Tem sido muito discutidos a fundamentação das técnicas manuais ( recursos manuais ) empregados na fisioterapia respiratória bem como as q...

Manobras na Fisioterapia Respiratória



Tem sido muito discutidos a fundamentação das técnicas manuais ( recursos manuais ) empregados na fisioterapia respiratória bem como as questões relativas a diversidade terminológica que essas técnicas adquirem, com o passar do tempo, para cada profissional da área

Achei esse video do Youtube de demonstração das técnicas em um trabalho de faculdade e achei interessante.

Vamos assistir?

É sabido que diversos seguimentos de trabalho ainda hoje em dia podem causar doenças ocupacionais e  o pulmão por sua contínua comunicaç...

Doenças Pulmonares de Origem Ocupacional


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É sabido que diversos seguimentos de trabalho ainda hoje em dia podem causar doenças ocupacionais e  o pulmão por sua contínua comunicação com o ar atmosférico é o órgão mais diretamente sujeito à ação nociva, pela inalação de substância das mais variadas em espécie e quantidade.
Segue algumas delas para conhecimento:


ANTRACOSE - é uma lesão pulmonar caracterizada por pigmentação por partículas de carvão, observada em mineiros, populações de grandes centros urbanos ou de áreas poluídas, além de fumantes. Tem caráter inócuo, porém sua evolução pode originar disfunções pulmonares graves, principalmente em profissionais que constantemente entram em contato com a poeira de carvão. As partículas de carvão permanecem no tecido pulmonar ou nos linfonodos por toda a vida, porém quando de forma excessiva podem causar fibrose pulmonar.

ASBESTOSE - é a cicatrização disseminada do tecido pulmonar causada pela aspiração de pó de asbesto (amianto). O asbesto é composto por silicatos minerais fibrosos com diferentes composições químicas. Quando inaladas, as fibras de asbesto depositam- se profundamente nos pulmões, provocando a formação de cicatrizes.

ASMA OCUPACIONAL - é um espasmo reversível das vias respiratórias causado pela inalação de partículas ou de vapores existentes no ambiente de trabalho, que atuam como irritantes ou causam uma reação alérgica. Muitas substâncias presentes no local de trabalho podem causar espasmos das vias aéreas, tornando a respiração difícil. Alguns indivíduos são particularmente sensíveis a irritantes presentes no ar.

BERILIOSE - é uma inflamação pulmonar causada pela inalação de poeira ou gases que contêm berílio. No passado, o berílio era comumente extraído para ser utilizado nas indústrias eletrônicas e químicas e na fabricação de lâmpadas fluorescentes. Atualmente, ele é utilizado principalmente na indústria aeroespacial. Além dos trabalhadores dessas indústrias, alguns indivíduos que habitam regiões próximas a refinarias de berílio também apresentam beriliose.

BISSINOSE - é um estreitamento das vias aéreas provocado pela inalação de partículas de algodão, linho ou cânhamo. Nos Estados Unidos e na Inglaterra, a bissinose ocorre quase exclusivamente em indivíduos que trabalham com algodão não-processado, embora indivíduos que trabalham com linho e cânhamo também possam apresentá-la. Os mais afetados parecem ser os indivíduos cuja ocupação é abrir fardos de algodão cru ou aqueles que trabalham nos primeiros estágios do processamento do algodão. Aparentemente, algo presente no algodão cru provoca o estreitamento das vias aéreas em indivíduos suscetíveis.


HIDRARGIRISMO - A inalação de vapores de mercúrio, durante um longo período, pode causar o mercurialismo, que é caracterizado por leves tremores e eretismo. Os tremores podem afetar primeiro as mãos, mas também podem tornar-se evidentes no rosto, braços e pernas.

PULMÃO NEGRO - (pneumoconiose dos mineiro de carvão) é uma doença pulmonar causada por depósitos de pó de carvão nos pulmões. O pulmão negro é conseqüência da aspiração de pó de carvão durante um período prolongado. No caso de pulmão negro simples, o pó de carvão acumula-se em torno das pequenas vias aéreas (bronquíolos) dos pulmões. Apesar de ser relativamente inerte e incapaz de provocar reações exageradas, o pó de carvão dissemina-se por todo o pulmão, o que é revelado nas radiografias torácicas como pequenas manchas.

SATURNISMO - ou plumbismo é o nome dado à intoxicação pelo chumbo. Ela afeta milhões de pessoas em todo o mundo como resultado da poluição ambiental, além de outras espécies, como as aves . Em humanos, as principais fontes de intoxicação são as tintas que contém chumbo, baterias de automóveis, pilhas, soldas, e emissões industriais. Em outras espécies, somam-se o chumbo usado em projéteis para caçada (que também são uma causa de saturnismo em humanos com projéteis alojados) e como peso para linhas de pesca, que são ingeridos por peixes, por sua vez ingeridos pelas aves.

SIDEROSE - é a deposição de ferro nos tecidos humanos. Em geral se refere a um mal que atinge os pulmões causada pela inalação de partículas de ferro. Atinge trabalhadores de mineradoras de hematita, soldadores e trabalhadores que manipulem pigmentos com óxido de ferro.

SILICOSE - é a formação de cicatrizes permanentes nos pulmões provocada pela inalação do pó de sílica (quartzo). A silicose, a mais antiga doença ocupacional conhecida, ocorre em indivíduos que inalaram pó de sílica durante muitos anos. A sílica é o principal constituinte da areia, e, por essa razão, a exposição a essa substância é comum entre os trabalhadores de minas de metais, os cortadores de arenito e de granito, os operários de fundições e os ceramistas. Normalmente, os sintomas manifestam-se somente após vinte a trinta anos de exposição ao pó.

  A síndrome de insuficiência respiratória aguda  é um tipo de insuficiência pulmonar provocada por diversas perturbações que causam a ...

Síndrome de insuficiência respiratória aguda


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A síndrome de insuficiência respiratória aguda  é um tipo de insuficiência pulmonar provocada por diversas perturbações que causam a acumulação de líquido nos pulmões (edema pulmonar).

Quase todas as doenças que afetam a respiração ou os pulmões podem causar insuficiência respiratória. Um excesso do uso de narcóticos ou de álcool pode provocar um torpor tão profundo que a pessoa deixa de respirar, produzindo-se insuficiência respiratória. Outras causas frequentes são a obstrução das vias aéreas, as lesões do tecido pulmonar, as afecções dos ossos e dos tecidos que revestem os pulmões e a debilidade dos músculos que se encarregam da entrada de ar para os pulmões. A insuficiência respiratória pode produzir-se quando se altera a circulação sanguínea através dos pulmões, como acontece na embolia pulmonar. Esta perturbação não interrompe o movimento de saída e de chegada de ar aos pulmões; no entanto, sem o fluxo de sangue numa parte do pulmão, o oxigênio não se extrai adequadamente do ar e o anidrido carbônico não se transfere para o sangue. Outras causas que podem provocar o fluxo anormal de sangue e que podem provocar insuficiência respiratória são certas alterações congênitas da circulação que enviam o sangue diretamente para o resto do corpo sem passar primeiro pelos pulmões.

A síndrome da insuficiência respiratória aguda ocorre entre as 24 horas e as 48 horas depois de ter acontecido a lesão original ou a doença. O doente sente no início falta de ar, geralmente com uma respiração rápida e pouco profunda. O médico pode ouvir sons crepitantes ou sibilantes nos pulmões com um estetoscópio. A pele pode aparecer manchada ou azulada devido à baixa concentração de oxigênio no sangue e a função de outros órgãos como o coração e o cérebro pode ser afetada.

A falta de oxigênio causada por esta síndrome pode produzir complicações noutros órgãos pouco tempo depois do início da doença ou, se a situação do doente não melhorar, ao fim de dias ou de semanas. A carência prolongada de oxigênio pode causar complicações tão graves como a insuficiência renal. Sem um tratamento imediato, a falta grave de oxigênio provocada por esta síndrome causa a morte em 90 % dos casos. No entanto, com tratamento adequado podem sobreviver cerca de 50 % das pessoas que sofrem da síndrome de insuficiência respiratória.

As pessoas que sofrem desta síndrome recebem tratamento na unidade de cuidados intensivos. A administração de oxigênio é fundamental para corrigir os valores baixos do mesmo. Quando o oxigênio fornecido com uma máscara não é suficiente, deve usar-se um ventilador mecânico. Este aparelho fornece oxigênio à pressão através de um tubo inserido no nariz, na boca ou na traqueia: essa pressão ajuda a forçar a passagem de oxigênio para o sangue.

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