Respirar corretamente é essencial para o bem estar geral e tem como função levar o oxigênio aos tecidos e eliminar o gás carbônico. O princi...

Saiba mais sobre o "Peito de Pombo"




Respirar corretamente é essencial para o bem estar geral e tem como função levar o oxigênio aos tecidos e eliminar o gás carbônico. O principal músculo da respiração é o diafragma. O asmático apresenta um bloqueio inspiratório. Isso significa que para respirar ele usa mais a parte superior do tórax, o que causa uma diminuição do movimento da caixa torácica inferior, com o diafragma tendo sua função invertida.

A presença de deformidades torácicas, como "peito de pombo", depressão inframamária, cifose e cifoescoliose, está associada com as formas mais graves e persistentes da doença. A ausculta poderá revelar sibilos, preferencialmente expiratórios, principal característica clínica da asma.

Peito de pombo ocorre quando o osso esterno e costela se deformam, fazendo com que o peito se curve para fora. É um defeito congênito raro, e em alguns casos a deformidade não é perceptível durante anos. É causada por um defeito na cartilagem que envolve os ossos do esterno e costelas, formando a protuberância.

O peito de pombo pode ser uma anomalia por si, não associada a qualquer doença. No entanto, a condição pode estar presente em associação com outras síndromes. Veja:

  • Síndrome de Turner
  • Síndrome de Noonan
  • Síndrome de Marfan
  • Síndrome de Ehlers-Danlos
  • Síndrome de Morquio
  • Trissomia 18
  • Síndrome de Down
  • Homocistinúria
  • Osteogênese imperfeita
  • Síndrome de lentigos múltiplos Síndrome de Sly
  • Escoliose.
A fisioterapia respiratória utiliza técnicas de relaxamento, alongamento e fortalecimento dos músculos do corpo. Possibilita também uma reeducação do diafragma e uma educação funcional respiratória, melhorando as consequências do peito de pombo. O método de Reeducação Postural Global (RPG), por exemplo, está sendo utilizado, atualmente, em conjunto com a fisioterapia respiratória, pretendendo, ao mesmo tempo, uma reestruturação da postura e da respiração.

Para Fisioterapeutas que trabalham com fisioterapia na pneumologia é fundamental a atualização de tratamentos e de conceitos de doenças. Então conheça:

O COFFITO, em parceria com a Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Ter...

COFFITO publica novos acórdãos sobre a atuação do fisioterapeuta nas áreas de Terapia Intensiva e Cardiorrespiratória


intensiva-e-cardio

O COFFITO, em parceria com a Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (ASSOBRAFIR), publicou sete acórdãos relacionados ao trabalho do fisioterapeuta, com orientações relacionadas ao exercício do profissional em procedimentos referentes à área respiratória e que geram dúvidas nos ambientes hospitalares.

As normativas publicadas pelo COFFITO têm como objetivo nortear o profissional em seu dia a dia, permitir o trabalho adequado dos fisioterapeutas em prol de um atendimento qualificado para a população, além de assegurar o respeito à capacidade e às competências de cada área.

Fisioterapia 24 horas nos CTIs

No Acórdão nº 472, o COFFITO traz orientações quanto à importância da disponibilização do atendimento de Fisioterapia no período de 24 horas nos Centros de Tratamento Intensivo (CTIs) adulto, pediátrico e neonatal. Para elucidar aos gestores e aos profissionais a relevância do serviço, o Acórdão cita a natureza dos CTIs, em especial, a monitoração contínua e o atendimento aos pacientes críticos, cujo tratamento requer a presença de uma equipe multiprofissional. Além disso, estudos científicos associaram a Fisioterapia com a redução do tempo de ventilação mecânica, permanência no CTI e, até mesmo, o tempo de internação hospitalar.

O argumento do COFFITO também foi subsidiado pelas seguintes normativas: RDC nº 7/2010, que preconiza a presença de um fisioterapeuta por no mínimo 18 horas, e a Portaria Ministerial nº 930/2012, que exige a presença de um fisioterapeuta por tempo integral nos CTIs neonatais, e um fisioterapeuta exclusivo para cada 10 leitos ou fração, em cada turno.
Clique aqui e saiba mais!

Ventiladores mecânicos

Tendo em vista a extensão das responsabilidades atribuídas aos fisioterapeutas, o Acórdão nº 473 traz esclarecimentos sobre a montagem e/ou troca dos circuitos dos ventiladores mecânicos, alertando que esta função não é de competência do fisioterapeuta. Para saber mais sobre o assunto, leia o Acórdão e a Resolução-COFFITO nº 402, que regula a especialidade profissional.

Aspiração Traqueal

No Acórdão nº 474, o COFFITO orienta que a aspiração traqueal é função do fisioterapeuta, quando este a considerar necessária, imediatamente após a realização de sua conduta fisioterapêutica. Para subsidiar a prática, utiliza os preceitos que regem as especialidades de Fisioterapia Respiratória e de Fisioterapia em Terapia Intensiva, que empregam rotineiramente técnicas com objetivos diversos, incluindo o deslocamento de secreções traqueobrônquicas contidas no interior de vias aéreas mais distais em direção às mais centrais, permitindo, dessa forma, a expectoração voluntária ou aspiração mecânica dessas secreções. Conforme o art. 3º, inciso X, da Resolução-COFFITO nº 400, fica definido como atuação do profissional: aplicar métodos, técnicas e recursos de expansão pulmonar, remoção de secreção, fortalecimento muscular, recondicionamento cardiorrespiratório e suporte ventilatório. Com base nisso, o COFFITO e a ASSOBRAFIR entenderam que a aspiração traqueal pode ser um dos componentes do protocolo fisioterapêutico, devendo ser realizada por esse profissional, quando necessária, após a instituição dos diversos recursos que compõem o escopo da terapia para remoção de secreção, mas que deve ser entendida como técnica comum a todos os profissionais de saúde envolvidos no cuidado ao paciente.
Clique aqui e saiba mais!

Cânula Traqueal

No entanto, em relação à decanulação e troca de cânula traqueal, por meio do Acórdão nº 475, a compreensão é de que os procedimentos não integram as atribuições do fisioterapeuta. Utilizando como embasamento as regulamentações da Fisioterapia, a análise levou à conclusão de que estes procedimentos não se encontram nas competências do profissional. "Deve-se ainda salientar o importante papel do fisioterapeuta na avaliação da indicação e do prognóstico da decanulação, baseando-se na mensuração de parâmetros ventilatórios e musculoesqueléticos, tais como capacidade vital lenta, pico de fluxo de tosse, força muscular inspiratória, expiratória e periférica, dentre outros".
Para saber mais, clique aqui!

Traqueostomia

Outra área que extrapola as atribuições da Fisioterapia é o auxílio e/ou acompanhamento de procedimento cirúrgico de realização de traqueostomia, conforme entendimento do COFFITO e da ASSOBRAFIR, e definido através do Acórdão nº 476. De acordo com o texto, a traqueostomia é considerada um procedimento cirúrgico e, portanto, de responsabilidade de um médico cirurgião. Além disso, os procedimentos empregados durante a realização de uma traqueostomia não se correlacionam às técnicas aplicadas por fisioterapeutas.
Clique aqui e saiba mais!

Obtenção de cultura de secreção traqueal

Segundo o Acórdão nº 477, a coleta isolada de secreções para obtenção de cultura de secreção traqueal não é atribuição do fisioterapeuta. A normativa evidencia que o resultado microbiológico de uma cultura é consequência da qualidade da amostra colhida, fazendo com que, durante a coleta, sejam adotados procedimentos específicos. O trabalho do fisioterapeuta tem um objetivo diferente. Leia o Acórdão e compreenda melhor o tema.

Montagem, remoção, limpeza e/ou troca dos ventiladores mecânicos

O Acórdão nº 478, por sua vez, orienta que os procedimentos de montagem, remoção, troca e/ou limpeza dos reservatórios de circuitos e condensadores dos ventiladores mecânicos e dos copos coletores de secreção traqueal não se encontram no rol de atribuições dessas especialidades e, portanto, não são função do fisioterapeuta. Para saber mais sobre o assunto, clique aqui e leia o Acórdão completo.

Há muitas patologias que o Fisioterapeuta que trabalha com Pneumologia pode enfrentar no dia a dia. Os tratamentos destas doenças dentro da ...

Um caminho a seguir para atualização em Fisioterapia Respiratória


http://www.kineos.cl/images/1208825_558787760854429_1715861418_n.jpg

Há muitas patologias que o Fisioterapeuta que trabalha com Pneumologia pode enfrentar no dia a dia. Os tratamentos destas doenças dentro da Fisioterapia vem evoluindo e as pesquisas que são feitas ajudam muito esse processo.

Não é novidade para o estudante e para o profissional mais atento que uma forma de atualização que o fisioterapeuta pode utilizar é a leitura de artigos científicos e materiais especificas de acordo com as especialidades escolhidas. A Fisioterapia na Pneumologia ou Respiratória é uma especialidade muito reconhecida e é preciso saber mais sobre ela. 

O objetivo da Fisioterapia Respiratória não se restringe apenas ao tratamento, englobando também a prevenção às doenças respiratórias. Além disso, as técnicas aplicadas visam à liberação das vias respiratórias, a fim de retirar os impedimentos que o ar encontra ao passar por elas. O fisioterapeuta procura aumentar a capacidade ventilatória dos pulmões de seu paciente, utilizando-se de aparelhos específicos para a mobilização da secreção para facilitar a sua retirada.

Os exercícios respiratórios são de extrema importância para o andamento do tratamento junto à aplicação das demais técnicas da Fisioterapia Respiratória. Os exercícios propõem a melhora na condição respiratória do paciente a partir da mobilização dos músculos ventilatórios que compõem seu sistema respiratório e pode ainda ser realizada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), incluindo aqui pacientes que estejam entubados, necessitando da ajuda de aparelhos para respirar.

A Fisioterapia Respiratória atua ainda como forma de prevenção para o aparecimento de complicações respiratórias dos pacientes, considerando principalmente aqueles que estejam internados e imobilizados. Esses certamente precisam realizar tanto a fisioterapia motora quanto a respiratória durante sua permanência no leito hospitalar, a fim de garantir a melhoria na condição geral do paciente por meio de técnicas que contemplem ambos os sistemas, respiratório e cardiovascular.

Para estar a par disso tudo é preciso que a atualização seja constante. O uso de artigos e materiais como apostilas e etc é um caminho a seguir nessa especialidade. Conheça um CD com esse  material.

Até a próxima!


As técnicas de expansão pulmonar aumentam o gradiente de pressão transpulmonar, seja pela diminuição da pressão pleural ou aumento da pressã...

Terapia de Expansão Pulmonar na Asma


http://viamedem.com/wp-content/uploads/2015/10/Fisiopatologia-Asma.jpg

As técnicas de expansão pulmonar aumentam o gradiente de pressão transpulmonar, seja pela diminuição da pressão pleural ou aumento da pressão alveolar.

Espirometria de incentivo

O paciente é estimulado a realizar inspirações lentas e profundas, através de dispositivos que fornecem informações visuais de que foi atingido o fluxo ou volume desejado, pré-estabelecidos pelo fisioterapeuta. O volume inspirado alvo e o número de repetições são definidos baseando-se nos valores preditos ou nas observações do desempenho inicial(5). Não foram encontrados estudos publicados mostrando a utilização desta técnica no tratamento fisioterapêutico da asma.

Terapia com Pressão Positiva: CPAP - Continuous Positive Airways Pressure e BiPAP® - Bi-level Positive Airways Pressure (Ventilação Não-invasiva - VNI)

Estas técnicas são bastante eficazes no tratamento da atelectasia(6) e têm sido grandemente utilizadas também no tratamento da Insuficiência Respiratória Aguda(9). A ventilação não-invasiva é aplicada em pacientes em estado asmático na tentativa de se evitar a ventilação mecânica através de intubação orotraqueal, o que geralmente traz complicações ao paciente com alta taxa de morbi-mortalidade(10).

A CPAP mantém uma pressão préestabelecida nas vias aéreas durante a inspiração e a expiração, que acaba por aumentar o gradiente de pressão transpulmonar através do aumento da pressão alveolar. A BiPAP® se diferencia da CPAP pela possibilidade de se aumentar o valor da pressão inspiratória, o que, teoricamente, constituiria uma vantagem no tratamento da insuficiência respiratória aguda por reduzir o trabalho respiratório durante a inspiração. Seus principais efeitos no sistema respiratório são o recrutamento alveolar, a prevenção de colapso das vias aéreas durante a expiração e a melhora das trocas gasosas(9).

O paciente sob CPAP/BiPAP® respira através de um circuito pressurizado contra um resistor de entrada com as pressões sendo mantidas entre 5 e 20 cm H2O. O paciente inspira e expira através de uma peça conectora "T" não valvulada, conectada a uma máscara orofacial(6).

Um grupo de pesquisadores australianos buscaram determinar a diferença entre os tempos de tratamento da Insuficiência Respiratória Aguda (IRA) decorrente de uma Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), quando utilizados a CPAP e a BiPAP®. Dos 101 pacientes com IRA, 50 receberam tratamento com BiPAP® e 51 com CPAP. Não houve diferença nos dois grupos quanto ao tempo de tratamento da agudização da DPOC. Este estudo não foi suficiente também para demonstrar a aplicabilidade dessas técnicas nos pacientes asmáticos, já que estes representavam apenas 1% do número da amostra(9).

Ram e cols.(10), em uma revisão sistemática da literatura, referem que a aplicação de VNI com pressão positiva em pacientes em estado asmático permanece controversa, embora sua aplicação tenha demonstrado alguns resultados promissores, assim como quando aplicada em pacientes portadores de DPOC.

Fonte

O fisioterapeuta que trabalha com a  Fisioterapia Hospitalar sabe a importãncia da Ventilação Mecânica. "Instrumento" tão im...

Fisioterapia Hospitalar e Ventilação Mecânica




O fisioterapeuta que trabalha com a  Fisioterapia Hospitalar sabe a importãncia da Ventilação Mecânica. "Instrumento" tão importante para ajudar o paciente em hospital, é fundamental conhecer os seus aspectos para trabalhar na fisioterapia na pneumologia no hospital.

Por isso, separei dois cursos online para fisioterapeutas se aprofundarem no assunto:

Curso Online de Fisioterapia Hospitalar

Curso Fisioterapia Hospitalar

O curso Fisioterapia Hospitalar oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre radiografia, higiene brônquica, paciente crítico, UTI e muito mais.


Curso Online de Ventilação Mecânica

Curso Ventilação Mecânica

O curso Ventilação Mecânica, por meio da Educação a Distância, oferece ao participante conhecimentos sobre princípios de mecânica respiratória, indicações, complicações, suporte e formas da ventilação mecânica e muito mais.

Para saber mais, basta clicar na imagem do curso. Espero que você aproveite a dica!

Para o fisioterapeuta que trabalhar ou quer trabalhar com Fisioterapia Hospitalar, recomendo o guia Fisioterapia Hospitalar Completo. É um e-book com entrega rápida e conteúdo excelente. Clique aqui para ter mais informações

A respiração produz turbulência aérea e vibração das estruturas pulmonares produzindo os sons da respiração. Observamos que ainda não ex...

Pontos e Sons da Ausculta Pulmonar




A respiração produz turbulência aérea e vibração das estruturas pulmonares produzindo os sons da respiração. Observamos que ainda não existe uma unidade de conceitos e classificação desses sons.

Pontos de Ausculta

No circulo amarelo,é possível ouvir o som traqueal. Os sons, são intensos, agudos e a fase expiratória é mais longa que a inspiratória. 

No circulo lilas podemos ouvir o som brônquico nas áreas de projeção dos brônquios de maior calibre, O som é caracterizado por um timbre agudo, intenso e oco. Na fase expiratória é mais forte e prolongado. Quando auscultado na periferia do pulmão, significa transmissão anormal do som devido a condensação pulmonar, por exemplo em caso de pneumonia. 

No circulo vermelho pode-se ouvir o som vesicular ou murmurio vesicular que é formado pela passagem de ar pela parênquima pulmonar. É auscultado em toda a extensão do tórax, sendo mais intenso nas bases pulmonares. O timbre é grave e suave, mais prolongado na fase inspiratória e mais audível na região Antero-posterior, nas axilas e nas regiões infraescapulares.

No circulo verde ira-se ouvir o som broncovesicular a qual somam-se duas características sonoras, o brônquica e o murmurio vesicular. Auscultado normalmente entre o primeiro e o segundo espaços intercostais no tórax anterior e entre as escapulas no nível da terceira e quarta vértebras.

Sons de uma respiração normal

 SOM TRAQUEAL
.
É o som produzido na traqueia pela passagem do ar e é audível na região anterior do pescoço sobre a traqueia. Alguns autores dão o nome a este de som bronquial, uma vez que é muito semelhante e de praticamente mesma sonoridade.

SOM BRONQUIAL

O som bronquial corresponde ao som traqueal audível na zona de projeção de brônquios de maior calibre, na face anterior do tórax, nas proximidades do esterno. È chamado de murmúrio brônquico.

SOM VESICULAR

O som vesicular é formado pela passagem do ar pelo parênquima pulmonar (como dos bronquíolos para os alvéolos). .É caracterizado por uma inspiração de intensidade de duração maior, bem audível, suave, e, logo a seguir, uma expiração curta e pouco audível. È chamado de murmúrio vesicular e é ouvido normalmente na maior parte do tórax.

SOM BRONCOVESICULAR

Neste tipo de respiração, somam-se as características brônquicas com do murmúrio vesicular. Deste modo, a intensidade e a duração da inspiração e da expiração têm igual magnitude, ambas um pouco mais fortes que no murmúrio vesicular, mas sem atingir a intensidade da respiração brônquica. È chamado de murmúrio broncovesicular.


Ruídos adventícios (casuais):

Estertores secos: Estertores são sons descontínuos que superpõem-se aos sons respiratórios normais.

Ronco

O ronco é um ruido adventício predominantemente inspiratório, podendo ser audível também na expiração. Sua tonalidade é grave, intenso, semelhante ao ronco observado durante o sono, é modificado pela tosse.

Corresponde movimentação de muco e de líquido dentro da luz das vias aéreas (geralmente brônquios de grosso calibre) ou a presença de secreções espessas aderentes às paredes brônquicas com consequente diminuição de seu calibre. Indicam asma brônquica, bronquites, bronciectasias e obstruções localizadas.

Sibilo

São sons contínuos, musicais e de longa duração. Os sibílos têm sua origem nas vias aéreas e requerem o fechamento dos brônquios para serem produzidos. Os sibilos acompanham as doenças que levam à obstrução de fluxo aéreo, como a asma e DPOC, mas podem acontecer em inúmeras outras doenças que acometem as vias aéreas. É popularmente chamado de "Chiado".

Podem ser subdivididos em Monofônicos e Polifônicos

Monofônicos: únicos ou múltiplos são um sinal clínico característico da asma.

Polifônicos: são produzidos pela compressão dos brônquios centrais e é um sinal freqüente da maioria dos tipos de doença obstrutiva pulmonar crônica sibilo polifônico também pode aparecer em indivíduos normais, nos quais é chamado de sibilo da inspiração forçada.

Estertores úmidos

Os estertores com sons crepitantes podem ser explosivos, agudos e de curta duração, ocorrendo no final da inspiração. São gerados principalmente pela abertura dos alvéolos que se acham colapsados ou ocluídos por líquido viscoso. Não se modificam com a tosse.

Podem ser classificados em crepitantes (finos), bolhosos (grossos) ou crepitações inspiratórias precoces e tardios.

CREPITAÇÕES INSPIRATÓRIAS PRECOCES:

São características dos pacientes com obstrução severa das vias aéreas. Estas crepitações podem ser produzidas nas vias aéreas maiores e próximas. Elas são frequentemente transmitidas à boca, são poucas numerosas, e ouvidas em uma ou ambas as bases pulmonares. Uma característica importante destas crepitações é que não desaparecem com a tosse nem com mudança de posição. Aparece nas seguintes doenças: Bronquite Crônica, Asma e Enfisema.

CREPITAÇÕES INSPIRATÓRIA TARDIA:

São características dos pacientes com doença pulmonar restritiva. São normalmente mais numerosas que as precoces, variam com a posição do paciente e normalmente são transmitidas à boca. Parecem se originar nas vias aéreas periféricas, cada crepitação representando a abertura abrupta de uma única via aérea.


Ocasionalmente, as crepitações inspiratórias tardias estão associadas com um sibilo curto no final da inspiração. Estas crepitações são vistas nas seguinte doenças: Fibrose Intersticial, Congestão Pulmonar da Insuficiência Cardíaca, Sarcoidose Pulmonar, Escleroderma, Pulmão Reumatóide.

As camadas lisas e úmidas da pleura normal movimentam-se fácil e silenciosamente uma sobre a outra. Entretanto, quando a superfície está espessada por depósito de fibrina, por celulas inflamatórias ou neoplásicas, o deslizamento está impedido pela resistência de fricção. O atrito de fricção foi comparado ao ranger de um couro velho.

Ruídos transmitidos

 Egofonia

Para obtenção da egofonia, o examinador deve manter a campânula de seu estetoscópio em cada ponto da parede torácica correspondente a um segmento broncopulmonar. Deve ser pedido para o paciente pronunciar a letra "E" várias vezes. Se um som parecido com "A" for percebido, o paciente tem egofonia.

Estridor

Estridor é um som musical particularmente alto, de timbre constante, mais proeminente durante a inspiração, que pode ser ouvido muito bem a certa distância do paciente. Embora nada, a não ser a intensidade , distinga o estridor do sibilo monofônico, que não pode ser ouvido à distância, o termo é amplamente utilizado quando há suspeita ou conhecida obstrução de laringe ou de traquéia como fonte sonora.



No Brasil, as iniciativas para o trabalho de fisioterapia nas unidades de terapia intensiva neonatal (UTINs) iniciaram-se na década de 80. N...

Fisioterapia na UTI Neonatal


https://mastermindchannel.com/2016/wp-content/uploads/2016/01/premature-infant-300x225.jpg

No Brasil, as iniciativas para o trabalho de fisioterapia nas unidades de terapia intensiva neonatal (UTINs) iniciaram-se na década de 80. No primeiro momento, após a criação das UTINs, a preocupação maior era a de melhorar a sobrevida dos recém-nascidos (RNs) sem aumentar o número de complicações. Partindo desse preceito, pode-se afirmar que a fisioterapia é uma especialidade que vem progredindo por meio do esforço de profissionais que têm como proposta um atendimento diferenciado para os RNs de alto risco

Devido à imaturidade dos sistemas, os recém-nascidos prematuros apresentam altos riscos de desenvolver complicações respiratórias e neuro-motoras. As indicações da fisioterapia respiratória e motora em neonatologia dizem respeito a todos os problemas respiratórios causados por uma obstrução funcional de vias respiratórias e motoras prevenindo osteopenia da prematuridade (alteração no processo de mineralização óssea levando a fragilidade) e desenvolvimento neuropsicomotor.

As indicações de intervenção fisioterapêutica e os tipos de condutas utilizadas variam de acordo com o local e o preparo técnico do profissional.

Existem locais em que a indicação da fisioterapia é determinada pelo médico e locais em que todos os pacientes internados na UTIN recebem atendimento de fisioterapia

A pneumonia é uma dos acometimentos mais tratados pelo Fisioterapeuta Pneumofuncional . Ela é tão "comum" que ao longo do tempo ho...

Manobras fisioterapêuticas para Pneumonia



http://www.fisioterapiaparatodos.com/p/wp-content/uploads/2014/07/sintomas-da-pneumonia.png

A pneumonia é uma dos acometimentos mais tratados pelo Fisioterapeuta Pneumofuncional. Ela é tão "comum" que ao longo do tempo houve uma simplificação na conceituação clínica  passando o termo a traduzir a inflamação aguda, de qualquer natureza, localizada no parênquima pulmonar.

Porém, ela refere-se à infecção do trato respiratório inferior que primariamente envolve o pulmão, que pode ser causada por bactérias, micobactérias, vírus, fungos, etc. Seu estudo pelo fisioterapeuta é essencial pela frequência que ocorre, morbidade e letalidade que causa, e pelos altos custos envolvidos
no diagnóstico e tratamento

As características clínicas das pneumonias dependem do agente etiológico, das condições prévias do paciente e da sua resposta à agressão. O paciente refere mal estar, apresenta febre, sintomas de VAS sugestivos de infecção viral, dor torácica, tosse seca no inicio, tosse produtiva com secreção de coloração amarela ou esverdeada, podendo apresentar raios de sangue, expansibilidade torácica diminuída com respiração curta e dolorosa, dispnéia, e cianose perioral.

A penumologia é tratada pela fisioterapia respiratória, que  é uma área bastante ampla da prática profissional que lida com a avaliação e tratamento de pacientes de todas as idades com distúrbios pulmonares agudos ou crônicos.  Possui como instrumentos os equipamentos e os recursos manuais. Estes são
formados por técnicas manuais específicas de terapia respiratória, manobras
cinesioterapêuticas, sendo uma das metas a prevenção de obstrução e acúmulo de secreções nas vias aéreas, com o objetivo de evitar o surgimento de complicações respiratórias, aumentar o condicionamento físico e respiratório do paciente, e estão indicadas nos casos de pneumopatias.

As técnicas manuais são altamente recomendadas com lactentes e crianças pequenas. Independente do tamanho do paciente, a adaptação da mão do terapeuta pode acomodar qualquer tamanho de tórax. Recomenda-se a posição em tenda dos dedos para lactentes pequenos e uma mão pode acomodar o tórax de uma criança pequena.

O uso da fisioterapia respiratória nos diversos problemas respiratórios que cursam com hipersecreção brônquica e/ou retenção de secreção visa, principalmente, a melhorar o clearance mucociliar, aumentar a quantidade de secreção expectorada, prevenir infecção no trato respiratório e melhorar a função pulmonar.

A fisioterapia respiratória convencional (FRC) consiste de drenagem postural, percussão manual torácica, vibração e aspiração das secreções. Vamos saber um pouco mais sobre essas técnicas.

Drenagem Postural

A drenagem postural é empregada a fim de melhorar o transporte de muco através da traquéia para mais fácil expectoração. Na prática diária, tem-se utilizado posições modificadas de drenagem postural, incluindo decúbito lateral e Trendelenburg de aproximadamente 15 graus.

É uma técnica geralmente utilizada para potencializar a ação de outras manobras da fisioterapia respiratória. Quase 100% dos estudos relacionados à drenagem postural associam outras técnicas a ela, logo, torna-se difícil avaliar até que ponto a remoção das secreções foi beneficiada pela execução das posturas. Apesar disto, grande parte destes estudos relatam sucesso na terapia de higiene brônquica, utilizando a drenagem postural em conjunto com
outras manobras.

A técnica consta em posicionar o paciente em decúbitos que favoreçam o deslocamento das secreções brônquicas, por meio do auxílio da força da gravidade associada à anatomia das vias aéreas. Durante a aplicação da técnica, segundo alguns autores, o paciente deverá ficar na posição de drenagem por, no mínimo, 3 a 15 minutos.

Manobra de Percussão (Tapotagem)

A percussão é uma técnica eficaz para a higiene brônquica quando feita corretamente e tem como objetivo descolar as secreções que estão aderidas aos pulmões. A percussão é feita com as mãos em forma de concha (dedos e polegares em adução), realizando movimentos de flexo-extensão de punhos sobre a área pulmonar que vão ser drenadas, através de percussões
rítmicas, alternadas, com a mesma intensidade e freqüência elevada. Dentre as contra indicações da técnica têm-se: ruídos sibilantes à ausculta pulmonar, crise asmática, fraturas de costelas e hipersensibilidade do paciente à dor.

Esta manobra produz ondas de energia, transmitida através da caixa torácica para a árvore traqueobrônquica, deslocando secreções das paredes brônquicas até as áreas centrais de onde serão expelidas ou aspiradas. Ao realizá-la, o terapeuta posiciona-se de forma confortável, impondo mobilidade articular adequada com flexo/extensão de punho, poupando movimentos nas articulações de ombro e cotovelo.

Manobra de Vibrocompressão

A vibrocompressão é realizada através de movimentos vibratórios associados a uma pressão mais intensa na expiração, através de movimentos rítmicos, rápidos e com uma intensidade capaz de transmitir a vibração aos brônquios pulmonares. Os movimentos são feitos com as mãos espalmadas, acopladas no tórax do paciente e no sentido crânio-caudal, tem como objetivo deslocar as secreções pulmonares, previamente soltas com ajuda da manobra de percussão, conduzindo-as para os brônquios de maior calibre, traquéia e, finalmente, para fora do sistema respiratório.

Essa técnica pode ser unilateral ou bilateral, os movimentos vibratórios com as mãos são conseguidos a partir de contrações isométricas dos membros superiores (MMSS) do fisioterapeuta na parede torácica do paciente durante a expiração com uma leve pressão, é o que torna a eliminação das secreções mais rápida e eficiente.

Manobra de Compressão-descompressão

A manobra de compressão-descompressão torácica súbita, que é usada para reexpansão pulmonar, é feita com a colocação das mãos do fisioterapeuta na base inferior das últimas costelas. Enquanto o paciente expira o fisioterapeuta faz uma compressão torácica para dentro e para baixo, e posteriormente uma descompressão súbita quando o paciente inicia a inspiração. Isto gera uma elevação no fluxo da expiração e uma variação súbita de fluxo durante a inspiração, o que favorece tanto a reexpansão pulmonar quanto a desobstrução das vias aéreas e a expectoração.

Essa manobra permite a expansão máxima possível do gradil costal, aumentando os diâmetros antero-posterior e latero-lateral do tórax, proporcionando aumento da expansibilidade do tórax e dos pulmões e conseqüente melhora da ventilação. A compressãodescompressão visa, além do trabalho de expansibilidade torácica, à maior flexibilidade das
articulações costovertebrais, maior mobilidade nas cartilagens condroesternais.

Retirado daqui

Tem sido muito discutidos a fundamentação das técnicas manuais ( recursos manuais ) empregados na fisioterapia respiratória bem como as q...

Manobras na Fisioterapia Respiratória



Tem sido muito discutidos a fundamentação das técnicas manuais ( recursos manuais ) empregados na fisioterapia respiratória bem como as questões relativas a diversidade terminológica que essas técnicas adquirem, com o passar do tempo, para cada profissional da área

Achei esse video do Youtube de demonstração das técnicas em um trabalho de faculdade e achei interessante.

Vamos assistir?

É sabido que diversos seguimentos de trabalho ainda hoje em dia podem causar doenças ocupacionais e  o pulmão por sua contínua comunicaç...

Doenças Pulmonares de Origem Ocupacional


quando-as-doencas-pulmonares-podem-ser-provocadas-pelas-condicões-de-trabalho-1

É sabido que diversos seguimentos de trabalho ainda hoje em dia podem causar doenças ocupacionais e  o pulmão por sua contínua comunicação com o ar atmosférico é o órgão mais diretamente sujeito à ação nociva, pela inalação de substância das mais variadas em espécie e quantidade.
Segue algumas delas para conhecimento:


ANTRACOSE - é uma lesão pulmonar caracterizada por pigmentação por partículas de carvão, observada em mineiros, populações de grandes centros urbanos ou de áreas poluídas, além de fumantes. Tem caráter inócuo, porém sua evolução pode originar disfunções pulmonares graves, principalmente em profissionais que constantemente entram em contato com a poeira de carvão. As partículas de carvão permanecem no tecido pulmonar ou nos linfonodos por toda a vida, porém quando de forma excessiva podem causar fibrose pulmonar.

ASBESTOSE - é a cicatrização disseminada do tecido pulmonar causada pela aspiração de pó de asbesto (amianto). O asbesto é composto por silicatos minerais fibrosos com diferentes composições químicas. Quando inaladas, as fibras de asbesto depositam- se profundamente nos pulmões, provocando a formação de cicatrizes.

ASMA OCUPACIONAL - é um espasmo reversível das vias respiratórias causado pela inalação de partículas ou de vapores existentes no ambiente de trabalho, que atuam como irritantes ou causam uma reação alérgica. Muitas substâncias presentes no local de trabalho podem causar espasmos das vias aéreas, tornando a respiração difícil. Alguns indivíduos são particularmente sensíveis a irritantes presentes no ar.

BERILIOSE - é uma inflamação pulmonar causada pela inalação de poeira ou gases que contêm berílio. No passado, o berílio era comumente extraído para ser utilizado nas indústrias eletrônicas e químicas e na fabricação de lâmpadas fluorescentes. Atualmente, ele é utilizado principalmente na indústria aeroespacial. Além dos trabalhadores dessas indústrias, alguns indivíduos que habitam regiões próximas a refinarias de berílio também apresentam beriliose.

BISSINOSE - é um estreitamento das vias aéreas provocado pela inalação de partículas de algodão, linho ou cânhamo. Nos Estados Unidos e na Inglaterra, a bissinose ocorre quase exclusivamente em indivíduos que trabalham com algodão não-processado, embora indivíduos que trabalham com linho e cânhamo também possam apresentá-la. Os mais afetados parecem ser os indivíduos cuja ocupação é abrir fardos de algodão cru ou aqueles que trabalham nos primeiros estágios do processamento do algodão. Aparentemente, algo presente no algodão cru provoca o estreitamento das vias aéreas em indivíduos suscetíveis.


HIDRARGIRISMO - A inalação de vapores de mercúrio, durante um longo período, pode causar o mercurialismo, que é caracterizado por leves tremores e eretismo. Os tremores podem afetar primeiro as mãos, mas também podem tornar-se evidentes no rosto, braços e pernas.

PULMÃO NEGRO - (pneumoconiose dos mineiro de carvão) é uma doença pulmonar causada por depósitos de pó de carvão nos pulmões. O pulmão negro é conseqüência da aspiração de pó de carvão durante um período prolongado. No caso de pulmão negro simples, o pó de carvão acumula-se em torno das pequenas vias aéreas (bronquíolos) dos pulmões. Apesar de ser relativamente inerte e incapaz de provocar reações exageradas, o pó de carvão dissemina-se por todo o pulmão, o que é revelado nas radiografias torácicas como pequenas manchas.

SATURNISMO - ou plumbismo é o nome dado à intoxicação pelo chumbo. Ela afeta milhões de pessoas em todo o mundo como resultado da poluição ambiental, além de outras espécies, como as aves . Em humanos, as principais fontes de intoxicação são as tintas que contém chumbo, baterias de automóveis, pilhas, soldas, e emissões industriais. Em outras espécies, somam-se o chumbo usado em projéteis para caçada (que também são uma causa de saturnismo em humanos com projéteis alojados) e como peso para linhas de pesca, que são ingeridos por peixes, por sua vez ingeridos pelas aves.

SIDEROSE - é a deposição de ferro nos tecidos humanos. Em geral se refere a um mal que atinge os pulmões causada pela inalação de partículas de ferro. Atinge trabalhadores de mineradoras de hematita, soldadores e trabalhadores que manipulem pigmentos com óxido de ferro.

SILICOSE - é a formação de cicatrizes permanentes nos pulmões provocada pela inalação do pó de sílica (quartzo). A silicose, a mais antiga doença ocupacional conhecida, ocorre em indivíduos que inalaram pó de sílica durante muitos anos. A sílica é o principal constituinte da areia, e, por essa razão, a exposição a essa substância é comum entre os trabalhadores de minas de metais, os cortadores de arenito e de granito, os operários de fundições e os ceramistas. Normalmente, os sintomas manifestam-se somente após vinte a trinta anos de exposição ao pó.

  A síndrome de insuficiência respiratória aguda  é um tipo de insuficiência pulmonar provocada por diversas perturbações que causam a ...

Síndrome de insuficiência respiratória aguda


 https://imagens5.publico.pt/imagens.aspx/751665?tp=UH&db=IMAGENS

A síndrome de insuficiência respiratória aguda  é um tipo de insuficiência pulmonar provocada por diversas perturbações que causam a acumulação de líquido nos pulmões (edema pulmonar).

Quase todas as doenças que afetam a respiração ou os pulmões podem causar insuficiência respiratória. Um excesso do uso de narcóticos ou de álcool pode provocar um torpor tão profundo que a pessoa deixa de respirar, produzindo-se insuficiência respiratória. Outras causas frequentes são a obstrução das vias aéreas, as lesões do tecido pulmonar, as afecções dos ossos e dos tecidos que revestem os pulmões e a debilidade dos músculos que se encarregam da entrada de ar para os pulmões. A insuficiência respiratória pode produzir-se quando se altera a circulação sanguínea através dos pulmões, como acontece na embolia pulmonar. Esta perturbação não interrompe o movimento de saída e de chegada de ar aos pulmões; no entanto, sem o fluxo de sangue numa parte do pulmão, o oxigênio não se extrai adequadamente do ar e o anidrido carbônico não se transfere para o sangue. Outras causas que podem provocar o fluxo anormal de sangue e que podem provocar insuficiência respiratória são certas alterações congênitas da circulação que enviam o sangue diretamente para o resto do corpo sem passar primeiro pelos pulmões.

A síndrome da insuficiência respiratória aguda ocorre entre as 24 horas e as 48 horas depois de ter acontecido a lesão original ou a doença. O doente sente no início falta de ar, geralmente com uma respiração rápida e pouco profunda. O médico pode ouvir sons crepitantes ou sibilantes nos pulmões com um estetoscópio. A pele pode aparecer manchada ou azulada devido à baixa concentração de oxigênio no sangue e a função de outros órgãos como o coração e o cérebro pode ser afetada.

A falta de oxigênio causada por esta síndrome pode produzir complicações noutros órgãos pouco tempo depois do início da doença ou, se a situação do doente não melhorar, ao fim de dias ou de semanas. A carência prolongada de oxigênio pode causar complicações tão graves como a insuficiência renal. Sem um tratamento imediato, a falta grave de oxigênio provocada por esta síndrome causa a morte em 90 % dos casos. No entanto, com tratamento adequado podem sobreviver cerca de 50 % das pessoas que sofrem da síndrome de insuficiência respiratória.

As pessoas que sofrem desta síndrome recebem tratamento na unidade de cuidados intensivos. A administração de oxigênio é fundamental para corrigir os valores baixos do mesmo. Quando o oxigênio fornecido com uma máscara não é suficiente, deve usar-se um ventilador mecânico. Este aparelho fornece oxigênio à pressão através de um tubo inserido no nariz, na boca ou na traqueia: essa pressão ajuda a forçar a passagem de oxigênio para o sangue.

A dica desta vez é para fisioterapeutas que trabalham na Fisioterapia na Pneumologia e querem enriquecer o seu currículo com cursos sobre a ...

3 cursos online para Fisioterapia na Pneumologia



A dica desta vez é para fisioterapeutas que trabalham na Fisioterapia na Pneumologia e querem enriquecer o seu currículo com cursos sobre a área.

Separei três cursos que tem ótima avaliação no Portal Educação. Para ter maiores informações, basta clicar no link que está o nome de cada curso:

Ventilação Mecânica

Curso Online de Ventilação Mecânica

O curso Ventilação Mecânica, por meio da Educação a Distância, oferece ao participante conhecimentos sobre princípios de mecânica respiratória, indicações, complicações, suporte e formas da ventilação mecânica e muito mais.

Curso Fisioterapia Hospitalar

Curso Online de Fisioterapia Hospitalar

O curso Fisioterapia Hospitalar oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre radiografia, higiene brônquica, paciente crítico, UTI e muito mais.

Curso Fisioterapia Aplicada à Cardiologia

Curso Online de Fisioterapia Aplicada à Cardiologia

No curso Fisioterapia Aplicada à Cardiologia será abordado o estudo da anatomia e fisiologia cardíaca, as principais cardiopatias e doenças coronarianas, além de procedimentos de ventilação mecânica e a fisioterapia aplicada.

Faça Fisioterapia