SINTOMAS RESFRIADO GRIPE Febre:   ausente ou rara     comum, (39º a 40º C)   Cefaléia (dor de cabeça): ausente comum M...

Diferença entre sintomas de gripe e resfriado



 

SINTOMAS

RESFRIADO

GRIPE

Febre:

 

ausente ou rara

 

 

comum, (39º a 40º C)

 

Cefaléia (dor de cabeça):

ausente

comum

Mal estar geral:

 

discreto

 

comum, severo e duradouro

Faringite (dor de garganta):

comum

menos comum

 

Secreção nasal:

 

 

comum e abundante

 

menos comum, pouca

Vômito e/ou diarréia:

raro

comum

 

 

Terapia da Expansão Pulmonar


Eliminar toxinas, combater estresse e ansiedade. Pode parecer difícil, mas é possível acabar com isso por meio da respiração. É ...

Use a respiração para combater estresse e ansiedade



Eliminar toxinas, combater estresse e ansiedade. Pode parecer difícil, mas é possível acabar com isso por meio da respiração. É o que ensina a técnica de respiração Sudarshan Kriva. "A maioria das pessoas usa em média 30% da capacidade pulmonar. Porém, a respiração é responsável por até 80% da eliminação das toxinas do nosso sistema. Esse mau uso acontece porque muitas não observam o modo como respiram", afirmou Cristina Armelin, membro do Conselho Nacional da Fundação Internacional Arte de Viver.

Cristina, que é professora da técnica, ressalta que as pessoas precisam observar como é sua respiração. "Se é longa e profunda ou rápida e ofegante. Para isso é preciso conhecer o seu corpo. Ao ter esse conhecimento, é só reservar um tempo e escolher um lugar calmo, sentar em uma posição confortável, respirar profundamente com os olhos fechados que já vai notar uma diferença", disse.

No Brasil desde 1988, Sudarshan Kriva está presente em mais de 150 países e foi desenvolvida pelo indiano Sri Sri Ravi Shankar, fundador da ONG Arte de Viver em 1982. Os exercícios realizados durante o curso combinam técnica de respiração, meditação e conhecimentos práticos de como lidar com a mente e com as emoções. "Os alunos aprendem rápido e estão aptos para fazer em casa."

Quem pratica percebe a melhora. "Hoje sou muito mais calma, menos ansiosa, até a alteração do meu humor melhorou. Pratico todos os dias", disse a jornalista Camila Hungria, 24 anos. O autônomo Leonardo da Silva, 56 anos, sentiu melhora na qualidade do sono. "Antes não conseguia dormir, hoje não encontro dificuldades", explica Silva, que uma vez por semana faz a meditação em grupo.

Confira passo a passo de uma das técnicas respiratórias ensinadas por Cristina para fazer em casa e tente eliminar o estresse do dia a dia:

Respiração das narinas alternadas
- Sentar numa posição confortável, com as costas retas, as pernas retas ou cruzadas e olhos fechados;

- Fazer inspirações e expirações longas e profundas pelo nariz para relaxar;

- Depois apoie a mão esquerda com as palmas da mão viradas para cima sobre a coxa esquerda. Leve a mão direita em direção à testa, posicionando os dedos indicador e médio entre as sobrancelhas acima do nariz;

- Com o dedo polegar da mão direita tampe a narina direita e expire soltando todo o ar pela narina esquerda;

- Inspire pela narina esquerda e a feche com o dedo anelar e mínimo, expirando e soltando todo o ar pela narina direita;

- Inspire pela narina direita, fechando-a com o polegar e expire pela esquerda. Inspire pela esquerda e continue assim sucessivamente; - Fazer essa respiração por aproximadamente cinco minutos;

- Esse tipo de respiração é bom para relaxar e equilibrar todo o nosso corpo e é também indicada para se fazer antes de iniciar uma meditação. Pode ser feita uma vez de manhã e outra à noite.



Fisioterapia Respiratória é um guia prático de bolso essencial para estudantes de fisioterapia que atuam na clínica, fisioterapeutas re...

Fisioterapia Respiratória: Um Guia Prático


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Fisioterapia Respiratória é um guia prático de bolso essencial para estudantes de fisioterapia que atuam na clínica, fisioterapeutas recém-formados e fisioterapeutas que trabalham com atendimento de emergência e precisam de atualização.
Apresenta as percepções de especialistas clínicos da área para fisioterapeutas atarefados e que estejam constantemente expostos a situações desafiadoras e estressantes.
Neste livro você encontrará:

- Estudos de caso sobre situações de emergência usuais;
-Técnicas de tratamento de A a Z;
-Questões de autoavaliação que permitem ao leitor verificar o seu entendimento e a sua habilidade no raciocínio clínico;
-Apêndices com valores normais e fármacos normalmente utilizados em áreas de cuidado intensivo, de modo que essas informações essenciais estejam sempre à mão.

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É comum ouvir falar que uma pessoa tem mais fôlego que outra, e aí surgem algumas dúvidas: como podemos aumentar n...

É possível aumentar a capacidade respiratória


É comum ouvir falar que uma pessoa tem mais fôlego que outra, e aí surgem algumas dúvidas: como podemos aumentar nossa capacidade respiratória? Quais as influências e os hábitos que comprometem nossa saúde? Quais os cuidados que devemos tomar para garantir o bom funcionamento dos pulmões?

O fôlego está relacionado diretamente à sensação de falta de ar relatada pelas pessoas especialmente ao realizar atividades físicas. Aquelas que possuem um bom condicionamento físico, que praticam exercícios regularmente e possuem boa massa muscular terão mais fôlego para as atividades. Consequentemente, as pessoas que têm alguma doença pulmonar ou cardíaca, alterações musculares ou são sedentárias terão menos fôlego.

Existem, no entanto, alguns fatores que influenciam nossa capacidade respiratória e podem prejudicar o fôlego.

"O tabagismo e a poluição funcionam como agentes agressores do pulmão. Essas substâncias, quando aspiradas, provocam inflamações", explica o médico pneumologista Oliver Augusto Nascimento, diretor de Assuntos Científicos da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT).

A boa notícia é que existem meios para aumentar a capacidade pulmonar. A prática regular de atividade física, por exemplo, é benéfica para a saúde respiratória, mas deve ser realizada de maneira correta para não trazer danos. Acompanhamento médico, temperatura e umidade do ar adequadas e o respeito aos limites do corpo são algumas dicas dadas pelo médico.

Síndrome do regime

"Muitas pessoas com a chegada do final de ano apresentam o que pode ser chamado de síndrome do regime. Querem fazer tudo de uma vez e esquecem de fazer as avaliações necessárias, colocando a saúde em risco", ressalta.

Além das atividades físicas, as doenças respiratórias também têm relação direta com o fôlego. Doenças como a asma e a DPOC são apontadas como as principais, mas a hipertensão pulmonar também pode causar problemas. Todas elas precisam ser tratadas e receber acompanhamento de um médico pneumologista.

Os maus hábitos também contribuem, e muito, para agravar e até desencadear problemas na saúde respiratória. O principal ainda é o cigarro, mas existem outros hábitos que podem prejudicar o pulmão.

"A preocupação atual é com o *narguilé, que vem sendo muito utilizado pelos jovens. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já lançou um documento alertando para os danos à saúde desse hábito", afirma dr. Oliver.

Enfim, a saúde pulmonar depende de alguns cuidados muito importantes. Em caso de sintomas respiratórios como tosse, catarro ou falta de ar, um médico deve ser procurado para fazer o diagnóstico e dar início ao tratamento, se necessário.

O diagnóstico precoce diminui a progressão de doenças e melhora a qualidade de vida e o fôlego do paciente.

*Narguilé é um cachimbo de água utilizado para fumar, muitas vezes são utilizadas bebidas alcoólicas no lugar da água.

A Fisioterapia faz parte do atendimento multidisciplinar oferecido aos pacientes em unidade de terapia intensiva (UTI). Sua atuação é extens...

Fisioterapia no paciente sob ventilação mecânica



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A Fisioterapia faz parte do atendimento multidisciplinar oferecido aos pacientes em unidade de terapia intensiva (UTI). Sua atuação é extensa e se faz presente em vários segmentos do tratamento intensivo, tais como o atendimento a pacientes críticos que não necessitam de suporte ventilatório; assistência durante a recuperação pós-cirúrgica, com o objetivo de evitar complicações respiratórias e motoras; assistência a pacientes graves que necessitam de suporte ventilatório. Nesta fase, o fisioterapeuta tem importante participação, auxiliando na condução da ventilação mecânica, desde o preparo e ajuste do ventilador artificial à intubação, evolução do paciente durante a ventilação mecânica, interrupção e desmame do suporte ventilatório e extubação.

Neste Consenso, abordou-se exclusivamente a atuação do fisioterapeuta no tratamento dos pacientes sob ventilação mecânica invasiva e não-invasiva, baseando-se as recomendações em resultados de estudos clínicos e na opinião dos especialistas que expõem sua experiência na área de terapia intensiva.

Veja aqui o artigo completo


É o acúmulo anormal de ar entre o pulmão e uma membrana (pleura) que reveste internamente a parede do tórax. Este espaço, que normalmente é ...

Pneumotórax



É o acúmulo anormal de ar entre o pulmão e uma membrana (pleura) que reveste internamente a parede do tórax. Este espaço, que normalmente é virtual, se chama espaço pleural.

Cocorre quando oar, ao entrar entre o pulmão e a parede torácica, pode comprimir o pulmão e causar dificuldade para respirar. Além disso, quando o pneumotórax é grande, ele pode fazer com que o coração se desloque, levando a alterações nos batimentos do coração e, até, à morte.

Sintomas:

Dor torácica – referida em 90% dos casos;
Tosse – ocorre em 10% dos pacientes;
Encurtamento da respiração (falta de ar) – ocorre em 80% dos indivíduos;
Agitação.
Cansaço fácil;
Aceleração dos batimentos cardíacos pode ocorrer;
Coloração azulada da pele (cianose) devido à falta de ar;

De uma maneira geral, os sinais e sintomas supracitados variam conforme a magnitude do pneumotórax, ou seja, depende do volume de ar acumulado no espaço pleural. A presença de doença pulmonar prévia – bronquite crônica, por exemplo – também influi bastante. A dor é aguda, tipo pontada, persistente, no lado afetado do tórax. Já a tosse é seca e irritativa, podendo piorar a falta de ar.

Classificação:

Pode ser classificado como: espontâneo, traumático ou iatrogênico.

O pneumotórax espontâneo pode ser dividido em primário ou secundário, sendo:
 

primário - aquele onde não se identifica uma doença pulmonar concomitante;
secundário – quando existe uma doença pulmonar associada, como o enfisema pulmonar, por exemplo.

O pneumotórax traumático é aquele que resulta de um traumatismo na região do tórax – ferimentos por faca, punhal, tiro de arma de fogo, pancadas por atropelamentos ou outros.

O pneumotórax iatrogênico acontece como resultado de algum procedimento médico, que tinha o intuito de auxiliar no diagnóstico ou no tratamento do paciente. Um pneumotórax iatrogênico pode ocorrer após a tentativa de se acessar uma veia do tórax ou do pescoço, por exemplo.

Além disso, pode-se classificar o pneumotórax como aberto ou fechado quando existir ou não comunicação do espaço pleural com o ambiente.

Quanto a sua magnitude, ele pode ser classificado como grande – distância entre o pulmão e a parede torácica maior que 3 centímetros – ou pequeno quando esta distância for menor que 3 centímetros.

Causas:

- Doenças pulmonares obstrutivas como a asma, enfisema pulmonar e bronquite crônica.
- Traumas torácicos em acidente por arma de fogo (tiro) ou acidente por arma branca (facada), causando o pneumotórax traumático. Outros objetos também podem perfurar o tórax, levando ao mesmo resultado.
- Aqueles que aparecem após procedimentos cirúrgicos ou outros procedimentos médicos (muitas vezes buscando o diagnóstico de doenças ou tentando amenizar sofrimento causado por estas), como a respiração artificial, por exemplo, utilizada em Unidade de Tratamento Intensivo nos pacientes com sofrimento respiratório, que pode levar ao chamado pneumotórax iatrogênico. Contudo, o pneumotórax iatrogênico não é freqüente.
- Infecções graves do pulmão como pneumonias ou tuberculose.
Tumores.

Há indivíduos em que o pneumotórax surge pela existência de uma bolha de ar no pulmão, formada durante o desenvolvimento pulmonar, que, ao se romper, causa o problema. Este é chamado de pneumotórax espontâneo primário.

De forma semelhante, alguns tabagistas, ao longo de vários anos fumando, formam bolhas de ar (bolhas de enfisema), que podem romper, levando ao pneumotórax espontâneo secundário.

O diagnóstico é feito pelo exame físico e na conversa com o paciente, o médico poderá fazer o diagnóstico. Mas, a radiografia do tórax é que confirmará a situação. Esta radiografia mostrará a coleção anormal de ar entre o pulmão e a parede do tórax. Para obter mais dados, o médico poderá solicitar uma tomografia computadorizada do tórax. Pode ser muito útil nos casos de pneumotórax espontâneo.

O tratamento será definido baseando-se no tamanho do pneumotórax (visto na radiografia), na causa deste e na gravidade dos sintomas causados por ele. Além disso, a presença ou não de doenças concorrentes no tórax também influenciará na decisão do tratamento mais adequado.

Como tratamento, o médico poderá optar pela colocação de um dreno no tórax – um tubo de látex entre as costelas fica conectado a um frasco coletor que retira o ar do local anormal. Outra alternativa seria uma cirurgia para a correção ou, simplesmente, a conduta expectante (esperar). Nesta, o médico supervisiona o seu paciente, aguardando que o ar que se encontra no lugar anormal seja reabsorvido por si.

Ainda é incerto se o uso de oxigênio suplementar deve ser usado no paciente com pneumotórax. Contudo, a reabsorção do ar do pneumotórax sem o uso de oxigênio ocorre numa taxa de 2% ao dia. Se utilizada uma suplementação no oxigênio respirado pelo paciente, esta taxa de reabsorção pode aumentar em até quatro vezes o valor normal.

Prevenção:

Evitar o tabagismo é uma maneira de prevenir os casos de pneumotórax relacionados às bolhas de enfisema e ao câncer de pulmão.

Programas para redução da violência urbana, incluindo acidentes de trânsito, também podem ajudar a diminuir os traumas de tórax e, por conseguinte, os casos de pneumotórax.

Depois do primeiro episódio de pneumotórax espontâneo, o indivíduo tem 40-50% de chances de desenvolver novo episódio. Este é mais um motivo para abandonar o fumo.

Quando alguém leva um susto, prende o ar. Se está com medo, inspira e expira com pressa. Em uma situação de raiva, puxa o oxigênio e libera...

Respirar direito abaixa a pressão



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Quando alguém leva um susto, prende o ar. Se está com medo, inspira e expira com pressa. Em uma situação de raiva, puxa o oxigênio e libera gás carbônico com mais força. Sem que a gente se dê conta, a respiração denuncia toda sorte de alteração no organismo — seja fisiológica, seja mental. "É o termômetro das nossas emoções", ressalta a psicóloga gaúcha Ana Maria Rossi, diretora da Clínica de Stress e Biofeedback, em Porto Alegre.

Na última década, ganharam fôlego pesquisas que analisam o caminho contrário, ou seja, os efeitos da respiração na saúde de um modo geral. E os resultados apontam que ela é um coadjuvante eficaz no tratamento de doenças. No Laboratório de Pânico e Respiração da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a prática de exercícios respiratórios diminui significativamente o uso de medicamentos em pacientes que sofrem com o transtorno de pânico, marcado por ataques de medo sem a iminência de um perigo real.

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Os pulmões são dois órgãos localizados no interior da cavidade torácica, revestidos externamente por uma membrana denominada pleura. A pl...

Resumo: Anatomia dos Pulmões




http://www.unifesp.br/dmorfo/histologia/ensino/pulmao/img/009.jpg

Os pulmões são dois órgãos localizados no interior da cavidade torácica, revestidos externamente por uma membrana denominada pleura. A pleura reveste a cavidade torácica internamente (pleura parietal) e os pulmões externamente (pleura visceral). Tais membranas são continuas no hilo do pulmão. Entre elas, existe um espaço virtual denominado de espaço pleural, onde a pressão é negativa. Nesse espaço existe pequena quantidade de líquido pleural que diminui o atrito durante os movimentos pulmonares, podendo estar aumentando em condições patológicas.

http://www.unifesp.br/dmorfo/histologia/ensino/pulmao/img/007.jpg

Os pulmões apresentam forma cônica, com ápice, base, faces (costal, mediastinal, diafragmática e interlobar) e margens (anterior, posterior e inferior), sendo septados em lobos pelas fissuras. Este par de órgãos está apoiado sobre o diafragma, protegidos pelas costelas; ficam separados um do outro em grande parte, pelo coração (área cardíaca). O pulmão direito apresenta-se dividido em três lobos (superior, médio e inferior) por duas fissuras interlobares presentes na superfície. Já o pulmão esquerdo esta dividido em dois lobos (superior e inferior). Os lobos, por sua vez, apresentam-se divididos em segmentos broncopulmonares, conforme a ramificação dos brônquios. O segmento broncopulmonar pode ser definido como sendo a porção do pulmão onde determinado brônquio se distribui. Os segmentos broncopulmonares têm sido muito usados pelos cirurgiões torácicos, broncoscopistas e radiologistas, servem como pontos de reparo em cirurgias e nos diagnósticos.

Fonte: Unesp

Exames anuais de tomografia computadorizada espiral diminuem em 20% as mortes de fumantes por câncer de pulmão, segundo pesquisa divulgada...

Importância do exame de imagem para o cancer no pulmão


Exames anuais de tomografia computadorizada espiral diminuem em 20% as mortes de fumantes por câncer de pulmão, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira.

A tomografia é um tipo de raio-X que fornece uma imagem mais completa do pulmão e consegue detectar tumores mais cedo, antes que se espalhem, segundo a equipe de cientistas patrocinada pelo Instituto Nacional de Câncer, dos EUA.

Dica de livro - Doenças de pulmão: Correlação radiológica e patológica

A pesquisa, que envolveu mais de 53 mil fumantes e ex-fumantes, descobriu que as tomografias foram melhor na detecção de tumores do que as radiografias.
Críticos temem que os fumantes possam ficar menos motivados a parar com o vício se acreditarem que os exames preventivos podem salvar suas vidas, caso tenham câncer.

Os fumantes, de meia idade ou idosos, foram submetidos a três tomografias por ano ou a uma radiografia anual a partir de agosto de 2002. Eles foram acompanhados por cinco anos.

Até o mês passado, 354 pessoas do grupo das tomografias já tinham morrido de câncer no pulmão. No grupo do raio-X, 442 morreram. O risco de morte foi 20,3% menor entre os pacientes que fizeram tomografias.

Os pesquisadores afirmam que a descoberta pode salvar milhares de vidas. O câncer de pulmão é o que mais mata no mundo todo (1,2 milhão de pessoas ao ano) e deve ser responsável por 157 mil mortes nos EUA só neste ano, segundo a Sociedade Americana de Câncer.

Se a doença é detectada em estágio inicial, o tumor pode ser curado cirurgicamente. Mas os sintomas são vagos e, em geral, o diagnóstico só acontece quando o tumor já se espalhou. Só 15% dos pacientes vivem mais do que cinco anos.

Fonte: Folha online

A cada dez pessoas que dão entrada num hospital público por causa de embolia pulmonar (EP), pelo menos duas delas irão morrer. De acordo co...

Embolia pulmonar é fatal em 22% das internações


A cada dez pessoas que dão entrada num hospital público por causa de embolia pulmonar (EP), pelo menos duas delas irão morrer. De acordo com o Datasus, do Ministério da Saúde, entre setembro de 2009 e agosto de 2010 (período de um ano), das 4.963 pessoas hospitalizadas no SUS, 1.087 morreram (21,9%). Apesar da alta taxa de mortalidade da doença, uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (26) mostrou que a embolia pulmonar é desconhecida por 78% dos brasileiros.

O levantamento foi realizado pelo Ibope a pedido da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Dentre os 1.008 entrevistados, 39% já tinham ouvido falar da doença, mas não sabiam do que se tratava, enquanto outros 39% sequer conheciam a enfermidade.

O poder de morte da embolia pulmonar (21,9%) é maior do que o de outras doenças mais conhecidas, como o infarto agudo do miocárdio (com 12,8% de taxa de mortalidade), a tuberculose pulmonar (6,9%) e o mal de Alzheimer (18,8%).

A embolia pulmonar é uma complicação de outra doença: a trombose. O tromboembolismo venoso (TEV) ocorre quando um coágulo (trombo) bloqueia a circulação sanguínea. Quando esses trombos se fixam dentro de vasos profundos da perna, coxa ou pelve – os membros inferiores concentram 90% dos casos – a doença é chamada de trombose venosa profunda (TVP). Os sintomas mais comuns são inchaço da perna, endurecimento da panturrilha (empastamento) e aparecimento de veias e varizes.

O tratamento da TVP ocorre por meio de anticoagulantes que impedem o crescimento do trombo e a formação de novos coágulos. No entanto, se essa doença não for identificada e tratada, o trombo pode cair na corrente sanguínea e atingir o pulmão, bloqueando as artérias pulmonares – configurando a embolia pulmonar. Dependendo da obstrução provocada pelo êmbolo, os sintomas vão desde dificuldades na respiração até a morte (veja mais no infográfico abaixo).

trombose, embolia, TEV, 700 784

Riscos maiores nos hospitais

Segundo o presidente da SBACV, Guilherme Pitta, é importante impedir a progressão da trombose e reduzir as dores e edemas para evitar sequelas e complicações, como a embolia pulmonar. O médico lista uma série de fatores de risco que aumentam as chances de uma pessoa desenvolver os trombos: AVC, câncer, infarto, tabagismo, idade superior a 40 anos, reposição hormonal, quimioterapia, gravidez, pós-parto, obesidade, presença de varizes, dentre outros.

Mas a situação que aumenta de forma significativa as chances de tromboembolismo venoso são as cirurgias, em especial aquelas que reduzem a mobilidade do paciente. De acordo com a pneumologista Ana Thereza Rocha, da UFBA (Universidade Federal da Bahia), o TEV ocorre mais frequentemente nos hospitais.

- Uma vez no hospital, o paciente precisa alertar seu médico [sobre os fatores de risco]. E o hospital precisa identificar o risco de TEV em todos os pacientes internados.

O acompanhamento dos hospitais, no entanto, está abaixo do esperado. Ana Thereza cita um estudo chamado Endorse, que foi feito em 2008 em 32 países. No Brasil, 1.295 pacientes de 12 hospitais foram avaliados. Os resultados mostraram que, apesar de 56% deles serem candidatos a desenvolver TEV, somente 51% recebiam o tratamento adequado.

- O TEV é assintomático em 80% dos casos. As dificuldades diagnósticas são múltiplas, por isso é importante a prevenção.

Segundo o coordenador de pneumologia da Rede D'Or Hospitais, João Pantoja, os riscos não são exclusivos do período de internação no hospital. Ele afirma que, mesmo quando os pacientes que passam por cirurgia deixam o hospital, é preciso manter o acompanhamento e o tratamento adequado com anticoagulantes para impedir a formação dos trombos.

Veja o livro Tromboembolismo pulmonar

Veja o livro Reabilitação Pulmonar

Desconhecimento da população

Diante desse cenário de desconhecimento, a SBACV e a SBPT resolveram fazer o levantamento para identificar o grau de conhecimento dos brasileiros a respeito da trombose, tanto da trombose venosa profunda como de sua mais grave consequência, a embolia pulmonar.

O estudo revelou que a população não tem informações suficientes sobre a trombose e desconhecem os riscos de desenvolver a doença. Apesar de 56% da população afirmar que já ouviu falar da trombose, 57% desconhece seus sintomas e consequências. A embolia pulmonar é ainda mais desconhecida, com 78% dos brasileiros sem nenhum tipo de informação.

De acordo com Pitta, os resultados mostram que é preciso aumentar a conscientização da população sobre a doença.

- [Isso vai permitir] cobrarmos mais ações preventivas por parte dos hospitais, investir em programas de ação continuada, para identificar pacientes sob o risco de TEV no ambiente hospitalar e implementar a prevenção adequada. Estas medidas podem ajudar a evitar vários óbitos.

É consenso dos especialistas que, com a população mais informada, ela poderá interferir nos fatores de risco e alertar os profissionais de saúde sobre suas condições. Ainda assim, o diretor clínico do Hospital São Camilo, José Ribamar Branco, afirma que a responsabilidade por manter a segurança dos pacientes é das instituições de saúde.

- Os hospitais precisam gerenciar isso e identificar os pacientes de risco.

Fonte: R7

Respirar pelo nariz é um desafio para quem sofre de rinite, desvio de septo e adenoide. Sem conseguir encher os pulmões do jeito normal, a...

Problemas respiratórios que atrapalham o sono


Respirar pelo nariz é um desafio para quem sofre de rinite, desvio de septo e adenoide. Sem conseguir encher os pulmões do jeito normal, as vítimas dessas doenças acabam respirando pela boca, gerando muitas complicações no corpo.

Respirar pelo nariz não é só natural - faz bem para a saúde. Segundo o otorrinolaringologista Norimar Hernandes Dias, da Universidade Federal de São Paulo, quem respira pela boca corre mais risco de ter gripes, irritações na garganta e problemas dentários. "O nariz filtra o ar, o aquece e mantém úmido, depois, manda-o para os pulmões", explica.

Adenoide (carne esponjosa)

A adenoide é uma espécie de amídala localizada atrás do nariz, perto da garganta. A doença surge de constantes infecções nasais, que aumentam o tecido da região. Com isso, o ar não passa facilmente, dificultando a respiração. É comum em crianças de até 8 anos. 

Tratamento

Primeiro, trate as infecções nasais com um otorrinolaringologista. Se o problema não for resolvido, indica-se a extração das adenoides, cirurgia que raspa o tecido.

Desvio de septo nasal

O septo é a cartilagem que divide o nariz em dois buraquinhos. O desvio pode ocorrer em qualquer idade, mas costuma se manifestar quando há problemas genéticos no desenvolvimento da face ou lesões mal cicatrizadas. Em alguns casos, o nariz fica torto. Sinusites crônicas e dores na garganta podem piorar o quadro. 

Tratamento
O médico irá analisar se o desvio é leve, moderado ou grande antes de indicar ou não uma cirurgia.

Rinite

É a inflamação das mucosas nasais. Os sintomas mais comuns são nariz entupido, espirros e coceira na garganta e nos olhos, comumente confundidos com sinais de gripe ou resfriado. Pode causar sinusite, um outro tipo de inflamação, piorando ainda mais o estado de quem sofre de adenoide ou desvio de septo... 

Tratamento
Dos três problemas respiratórios, é o que tem tratamento mais simples, feito com remédios e solução fisiológica nasal.

Hoje eu poderia comemorar com um video, com uma foto bacana ou com um discursso em voz lindão. Poderia simplesmente desejar um Feliz Dia dos...

Obrigada Fisioterapia



Hoje eu poderia comemorar com um video, com uma foto bacana ou com um discursso em voz lindão. Poderia simplesmente desejar um Feliz Dia dos Fisioterapeutas. Desejar PARABENS efusivamente. Mas eu quero mais.

Queria dizer  quanto é importante ter um dia para comemorar alguma coisa. Se no dia do nosso aniversário, o dia é nosso, com todo mundo parabenizando e fazendo teroricamente tudo que a gente quer, devemos fazer isso pela Fisioterapia também.

Então hoje, mais do que mandar mensagens via internet ou parabenizar pessoalmente um colega de profissão, pense, reflita ssobre o que você pode fazer para elevar cada vez mais o nome da Fisioiterapia. Porque elevando o nome da Fisioterapia você estará entrando no seleto grupo de profissionais que fazem o que amam. Vamos refletir???

Deixo aqui, claro, o meu agradecimento a essa jovem senhora de 41 anos que ao longo de 8 anos de formatura me proporcionou tantas experiências que sou incapaz de lembrar uma a uma.  Mas é impossível esquecer a felicidade de paciente quando recebe alta, a Vozinha querida que leva o bolinho para o lanchinho da tarde, o sorriso quando você não está em um dia bom ou até mesmo a lição de pessoas que estão se recuperando funcionalmente, mas não tirão o sorriso da cara.

As lições que a Fisioterapia me proporciona são tantas que me fazem evoluir, dia após dia, não só como profissional mas como pessoas. E é por isso que eu agradeço. Efusivamente. Assim como é efusivamente que eu dou cada PARABENS, para cada profissional.

Gente, vamos cuidar da Fisioterapia?!

Síndrome de Hamman-Rich (também conhecida como pneumonia intersticial aguda) é uma doença dos pulmões rara e severa, que geralmente afeta pe...

Síndrome de Hamman-Rich



Síndrome de Hamman-Rich (também conhecida como pneumonia intersticial aguda) é uma doença dos pulmões rara e severa, que geralmente afeta pessoas saudáveis. Foi descrita pela primeira vez em 1935 por Louis Hamman e Arnold Rich.

A síndrome HR é geralmente categorizada como uma doença pulmonar intersticial e uma forma de síndrome do desconforto respiratório do adulto.

A síndrome geralmente evolui rapidamente, exigindo hospitalização e ventilação mecânica somente alguns dias ou semanas após o surgimento dos sintomas iniciais. É uma doença idiopática (de causas desconhecidas)

A rápida progressão dos sintomas iniciais para uma falência respiratória é uma característica única da síndrome. Um raio-x que mostre síndrome do desconforto respiratório do adulto é necessário para o diagnóstico (fluido nos sacos alveolares em ambos os pulmões). Além disso, uma biopsia do pulmão que mostra uma lesão alveolar difusa é necessária para o diagnóstico. Outros exames são úteis para excluir doenças semelhantes, incluindo culturas de sangue e lavagem broncoalveolar.

           Silicose crônica e também conhecida como forma nodular simples, é a mais comum e ocorre após longo tempo do inicio da exposição,...

Classificação da Silicose


           Silicose crônica e também conhecida como forma nodular simples, é a mais comum e ocorre após longo tempo do inicio da exposição, que pode variar de dez a vinte anos, a níveis relativamente baixos de poeira. É caracterizada pela presença de pequenos nódulos difusos, menores que um centímetro de diâmetro, que predominam nos terços superiores dos pulmões. A histologia mostra nódulos com camadas concêntricas de colágeno e presença de estruturas polarizadas a luz, com a progressão da doença, os nódulos podem coalescer formando conglomerados maiores e substituindo o parênquima pulmonar por fibrose colágena, os pacientes costumam ser assintomáticos ou apresentar sintomas que são precedidos pelas alterações radiológicas.

           A dispnéia aos esforços é o principal sintoma e o exame físico, a maioria das vezes, não mostra alterações significativas no aparelho respiratório, este tipo de silicose pode ser observado nas industrias de cerâmica.

           Silicose acelerada ou subaguda é caracterizada por apresentar alterações radiológicas mais precoces, normalmente após cinco a dez anos do inicio da exposição, encontra-se nódulos silicoticos, semelhantes aos da forma crônica, porem seu desenvolvimento ocorre em estágios mais iniciais, com componente inflamatório intersticial intenso e descamação celular nos alvéolos. Os sintomas respiratórios costumam ser precoces e limitantes, com grande potencial de evolução para a forma complicada da doença, como a formação de conglomerados e fibrose maciça, esta silicose e observada em cavadores de poços.

            Silicose aguda é a forma mais rara desta doença, está associada à exposição maciça à sílica livre, por períodos que podem variar de meses a anos, esta forma ocorre no jateamento de areia ou moagem de pedra, hitológicamente é representada pela proteinose alveolar associada a infiltrado inflamatório intersticial. A dispnéia pode ser incapacitante, podendo evoluir para a morte por insuficiência respiratória, ocorre tosse seca e comprometimento do estado geral. Ao exame físico auscultam-se crepitações difusas, o padrão radiológico é bem diferente das outras formas, sendo representados por infiltrações alveolares difusas e progressivas, muitas vezes acompanhadas por nodulações mal definidas.

             Para NETTINA (1998, p.208) "as pneumopatias ocupacionais se desenvolvem lentamente (durante mais de 20 a 30 anos) e são assintomáticas nos seus estágios iniciais".

A hemoptise é expectoração com sangue - estrias de sangue até grande quantidade de sangue -proveniente do aparelho respiratório. O escarro t...

O que é hemoptise?



A hemoptise é expectoração com sangue - estrias de sangue até grande quantidade de sangue -proveniente do aparelho respiratório. O escarro tingido de sangue é bastante comum  e nem sempre indica uma doença grave.

Causas:

Cerca de 50 % dos casos são devidos a infecções pulmonares, como a bronquite aguda ou bronquite crônica. Contudo, uma hemoptise abundante requer um diagnóstico rápido por parte do médico. Os tumores provocam cerca de 20 % das hemoptises . Fumantes  com mais de 40 anos  com hemoptise, devem ser  investigados quanto à possibilidade de um câncer de pulmão.Outra doença, a  tuberculose pulmonar, ainda muito comum em nosso país, também é causa de hemoptise. Um infarto pulmonar (morte de uma parte do tecido pulmonar devido à obstrução de uma artéria por uma embolia pulmonar),  também poderá cursar com esse sintoma. As bronquiectasias ( dilatções anormais do brônquios pulmonares ) são outra causa . O aumento na pressão do sangue nas veias pulmonares ( hipertensão venocapilar ), com a ruptura de pequenos vasos ( como pode acontecer na insuficiência cardíaca ou na estenose da válvula mitral) ,  também  causam  hemoptise.

- Hemoptise cardíaca: é resultado ha hipertensão venocapilar dos pulmões, ou seja , há um aumento da pressão nestes pequenos vasos dos pulmões por um incapacidade do coração em bombear o sangue para o organismo,  acumulando-se nos pulmões. Estes pacientes costumam apresentar dispnéia ( falta de ar ) , ortopnéia ( dispnéia ao deitar ) e dispnéia paroxísitica noturna ( aparecimento de falta de ar intensa e súbita , um tempo após o paciente deitar-se).O ecocardiograma sela o diagnóstico ao mostrar evidências de insuficiencia ventricular esquerda ou uma estenose ( estreitamento) da válvula mitral , causas cardíacas de hemoptise.  

Investigação da hemoptise:

A base para o  diagnóstico correto da causa da hemoptise  é o  exame clínico ( anamnese e exame físico). Exames complementares como a pesquisa do bacilo da tuberculose ou de células cancerígenas no escarro , radiografia ou tomografia do tórax, angiotomografia das artérias pulmonares , broncoscopia ou ecocardiograma, poderão ser necessários  para uma ampla investigação. 

Fonte: Portal do Coração

O termo mais apropriado para definir esta situação é dor torácica. É a dor que acomete o tórax, tendo sua origem no trato respiratório e que...

Dor Pulmonar



O termo mais apropriado para definir esta situação é dor torácica.

É a dor que acomete o tórax, tendo sua origem no trato respiratório e que pode atingir a parte anterior (da frente) e/ou posterior (de trás) do tórax. Além disso, pode aparecer em um ou ambos lados do tórax.

Os pulmões e a pleura visceral - membrana que reveste toda a superfície dos pulmões - são destituídos de sensores dolorosos. Portanto, não causam dor.

Como se desenvolve?

A dor advem do envolvimento das estruturas adjacentes aos pulmões, como: 

a parede torácica
pleura parietal (membrana que reveste a camada mais interna da parede do tórax)
pericárdio parietal (membrana que reveste externamente o coração)
traquéia (tubo que dá passagem ao ar, situado entre as cordas vocais e os pulmões)
brônquios (tubos que espalham o ar nos pulmões)
diafragma (músculo principal envolvido na respiração)
mediastino (espaço situado entre os pulmões).


Na maioria das doenças pulmonares, a dor é provocada pela inflamação ou tração de estruturas contíguas como a pleura ou mediastino.

A dor é agravada pela respiração, tosse, movimento dos braços, tórax ou ombros.

No envolvimento de estruturas torácicas como as pleuras e a parte central do diafragma (principal músculo respiratório, que separa o tórax do abdome), a dor pode ser relatada pela pessoa como sendo na região do osso do peito com irradiação para os ombros ou pescoço.

Quando a parede torácica é comprometida, a dor é contínua, persistente sobre a área envolvida ocorrendo uma piora com a compressão do local.

Já o deslocamento de estruturas do tórax por derrame pleural (líquido anormal localizado entre o pulmão e a parede do tórax), tumores ou pneumotórax (acúmulo anormal de ar no tórax associado ao esvaziamento de ar do pulmão) causa dor mal definida e contínua na região do osso do peito e pescoço.

Características da dor conforme sua causa 

A dor que tem origem na pleura devido à lesão ou irritação desta é caracteristicamente do tipo pontada, de intensidade variável e quase sempre bem localizada. Costuma piorar com a respiração profunda, tosse ou movimentos do tórax. Dentre as situações em que a dor se origina na pleura, estão: pleurite (inflamação da pleura), pneumotórax, traumatismos (incluindo fratura de costela), pós-operatório de cirurgia do tórax, tumores da pleura ou de outros locais que se disseminam para esta, infecções, embolia pulmonar (trombose que acomete o pulmão e que pode inflamar a pleura) e doenças reumatológicas (artrite reumatóide, por exemplo).

A dor torácica súbita com falta de ar é mais freqüente na embolia pulmonar e no pneumotórax. Este pneumotórax pode ser espontâneo - quando ocorre por um defeito no desenvolvimento pulmonar - ou secundário a uma doença como a asma, enfisema pulmonar, infecções pulmonares, inalação de drogas ou após procedimentos cirúrgicos do tórax. Para o alívio imediato do paciente, nos casos que se faz necessário, deve ser feita uma drenagem do pneumotórax com o uso de drenos.

Outra situação que pode ocorrer é o desconforto torácico durante as fases tardias da gravidez. Ele pode piorar com os esforços e pode estar acompanhado de falta de ar. Acredita-se que isso ocorra devido a compressão dos pulmões pelo útero aumentado de volume.

As dores agudas no tórax associadas à febre estão comumente relacionadas com as infecções do trato respiratório e às inflamações da pleura (pleurites). Quando as infecções são causadas por vírus, o tratamento busca a melhora dos sintomas com o uso de antitérmicos para febre e analgésicos para dor. Nas infecções causadas por bactérias, o tratamento é feito com o uso de antibióticos.

Nos tumores do tórax, a dor costuma ter evolução crônica e surge, usualmente, nas fases mais tardias da doença, quando há comprometimento de alguma estrutura com sensibilidade dolorosa. Dentre os tumores do tórax, estão aqueles que se originam no mediastino como os linfomas (tumores dos gânglios linfáticos) e timomas (tumores do timo - uma glândula situada na parte da frente do tórax, próxima do osso do peito). A dor nestes casos pode ser em pontada, contínua ou sentida como opressão logo abaixo do osso do peito.

Nos casos de tumores do mediastino que ficam mais posteriores, próximos da coluna vertebral, a dor pode não ser muito intensa no dorso, mas contínua.Numa situação chamada mediastinite - uma inflamação no mediastino - o quadro é, geralmente, de dor abaixo do osso do peito associada à febre. São casos graves e faz-se necessário o uso precoce de antibióticos, além de internação em UTI

Na embolia pulmonar, os pacientes podem não ter dor significativa no tórax. A dor pode ocorrer devido à hipoxemia (diminuição do oxigênio no sangue) causada pelos êmbolos nos pulmões - que são trombos que se soltaram de veias das pernas ou do quadril, normalmente, e que chegam até os pulmões, causando este problema. O tratamento é feito com o uso de anticoagulantes.

Nas infecções brônquicas (dos tubos que espalham o ar nos pulmões) e traqueobrônquicas (que também acometem a traquéia) que, geralmente, tem origem viral, a dor torácica é difusa, tanto anterior quanto posterior e piora com a tosse.

Já nas pneumonias, a dor no tórax é localizada, unilateral e piora com a respiração e a tosse. O tratamento das pneumonias causadas por bactérias é feito com antibióticos e nas infecções virais são utilizados medicamentos que amenizam os sintomas. São infecções em que o próprio organismo é que faz o combate.

Uma das dores mais freqüentes no tórax anterior é a angina pectoris (angina de peito), também chamada de "dor no peito" ou simplesmente de angina. Ela ocorre em indivíduos com doença coronariana. Quando não cede, devemos sempre pensar em infarto agudo do miocárdio.

Uma doença chamada pericardite – que inflama a "capa" que envolve o coração – também pode causar dor torácica (na frente), febre e até dificuldade respiratória. Sua causa deve ser investigada e tratada.

Como se trata?

Todas as doenças citadas aqui, que podem causar dor torácica, têm tratamento.

Este tratamento deve ser individualizado, de acordo com a doença causadora da dor e seu estágio, a intensidade da dor e as particularidades do indivíduo.

Os remédios para a dor (analgésicos), na maioria das vezes, são utilizados por via oral ou por injeções intramusculares ou endovenosas (nas veias).

Como se previne?

A prevenção da dor torácica poderá existir ou não, dependendo da doença subjacente.

Hábitos anti-fumo O primeiro passo é, sem dúvida, decidir firmemente largar o cigarro. Sem essa determinação, nada vai funcionar. Por isso, ...

Ajude seu paciente a parar de fumar



Hábitos anti-fumo
O primeiro passo é, sem dúvida, decidir firmemente largar o cigarro. Sem essa determinação, nada vai funcionar. Por isso, é preciso estabelecer os motivos para abandonar o vício e, uma vez listados, planejar a data de preferência, um momento tranqüilo da vida, longe de estresse. Se você fumar mais de 15 por dia, procurar um médico pode fazer toda a diferença. Além disso, é preciso identificar os gatilhos que disparam a vontade de fumar: tem gente que gosta de acender um cigarro depois café, ou quando vai a um barzinho ou depois da relação sexual. Trace estratégias para neutralizar esses momentos. 

Mas os brasileiros têm motivos para comemorar. Uma pesquisa recente mostrou que o Brasil é um dos países à frente na luta contra o tabagismo: em 14 anos, o número de fumantes no país caiu 35%. Enquanto em 1989 34,8% dos brasileiros fumavam, esse número desceu para 22,4% em 2003. 

Como só uma minoria consegue se manter firme na decisão sem encarar um processo pra lá de doloroso e fracassado a Medicina tem remédios à disposição para ajudar a vencer o desconforto da parada de fumar. Aqui entram drogas à base de nicotina, a bupropiona (um antidepressivo de primeira linha) e a vareniclina, que chegou recentemente. O tratamento costuma durar entre 8 e 12  semanas, mas pode ser prolongado. A taxa de sucesso está entre 30% e 60%. Atenção: os remédios nunca devem ser tomados sem orientação médica.

Os medicamentos nicotínicos são os adesivos e o chiclete de nicotina, prescritos de tal forma que a quantidade da droga seja similar à consumida pelo fumante. Gradativamente, essa dose é reduzida. É eficaz e seguro, mas você deve largar o cigarro imediatamente para não haver intoxicação. A bupropiona é muito eficaz, mas o tratamento costuma durar até 12 meses.

Qual programa devo escolher para parar de fumar? 
Um programa para parar de fumar deve: 

Ter ao menos de 4 a 7 sessões que incluam material de auto-ajuda e terapia 
Sessões que durem, no mínimo, de 20 a 30 minutos 
Continuar até duas semana depois que você parou de fumar 
Caber no seu bolso

Muitos programas são de graça ou custam muito pouco, outros custam mais. Fuja de programas que prometam fazer você parar de fumar facilmente ou que anunciem um método secreto, que funciona melhor do que outros. Não se esqueça de que não existe mágica! 

O que devo saber sobre a terapia de reposição da nicotina?

Chicletes e pastilhas: liberam a nicotina aos poucos pela boca Adesivos de nicotina: são fixados na pele e liberam de forma gradual a nicotina da pele para o seu sistema circulatório 

Spray nasal de nicotina: é usado como qualquer outro spray nasal Spray de nicotina: joga um vapor de nicotina pela sua boca e garganta C

Como funciona 
A terapia de reposição da nicotina ajuda a diminuir a abstinência e o desejo de suprir seu corpo com nicotina. Contém cerca de 1/3 a ½ da quantidade de nicotina contida em um cigarro. As pessoas se tornam dependentes da nicotina porque ela aumenta o nível de certas substâncias químicas, como a dopamina no cérebro. Isso traz uma certa sensação de prazer e relaxamento, que leva a pessoa a querer fumar mais. 

Com os adesivos, pastilhas, sprays ou chicletes de nicotina, o nível de dopamina é mantido no cérebro, por isso os sintomas da abstinência deixam de existir. A diferença é que esses produtos de reposição do nível da nicotina levam mais tempo do que um cigarro para liberar a nicotina no seu corpo. Assim são menos propensos a causar dependência. A terapia de reposição é segura quando usada de forma adequada. 

Vale lembrar que a nicotina não é a substância mais prejudicial do cigarro. Alcatrão, monóxido de carbono e outras substâncias químicas do cigarro fazem mal à saúde. 

Por que ela é usada
A terapia de reposição da nicotina é usada pela maioria das pessoas que está tentando parar de fumar. É especialmente útil se você tem um forte vício pela nicotina. Mas ela pode não ser adequada se você está grávida ou tem problemas do coração. Consulte seu médico sobre isso. Esse tratamento também não é recomendado para pessoas menores de 18 anos porque esses medicamentos só foram testados em adultos. Os efeitos colaterais em jovens são desconhecidos. 

Qual a eficácia desse tratamento?
Usar algumas formas de terapia de reposição da nicotina dobra sua chance de parar de fumar. Todas as formas de reposição da nicotina parecem ser igualmente eficientes quando usadas de forma adequada. Suas chances de parar de fumar aumentam quando você combina uma terapia de reposição da nicotina com um programa completo para parar de fumar, o que inclui estabelecer uma data para o último cigarro, um plano para lidar com as tentações, ter ajuda médica e terapia ou grupos de apoio. 

Efeitos colaterais
Todas as formas de reposição da nicotina possuem efeitos colaterais, mas eles variam conforme a modalidade escolhida. Parar de usar repentinamente a reposição de nicotina pode causar os mesmos sintomas que você teria ao parar de fumar. Mas os sintomas são amenizados se você diminuir gradualmente a dose do tratamento aos poucos. É possível alguém se tornar dependente desses tratamentos, mas isso é raro. 

Chiclete: gosto ruim, sensação de comichão na língua enquanto é mascado, soluço, náusea, queimação e dor na mandíbula de tanto mascar. 
Pastilha: mal-estar no estômago, soluço, azia, dor de cabeça, gases. 
Adesivos: erupção cutânea no local onde o adesivo é colocado e problemas para dormir quando se usa um adesivo de 24 horas. Isso pode acontecer porque seu corpo não está acostumado a receber nicotina enquanto você está dormindo. Remover o adesivo às 20h pode ajudar a reduzir os efeitos colaterais. 
Spray nasal: sensação de queimação no nariz ou na garganta, que costuma desaparecer com uma semana de uso, nariz escorrendo, olhos lacrimejando e tosse. Afeta principalmente as vias respiratórias. Por isso pode não ser uma boa opção se você tiver problemas respiratórios. 
Inalador: tosse, garganta arranhando, estômago revirado. Também pode não ser uma boa idéia se você tiver problemas respiratórios. 

Para pensar 
Não fume enquanto você estiver fazendo o tratamento de reposição da nicotina. Você pode ter uma overdose, com dor de cabeça, enjôo, náusea, confusão mental e vômito. Quando você tiver terminado a terapia de reposição da nicotina, você terá diminuído em muito sua dependência. Também terá se acostumado a não fumar nos horários habituais. Ao terminar o tratamento, você ainda pode apresentar alguns sintomas de abstinência. Mas eles não vão durar e serão menos intensos. 

E se eu voltar a fumar de novo?
Um escorregão é o termo usado quando você fuma de um a dois cigarros depois que deixou de fumar. A maioria das escorregadas ocorre cerca de uma semana depois de a pessoa ter parado de fumar. Mas muitas pessoas voltam a fumar depois de uma escorregada, por isso não se deixe escorregar pensando que você pode parar depois de um cigarro. É comum um escorregão despertar sentimentos negativos, como auto-crítica e depressão. Isso pode trazer a sensação de falta de controle e, possivelmente, a mais escorregões e até ao retorno ao fumo. 

Quando você der de cara com uma forte tentação:
Reconheça os vários benefícios para a saúde que você tem experimentado 
Evite pensar que um cigarro não faz mal . É pouco provável que apenas um cigarro seja suficiente
Lembre-se o quão difícil foi parar e reconheça que você não quer enfrentar esse desafio de novo 

Evitar escorregões é a melhor alternativa, mas se não for possível, responda imediatamente a ele. Um escorregão não é uma recaída, mas, se você não estiver preparado, pode levar a uma recaída. 

Depois de escorregar, considere o seguinte:
Reconheça o escorregão como um breve retorno a um velho hábito, uma ação que nada diz sobre seu comportamento futuro 
Escorregões não são sinais de fracasso, por isso não desista 
Fale com alguém em quem você confie sobre isso 
Dificulte o acesso aos cigarros. Não compre um pacote e não vá a lugares onde seja fácil pedir um cigarro a alguém 
Não se deixe acender outro cigarro por pelo menos duas horas. Só aí decida se você realmente precisa dele

Estabelecendo metas
Um jeito de conseguir atingir seu objetivo é ir estabelecendo pequenas metas. Toda vez que você conquistar uma delas, terá uma sensação de orgulho, o que o ajudará no caminho para livra-se do vício. Estabeleça seus objetivos de forma clara: Escreva-os ou diga a alguém o que você está tentando fazer. Objetivos precisam ter quando , por quanto tempo e o que . Por exemplo: Vou escrever um diário com o meu comportamento sem o cigarro por uma semana . 

Recompense-se ao atingir um objetivo: Parar de fumar é um processo longo e cada pequeno sucesso merece uma comemoração. Não se puna ao não atingir suas metas. Em vez disso, se dê um agrado ao atingi-las. 
Determine seu ritmo: Você pode querer ou precisar parar de forma gradual, ao longo de meses ou até de um ano. Estabeleça uma velocidade razoável. 
Seja realista: Você pode se sentir muito excitado com seu plano para parar de fumar. Tome cuidado para não estabelecer metas que estejam acima daquilo que você pode cumprir. Coloque metas realistas. 

Prepare-se para parar 
Quando você sente prazer em fumar, é difícil pensar em parar. Estar preparado pode ajudar. Antes de jogar o cigarro fora, prepare-se para uma vida sem nicotina. 

Motivação
O que poderia motivá-lo a parar de fumar? Pense nisso. Manter-se saudável é um bom motivo para os adolescentes pararem de fumar. Talvez você queira ter mais o controle de sua vida do que se sentir controlado pelo cigarro. 

Riscos 
Quais os riscos associados ao fumo? Faça uma lista. Converse sobre isso com o seu médico. Você pode se preocupar com: 
Problemas de saúde. Você perde o fôlego quando sobe escadas? Seus sintomas de asma estão piorando? Você está tossindo muito?
Riscos à saúde de longo prazo. Você teme um infarto ou Acidente Vascular Cerebral (AVC)? E alguma doença pulmonar ou câncer? 
Riscos aos outros. Você teme que membros da sua família tenham câncer de pulmão ou doenças do coração? Você já pensou que seus filhos podem começar a fumar por conta do seu exemplo? Você está ciente que seu bebê pode ter morte precoce se você fuma? Talvez seus filhos tenham infecções de ouvido regularmente. Você está consciente que seus filhos possam vir a sofrer de asma? 

Recompensas
O que você ganha em parar? 

Uma aparência mais jovem e um corpo saudável
Dê um bom exemplo aos outros, especialmente às crianças. Se você fuma, seu filho tem maior tendência a fumar. Se seu filho adolescente fuma, ele tem 1,5 vezes mais chances de parar de fumar se você der o exemplo 
Se seu filho nunca fumou durante a adolescência, há maior probabilidade de ele nunca começar a fumar no futuro 
Economize dinheiro abandonando as despesas com fumo 

Dificuldades 
O que poderia fazê-lo voltar a fumar? Tentações podem ser eventos, lugares ou mesmo pessoas. Você tem o hábito de fumar depois do almoço ou durante o happy hour nas sextas-feiras? Você não pode evitar sempre esses perigos. Mas pode desenvolver uma estratégia para ajudá-lo. Outras barreiras e possíveis soluções incluem: 

Abstinência de nicotina. Pessoas que fumam diariamente têm sintomas (como irritabilidade, insônia ou falta de concentração) quando tentam parar de fumar. Há medicações que podem ajudar a controlar esses sintomas. Começar um novo hobby e fazer exercícios também pode ser benéfico. 

Tentativa fracassada. Se você não conseguiu parar anteriormente, não seja duro consigo mesmo. Estudos mostram que cada vez que você pára, fica mais forte e aprende mais sobre o que ajuda e atrapalha nesse processo. Muitas pessoas tentam parar muitas vezes antes que isso finalmente aconteça 

Ganhar peso. Você pode engordar quando deixar de fumar. Não tente evitar isso adotando uma dieta rigorosa ao mesmo tempo. Isto tornará o processo ainda mais difícil. Em vez disso, mantenha-se ativo o que ajuda a queimar calorias. Muitos medicamentos que ajudam a parar de fumar também podem contribuir para evitar que você engorde até estar pronto para lidar com os quilos extras

Depressão. Remédios e terapia podem ajudar a tratar depressão

Falta de apoio da família ou amigos. Encontrar pessoas que valorizem seus esforços pode aumentar suas chances de parar

Estresse. O estresse pode levar de volta ao fumo. Aprenda novas maneiras de tratar o estresse para vencer essa dificuldade

Álcool. Ingerir bebida alcoólica pode aumentar sua vontade de fumar. Você pode tentar beber menos durante as três primeiras semanas sem o cigarro

Morar com fumante. Se a pessoa decidisse parar também, seria mais fácil para você. Se essa opção não existe, converse com ela para não fumar perto de você

Sentir falta de hábitos ou rituais ligados ao fumo ou não ser capaz de evitar tentações que o levam a um cigarro ou cachimbo. Uma estratégia que não funciona bem é substituir cigarros por charutos ou cachimbos como um primeiro passo para deixar de fumar. Passar a fumar um cigarro "light" também é outra estratégia errada. 

Esses cigarros "light" não são mais seguros que os cigarros tradicionais. Adolescentes, especialmente garotas, temem engordar, não se dar bem em eventos sociais ou não ser capazes de contornar situações estressantes se pararem de fumar. Roupas da moda e mais disposição podem aumentar suas chances de se dar bem. Além disso, sentir-se bem fisicamente pode ajudar os adolescentes a lidar com o estresse de uma maneira mais saudável do que por meio do cigarro. 

Repetição 
Lembre-se sempre por que você quer parar de fumar. Faça uma lista de suas razões para parar e os benefícios futuros. Ponha essa lista na cabeceira da cama, na sua carteira, ou na geladeira. Dê uma olhada nela sempre que puder, durante o período de luta contra o cigarro. Adicione a qualquer momento alguma outra razão ou novo benefício, caso você lembre. Se você já tiver tentado parar antes, lembre-se que a maioria das pessoas tenta muitas vezes antes de conseguir pra valer. Não desista.


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 A obstrução nasal, que é o principal sintoma da rinite alérgica, pode levar uma pessoa a respirar de forma errada. Além disso, pode influen...

Rinite alérgica pode causar alterações em funções básicas do organismo



 A obstrução nasal, que é o principal sintoma da rinite alérgica, pode levar uma pessoa a respirar de forma errada. Além disso, pode influenciar na mastigação, com movimentos incorretos e dificuldade para engolir a comida.

Na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), uma pesquisa analisou 170 pessoas com idade entre 6 e 55 anos - metade delas tinha rinite. Segundo o estudo, os pacientes com a doença apresentaram alterações na forma de respirar, mastigar e engolir (problemas funcionais) e alterações na oclusão dentária (problema estrutural relativo à posição dos dentes na boca). Em relação à fala, não foram observadas mudanças.

A fonoaudióloga Catiane Maçaira de Lemos, autora da pesquisa, explica que a obstrução nasal na rinite é sazonal, ou seja, há momentos do dia, da semana ou do mês em que o nariz fica "entupido".

Alterações

A respiração correta ocorre pelo nariz. Entretanto, nos pacientes com rinite, a respiração pela boca é a forma mais frequente em todas as idades. "Os adultos [100%] respiravam apenas pela boca", conta Catiane. "Embora haja uma tendência natural de melhora na maneira de respirar - quanto mais velha é a pessoa, melhor ela respira -, isso não foi observado em quem tinha a doença", observa a fonoaudióloga.

Assim, enquanto quase 83% das crianças com rinite respiravam pela boca, 97% dos adolescentes apresentavam esse tipo de respiração, atingindo a totalidade nos adultos. Isso significa que, em pessoas com rinite, houve uma piora na forma de respirar.

Considerando a mastigação, as principais constatações foram as que dizem respeito aos movimentos mandibulares e aos padrões mastigatórios. "Mastigar de boca aberta ou amassar em vez de triturar os alimentos foram mudanças observadas em pacientes com rinite", conta Catiane.

"No grupo de pessoas sem a doença, todos mastigavam corretamente", completa. Engasgos, língua para fora dos dentes e movimentação de cabeça para ajudar a engolir foram as principais alterações encontradas na função de deglutição. Em torno de 80% dos participantes com rinite apresentaram essa função alterada.

Segundo o estudo, os problemas decorrentes da rinite são causados pela flacidez dos músculos do lábio, da língua e da bochecha. Porém, há tratamento para reverter o quadro e o primeiro passo é combater a obstrução nasal, principal causa de todas as mudanças.

Além disso, o tratamento deve ser multidisciplinar. "Deve-se procurar um otorrino, para tratar a rinite, um fonoaudiólogo, para melhorar e fortalecer a musculatura, e um dentista para corrigir os dentes", recomenda Catiane.

Rinite

Além da obstrução nasal, a rinite alérgica desencadeia outros sintomas, como espirros, coriza (nariz escorrendo) e prurido (coceira). Suas principais causas são fatores ambientais, em que alguns antígenos (como ácaros, pêlos ou poeira) podem desencadear a crise. De acordo com alguns estudos, também pode haver um fator genético, no qual a pessoa já nasce predisposta a desenvolver a doença.

Um levantamento feito em 2008 em oito países da América Latina constatou que aproximadamente 59% dos adultos têm sintomas de rinite. "Daí a importância da pesquisa, que estudou as consequências da obstrução nasal causada exclusivamente pela doença", afirma Catiane.

A dissertação "Alterações funcionais do sistema estomatognático em um grupo de pacientes com rinite alérgica" teve a orientação do professor João Ferreira de Mello Júnior, do Departamento de Otorrinolaringologia da FMUSP. 

Não podemos vê-los, mas eles não param de invadir a casa sem serem convidados!  Confira truques infalíveis para eliminar esses parasitas de ...

Como acabar com os ácaros



Não podemos vê-los, mas eles não param de invadir a casa sem serem convidados! 

Confira truques infalíveis para eliminar esses parasitas de uma vez por todas...

1. Comece pelo quarto...

- Bichos de pelúcia 
Lave-os uma vez por semana e deixe-os secar ao sol. 
- Cobertores e edredons 
Não use a mesma colcha que cobre a cama para dormir. Reserve uma só para a noite. 
- Colchão 
Coloque um protetor, ou vire-o de lado todo mês. Deixe ao sol durante o dia (semanalmente). 
- Guarda-roupa 
Mantenha-o sempre limpo e fechado. 
- Lençóis 
Troque-os duas vezes por semana, nessa época do ano. Deixe-os de molho por meia hora em óleo de eucalipto e água aquecida, na proporção de 1 para 9. 
- Travesseiros 
Deixe-os arejar por meia hora antes de guardá-los. Se notar manchas amareladas, lave-os.

2. Limpe a sala...

- Cortinas 
Se forem de tecido, lave-as todo mês. 
- Móveis 
Tire o pó duas vezes por semana, no mínimo. Para matar ácaros em sofás e tapetes, dilua lisofórmio em água (proporção de 1 para 9). Depois de lavados, deixe-os secar ao sol (três horas são mortais para os bichinhos). 
- Rodapés 
Aspire as frestas e passe um pano úmido.

3. Cuide do banheiro...

- Toalhas 
Troque-as duas vezes por semana: lave e deixe secar ao sol. 
- Algodão e cotonetes 
Feche bem os pacotes, porque eles adoram se alojar neles. 
- Infiltração ou bolor 
Ao ver qualquer sinal, elimine-os.

4. A cozinha deve estar limpa e seca...

- Alimentos 
Mantenha-os cobertos e vedados, e não deixe migalhas espalhadas. 
- Objetos 
Ácaros se escondem em armários empoeirados, panos úmidos, esponjas e superfícies de vidro. Por isso, mantenha tudo limpo e seco. 
- Chão e parede 
Semanalmente, passe um pano com 2 colheres (sopa) de vinagre diluído em 1 litro de água no chão e nas paredes.

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A função da respiração é essencial à manutenção da vida e pode ser definida, de um modo simplificado, como uma troca de gases entre as célu...

Fisiologia Respiratória



A função da respiração é essencial à manutenção da vida e pode ser definida, de um modo simplificado, como uma troca de gases entre as células do organismo e a atmosfera. A respiração é um processo bastante simples nas formas de vida unicelulares, como as bactérias, por exemplo. Nos seres humanos, depende da função de um sistema complexo, o sistema respiratório. Embora viva imerso em gases, o organismo humano precisa de mecanismos especiais do sistema respiratório, para sola o oxigênio do ar e difundí-lo no sangue e, ao mesmo tempo, remover o dióxido de carbono do sangue para eliminação na atmosfera.

O dvd que os Cds e Dvds Universitários oferecem para venda é excelente porque além de mostrar, de forma animada, como ocorre essa troca de gases, trás também aspectos de como pode se melhorar esse mecanismo. 

Não perca essa oprtunidade e veja aqui se esse dvd lhe interessa. 

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A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica bastante freqüente, que representa a via final comum de diversas doenças do coração. Es...

Fisioterapia respiratória na insuficiência cardíaca congestiva



A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica bastante freqüente, que representa a via final comum de diversas doenças do coração. Este trabalho teve como objetivo demonstrar a eficácia do tratamento fisioterapêutico nesta patologia através das técnicas utilizadas para promover higiene brônquica bem como, para prevenir as conseqüências do imobilismo no sistema músculo-esquelético e cardiovascular. 

A paciente de 83 anos, sexo feminino, com diagnóstico clínico de insuficiência cardíaca congestiva, iniciou tratamento fisioterapêutico o qual constou de oito sessões de aproximadamente quarenta minutos. 

Para alcançar os objetivos utilizaram-se estratégias como: aumento do fluxo expiratório (AFE), vibrocompressão, shaking, estímulo da tosse, trocas de decúbito, posicionamento sentado, exercícios metabólicos e caminhada. No decorrer do tratamento fisioterapêutico pôde-se observar ao final das sessões, diminuição da freqüência respiratória, aumento da SatO2, ausência de tiragens, diminuição do uso da musculatura acessória e melhora do quadro de retenção de secreções, qualidade e quantidade das secreções. 

A Fisioterapia pode dar uma contribuição relevante na minimização do desconforto respiratório do paciente com ICC e prevenir as alterações decorrentes do imobilismo.




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A situação é conhecida há séculos em contexto de guerra. Quer as armas brancas, quer as armas de fogo, ao perfurar a parede torácica e a sup...

Pneumotorax



A situação é conhecida há séculos em contexto de guerra. Quer as armas brancas, quer as armas de fogo, ao perfurar a parede torácica e a superfície do pulmão (pleura visceral) permitem a passagem de ar do exterior e dos pulmões para dentro da cavidade pleural, levando ao colapso do pulmão junto do seu hilo. Como a pressão dentro da cavidade pleural é inferior à pressão atmosférica, esta passagem de ar ocorre imediatamente após o aparecimento da descontinuidade.

A imagem em radiografia é completamente característica. Em contraste com o lado normal, observa-se o pulmão colapsado junto da sombra cardíaca e, entre esta densidade e a parede do tórax, percebe-se que há apenas ar, sem a textura característica dos pulmões, conforme figura.

Esta situação rara é muito bem conhecida dos médicos desde os primeiros anos dos seus estudos, por ser um caso exemplar de como os meios de diagnóstico mais simples permitem perceber o ue se passa. Como há ar interposto entre o pulmão e a parede não há condições físicas para a propagação do som.

A auscultação desse lado não encontra senão silêncio total, por contraste com o que sucede no lado oposto onde os sinais normais poderão estar mesmo exagerados.

Prevalência do pneumotórax espontâneo

Na experiência clínica dos tempos de paz, o pneumotórax está sobretudo relacionado com acontecimentos fortuitos do acaso. Na grande maioria dos doentes que encontramos nos hospitais ocorre espontaneamente, sobretudo em adultos jovens sem passado anterior de doença.

Tipicamente um jovem de 20 anos, saudável, aparece com dor intensa de um lado do tórax, de aparecimento súbito, que é mais intensa quando faz movimentos respiratórios mais profundos ou tosse. Quando chega ao hospital vem com grande ansiedade devido à dificuldade de respirar.

Nestes casos sem causa aparente dizemos que se trata de pneumotórax espontâneo. Habitualmente, há uma pequena rotura na superfície do pulmão que resolve sem necessidade de intervir a esse nível. O que fazemos é introduzir um fino dreno pelo espaço entre duas costelas e aspirar o ar com muita suavidade.


Quando é necessária a cirurgia

Quando este procedimento não é suficiente, ou há repetição do pneumotórax, são necessárias outras medidas que poderão chegar à cirurgia. O procedimento intermédio comum consiste em introduzir na cavidade pleural uma substância inerte para causar irritação da superfície e, deste modo, precipitar aderência do pulmão à parede torácica. Isto faz-se através do mesmo dreno colocado para a aspiração do ar.

Importa saber que o pneumotórax é recorrente. Uma parte importante dos doentes, mais de 20%, após o seu primeiro pneumotórax, volta um dia com o mesmo problema se o tratamento se limitar à aspiração simples do ar. É preciso chamar a atenção para essa possibilidade para que saiba lidar com o assunto da segunda vez. Na experiência médica, contudo, o problema habitual costuma ser o oposto: depois de um episódio destes, o doente fica muito sensibilizado, recorrendo ao médico por qualquer perturbação que lhes ocorra, sem nada a ver com o assunto.

Fonte: Site Médicos de Portugal


A partir das células do tecido pulmonar de ratos, pesquisadores das universidades de Yale e Duke, Estados Unidos, desenvolveram em laborató...

Cientistas desenvolvem pulmão em laboratório



A partir das células do tecido pulmonar de ratos, pesquisadores das universidades de Yale e Duke, Estados Unidos, desenvolveram em laboratório um pulmão que funcionou normalmente, ainda que por um período reduzido, depois de ser transplantado em um rato vivo. Levando em conta que pulmões de doadores são escassos em comparação ao número de pessoas que precisam do órgão, pois o pulmão não se regenera no organismo humano, o trabalho sugere a replicação do método para a criação de novos tecidos pulmonares. O estudofoi publicado na revista Science.

O primeiro passo dos cientistas, liderados por Thomas Petersen, do Departamento de Engenharia Biomédica da Universidade de Yale, foi retirar as células e os vasos sanguíneos pulmonares dos ratinhos, que foram deixados em um suporte com outros tecidos para que suas propriedades fossem mantidas. Em seguida, os pesquisadores inseriram no pulmão de laboratório uma mistura de células epiteliais e endoteliais, que recobre o interior dos vasos sanguíneos. Dentro de poucos dias, o novo órgão já continha alvéolos, vias aéreas e pequenos vasos sanguíneos, que foram repovoados com os tipos de células apropriadas.

Quando o pulmão foi transplantado em outros ratos, o órgão "artificial" apresentou uma estrutura elástica que funcionou como um pulmão normal. Segundo os pesquisadores, para que esse método seja válido na prática clínica, as células usadas devem ser retiradas do paciente que receberá o transplante dos tecidos, mais especificamente em forma de suas próprias células-tronco.


O pulmão artificial transplantado no corpo da cobaia






Ter um trabalho estressante pode significar aumento de 40% no risco de desenvolver asma. A afirmação vem de uma pesquisa realizada pela Univ...

Estresse no trabalho pode causar asma


Ter um trabalho estressante pode significar aumento de 40% no risco de
desenvolver asma. A afirmação vem de uma pesquisa realizada pela
Universidade de Heidelberg, na Alemanha.

Foram 5 mil pesquisados entre homens e mulheres com idades entre 40 e
65 anos, ao longo de 8 anos de pesquisa. O estudo indica pela primeira
vez que a pressão no trabalho pode fazer com que alguém se torne
asmático. A doença, que normalmente se desenvolve na infância, tem
sido diagnosticada em adultos até então saudáveis.

Segundo os pesquisadores, houve um aumento de 40% nos casos de
incidência de asma, depois de oito anos de análises dessas pessoas que
sofriam pressões extremas - como longa jornada, baixa condição de
trabalho, horário desconfortável - em seus trabalhos.

Estudos anteriores demonstraram que o stress pode levar à liberação de
substâncias químicas que causam alergias. A equipe de pesquisadores
fez questão de enfatizar que embora os números sejam altos, o risco
absoluto da pessoa que está sobrecarregada de trabalho desenvolver
asma ainda é pequeno.

Fonte: O Dia

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