sendo necessário sensibilidade para pegar o ritmo da respiração e aplicar a técnica no tempo exato. Pede-se ao paciente uma inspiração máxima e uma expiração com velocidade superior a uma expiração normal, sendo que quando atingido o platô inspiratório o terapeuta auxilia a aceleração do fluxo pela aplicação da manobra. Com a mão torácica, exerce uma pressão oblíqua de cima para baixo e de frente para trás e, ao mesmo tempo, com a mão abdominal, efetua uma pressão também obliqua, mas em sentido oposto de baixo para cima e de frente para trás.

Para deslocar pequenos volumes de secreção, a velocidade do fluxo expiratório deve ser maior, enquanto que grandes volumes serão deslocados com velocidade menos intensa.

É indicada em seqüelas pulmonares pós-cirúrgica e problemas respiratórios de origem neurológica ou traumática, sempre que a secreção for um fator agravante e mostrou gerar grandes benefícios para a higiene brônquica de crianças sob ventilação mecânica.

A drenagem autogênica visa maximizar o fluxo de ar nas vias aéreas para melhorar a eliminação do muco e da ventilação pulmonar (David, 1991)...

O que é drenagem autogênica?



A drenagem autogênica visa maximizar o fluxo de ar nas vias aéreas para melhorar a eliminação do muco e da ventilação pulmonar (David, 1991), sendo uma combinação de controle respiratório com respiração a vários volumes pulmonares.

Chevaillier desenvolveu esse conceito na Bélgica e descreveu a técnica em três fases. A respiração em baixos volumes pulmonares é utilizada com o intuito de mobilizar o muco periférico, constituindo desse modo, a primeira fase ou a fase do "descolar". Já a segunda etapa, a de "coletar" o muco, é obtida através de um período de respiração a volume corrente e, finalmente, a fase do "eliminar" se faz pela respiração a volumes pulmonares mais altos quando se promove a expectoração das secreções de vias aéreas centrais. A tosse é desencorajada até que a última fase do ciclo se complete.

A drenagem autogênica foi modificada na Alemanha mediante alegação de desconforto quando volumes baixos pulmonares são utilizados. Na drenagem autogênica modificada (DAM) o paciente respira em volume corrente e realiza uma apnéia de 2 a 3 segundos ao final de cada inspiração.

Quando analisada, a curva de fluxo-volume pode demonstrar um aumento no fluxo aéreo e na sua duração, promovendo mobilização de maior quantidade de muco em direção central por um período mais prolongado, durante a expiração.

A técnica deve ser ensinada ao paciente o que demanda tempo e persistência, podendo a aprendizagem demorar de 10 a 20 horas. O paciente deve assumir a posição sentada para a execução da técnica de maneira apropriada e as sessões devem durar de 30 a 45 minutos.

A drenagem postural utiliza-se da ação da gravidade para auxiliar a movimentação das secreções no trato respiratório, direcionando-as para a...

O que é drenagem postural?



A drenagem postural utiliza-se da ação da gravidade para auxiliar a movimentação das secreções no trato respiratório, direcionando-as para as vias aéreas centrais onde poderão ser removidas através da tosse.

O uso do posicionamento para drenar secreções baseia-se na anatomia da árvore brônquica e, considerando que há uma tendência em acumular muco nas vias mais distais pelo próprio efeito gravitacional, a drenagem emprega o posicionamento invertido com o objetivo de encaminhar a secreção para uma porção mais superior da árvore brônquica.

Além de auxiliar a mobilizar as secreções, a drenagem postural também promove a melhora da relação ventilação/perfusão. No adulto, tanto a ventilação quanto a perfusão são distribuídas preferencialmente para as partes dependentes do pulmão. Portanto, pacientes com doenças pulmonares unilaterais podem obter melhoras de gasometria simplesmente com a adoção do decúbito lateral com o pulmão não afetado dependente.

Para que a drenagem postural atinja seus objetivos é necessária uma adequada hidratação das vias aéreas, pois em presença de uma secreção muito viscosa a técnica não é tão efetiva.

Baseado em uma avaliação preliminar cuidadosa, a posição de drenagem deve ser escolhida. Antes de posicionar o paciente, o procedimento deve ser explicado. Além disso, é importante inspecionar possíveis aparelhos conectados ao paciente e até mesmo ajustá-los para assegurar o seu funcionamento durante a drenagem postural.

Uma contínua monitoração dos sinais vitais se faz necessária durante a técnica, principalmente em relação à saturação de oxigênio, uma vez que o posicionamento predispõe os pacientes à dessaturação arterial.

Existem controvérsias sobre o tempo de aplicação do método, mas muitos autores defendem a permanência por 15 a 30 minutos em cada posição com o limite de 60 minutos no total.

Sempre que aplicada, o fisioterapeuta deve certificar-se que o paciente realizou a última refeição a pelo menos uma e meia a duas horas antes do início da técnica para evitar refluxo gastroesofágico. Fica contra-indicada a drenagem postural em alguns casos: pós-operatórios imediatos, edema pulmonar, insuficiência cardíaca congestiva, embolia pulmonar, hemoptise ativa, cirurgia medular recente ou lesão medular aguda, pressão intracraniana maior que 20mmHg, hemorragia ativa com instabilidade hemodinâmica, derrames pleurais volumosos, infarto do miocárdio e sempre que o paciente referir intolerância à posição.

A morte da atriz Mara Manzan evidencia mais uma vez a relação do tabagismo com o desenvolvimento de câncer de pulmão. A atriz havia deixado...

Câncer de pulmão pode matar 45 mil brasileiros neste ano



A morte da atriz Mara Manzan evidencia mais uma vez a relação do tabagismo com o desenvolvimento de câncer de pulmão.

A atriz havia deixado o cigarro há quatro anos, após descobrir um enfisema pulmonar. Foram mais de três décadas de vício.

O cigarro provoca 90% dos casos de câncer pulmonar. Dos 10% de vítimas restantes que não colocam o cigarro na boca, um terço fuma passivamente.

Segundo estimativas do Inca (Instituto Nacional de Câncer), 45 mil brasileiros devem vir a óbito devido à doença neste ano. As mulheres estão mais suscetíveis à doença --elas serão 27 mil desse total.

"Atualmente, não existe método mais efetivo de prevenção do câncer de pulmão do que não fumar. Até agora não há exame que detecte a doença precocemente, como o papanicolau [para câncer de útero] ou a mamografia [para câncer no seio]", diz Gilberto Castro, oncologista do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octávio Frias de Oliveira.

Segundo o médico, a relação entre quantidade de tabaco e risco de câncer é direta. "Quanto mais tempo e quanto maior a quantidade de cigarro, maior a chance de desenvolver esse tipo de tumor", ressalta Castro.

Entre os fumantes, alguns correm mais risco do que outros, por razões ainda não esclarecidas. "Há pessoas mais sensíveis aos componentes tóxicos dos carcinógenos [substâncias que afetam o DNA das células normais do epitélio respiratório, causando mutações em seu código genético]", explica o oncologista.

Os tabagistas que abandonam o vício, segundo o médico, podem ter o risco de câncer de pulmão reduzido ao patamar da população que não fuma após 20 anos.

Evitável

O tabaco está entre as principais causas de mortes evitáveis, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde). Todos os anos, cerca de 5 milhões de pessoas morrem no mundo em decorrência do cigarro. No Brasil, que tem 18,8% de sua população fumante, as vítimas somam 200 mil, segundo a Opas (Organização Panamericana de Saúde).

O cigarro causa:

- 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos)
- 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero)
- 85% das mortes por bronquite e enfisema
- 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos
- 45% das mortes por doença coronariana na faixa etária abaixo dos 60 anos
- 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral)

Saiba mais sobre o cigarro

- A fumaça do cigarro reúne, aproximadamente, 4,7 mil substâncias tóxicas diferentes e muitas delas são cancerígenas.
- O tabagismo está ligado a 50 tipos de doenças como câncer de pulmão, de boca e de faringe, além de problemas cardíacos.
- No Brasil, 23 pessoas morrem por hora em virtude de doenças ligadas ao tabagismo.
- Crianças com 7 anos nascidas de mães que fumaram 10 ou mais cigarros por dia durante a gestação apresentam atraso no aprendizado quando comparadas a outras crianças.

Fonte: Ministério da Saúde

Voce conhece o MEDMAP? É um site da Universidade Federal Fluminense - a UFF que disponibiliza inúmeros resumos sobre inúmeros temas médicos...

Aula de Fisiologia Respiratoria


Voce conhece o MEDMAP?

É um site da Universidade Federal Fluminense - a UFF que disponibiliza inúmeros resumos sobre inúmeros temas médicos.

Eu achei um mapa sobre Fisiologia Respiratória muito bom.

Acesse: http://medmap.uff.br/index.php?option=com_content&task=view&id=219

Hipertensão Arterial Pulmonar


A Embolia Pulmonar é uma doença comum, que pode ser mortal. Resulta da obstrucção de uma artéria pulmonar por um embolo que pode ser um tro...

A embolia pulmonar e a fisioterapia



A Embolia Pulmonar é uma doença comum, que pode ser mortal. Resulta da obstrucção de uma artéria pulmonar por um embolo que pode ser um trombo (massa de plaquetas e fibrina), células / bactérias, ar, liquido amniótico ou gordura. Consoante aquilo que lhe dá origem tem o nome de 
TromboembolismoEmbolia SépticaEmbolia GasosaEmbolia Gorda, etc...

Quando uma embolia pulmonar ocorre, subitamente a circulação é interrompida em uma parcela do pulmão. Isso aumenta a resistência à circulação do sangue e diminui a área de funcionamento normal do pulmão. O aumento da resistência sobrecarrega o coração. A diminuição da área de trocas gasosas leva a uma menor oxigenação do sangue. Conforme a situação clínica prévia do paciente que sofreu a embolia, o processo pode não ser percebido imediatamente, por ser assintomático, ou pode levar à morte súbita antes do diagnóstico correto.

Os sintomas de uma embolia pulmonar dependem do grau de prejuízo trazido ao funcionamento do organismo. Trombos pequenos em pacientes jovens podem provocar apenas uma sensação de cansaço leve. Trombos grandes acarretam graves conseqüências respiratórias e queda acentuada na pressão arterial, variando do choque à morte. Falta de ar, em geral súbita, chiado no peito, tosse, que algumas vezes pode estar acompanhada de sangue, e até cianose (distúrbio circulatório que deixa a pele do paciente de cor azulada devido a alteração da hemoglobina ligada ao oxigênio) são quadros comuns. Pode ocorrer taquicardia, dilatação das veias do pescoço, aumento de tamanho de fígado e baço, além de inchaço nas pernas.

 A formação de trombos nos membros inferiores pode ser prevenida evitando-se repouso prolongado na cama, movimentação ativa das pernas e uso de meias elásticas ou dispositivos de compressão para facilitar o fluxo de sangue e deambulação precoce após cirurgias. Heparina subcutânea deve ser usada por pacientes que irão permanecer acamados por maior tempo ou que serão submetidos a cirurgias de maior risco, tais como cirurgias ortopédicas nos membros inferiores ou cirurgia de retirada de tumores. É nessa hora que a fisioterapia tem a sua ação, evitando que haja um acúmulo de trombos em membros inferiores e facilitando a circulação no local. 

Embolia pulmonar por trombose profunda


Uma das áreas mais promissoras dentro da Fisioterapia e a que também tem mais oportunidades é a área de Fisioterapia Respiratória, seja em c...

Fisioterapeuta na area Respiratória


Uma das áreas mais promissoras dentro da Fisioterapia e a que também tem mais oportunidades é a área de Fisioterapia Respiratória, seja em clinicas, hospitais ou mesmo em atendimento domiciliar.

É fundamental para o fisioterapeuta saber as princiapais manobras e quando executa-las.

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